07 julho 2015

Joaquim, 7 anos e meio

"Afinal não vou ser polícia nem bombeiro, porque eles trabalham ao domingo. Vou ser cientista e inventar uma pastilha elástica que nunca perde o sabor."

06 julho 2015

Ainda a ilha da Armona - O mar.

Apanhámos uma  temperatura do mar  para lá de maravilhosa. Estava mesmo perfeita. Depois de largos anos em que os nossos banhos e estadia na praia estavam bastante limitadas por bebés e crianças muito pequenas, chegámos a uma fase em que cada um carrega as suas próprias coisas, vão e regressam do mar sem precisar de mais nada a não ser olhos atentos, e nós podemos mergulhar sem ter de ir a correr estender uma toalha ou impedir que alguém coma areia em doses industriais. Resumindo: foram dias de praia muito bons. Cheguei mesmo a regressar para casa sem nada que carregar, de mãos a abanar. Alguém acredita?







01 julho 2015

Numa ilha chamada Armona

Fomos de férias e desligámos. Os telemóveis estiveram em modo vôo, excepto por pequenos períodos do dia, computador nem vê-lo, e a única televisão existente nunca foi ligada. Andámos a maior parte do tempo com os pés descalços na areia e as quatro mudas de roupa que levámos para cada um foram um exagero. Na Armona, o dress code oficial chama-se fato-de-banho, seja a que hora for.

Não há carros, e talvez por isso, os aviões que passavam bem ao longe e que quase não deixavam ruído, nos chamavam tanto a atenção. Todos os dias chegam pessoas novas de barco, que se espalham algures pela ilha, que tanto tem praia de mar como de ria ( de manhã caminhávamos até ao mar, à tarde mergulhávamos na ria), havendo espaço de sobra para todos.

Fizemos amigos, comemos peixe grelhado, muitas saladas e os dias foram longos e descansados. As fotografias abaixo não têm qualquer filtro nem tratamento. A Armona não precisa disso.



















11 junho 2015

Como apresentar a nossa Igreja?

Vejam. É um convite.




09 junho 2015

Não mais

Não mais dor. Não mais despedidas. Não mais saudade. O Céu vai ser tão perfeito quanto isso.
Até lá, tem de ser.

05 junho 2015

Joana, Júlia e Luísa

As sobrinhas de Praga vieram cá dormir a casa, matar saudades. Eu, que cresci sem primos da minha idade, tendo 14 sobrinhos, tenho sempre alguma dificuldade em digerir que 8 primos estão longe dos meus filhos. Nestas alturas, fazemos de conta que não.














01 junho 2015

Passeios bonitos.

Aqui em casa, já há algum tempo que sonhamos andar no Hippotrip, mas depois de vermos os preços o ano passado, depressa adiámos este passeio.

No sábado, em visita ao Volvo Ocean Race, acabámos por poder dar um passeio no Tejo a bordo de uma lancha anfíbia de reabastecimento e carga (LARC) dos Fuzileiros, gratuitamente. Se ainda puderem, vão até Algés, até 7 de Junho (consultem o cartaz e tudo o que se pode fazer, que é muito).



27 maio 2015

Dias corridos

Contam-se os dias para o final do ano lectivo dos três mais velhos. Os nossos dias de semana aqui por casa são curtos ou longos, dependendo da perspectiva. Pouco depois das 15h tenho-os sempre de regresso a casa, sendo que muitas das vezes também eu estou a chegar casa, nesta dinâmica de ter um horário flexível, com muita coisa a que atender, de diversas formas. O nosso final de dia começa cedo, e não o consigo imaginar de outra forma.

Contamos os dias para o final das aulas. Para o fim do despertador manhã cedo, para menos tempo ao volante, para outros horários. Para refeições que já não precisam ser embaladas, para dias mais compridos. E o calendário, esse indica que já falta pouco para uns dias de descanso. Estamos mesmo, mesmo a precisar.

21 maio 2015

Para hoje.

Bombardeados por todos os lados, o stress pode tornar-nos prisioneiros. O que nos pode libertar é sempre a Graça - e Ele dá-nos Graça a todo o instante. Devemos permanecer no presente, com a garantia da Graça presente. A Sua Graça indo até mim, indo até ti. Carregando-me. Carregando-te. Abrindo caminho. É tudo o que preciso (precisas) para hoje: Que tranquemos os nossos pensamentos - com a Graça que ele nos dá - para começarmos a viver mais livres do que nunca.



20 maio 2015

Há um sítio chamado Calhau.

Onde gostamos sempre de ir.
Ir ao Calhau é lembrar-me de uma das últimas vezes que fomos felizes com os nossos que estão longe. O Calhau tem saudades vossas, Tiago, Marta e sobrinhos.







Teresa




A sobrinha nº 14, que nasceu em Praga no dia a seguir ao meu aniversário, tardou em chegar-nos ao colo. Mas chegou.


19 maio 2015

Era uma vez um quarto

Primeiro, foi o quarto de uma menina pequenina e de uma bebé.

Em poucos meses, transformou-se num quarto de uma menina pequenina, uma bebé e um bebé.
 

E depois, de duas meninas pequeninas e um ainda bebé. Foi um quarto de três durante dois anos.
Mas entretanto nasceu outro bebé rapaz, e assim se justificou dividir a miudagem, e o quarto voltou a ser de duas meninas.
Agora, 11 anos de uma e 8 anos e meia de outra, era altura de dizer adeus às caminhas dos sete anões que tanto foram usadas. A vantagem de esperar por camas maiores, além de estas serem mais mimosas quando eles são pequeninos, e economizarem espaço, é que chegamos a uma idade em que são eles que podem escolher onde querem dormir, até um dia não morarem mais aqui (eu escrevi mesmo isto? Ai.)

E assim foi: