Por aqui e por ali

14 Abril, 2014

12 Abril, 2014

Dias de despedidas - 2

Encontrar um bilhete deixado pela sobrinha Joana.

Dias de despedidas - 1

Vou com as meninas e sobrinhas buscar os rapazes à escola.

Joaquim: "Vocês sabiam que eu ando no ténis? Hoje tive ténis!"
Sobrinha Júlia, 5 anos e meio: "Sim, Joaquim, mas eu não gosto muito de ténis, prefiro saltos altos!"

10 Abril, 2014

O Deus que se revela na Criação e nas Escrituras.

 Mais uma Conferência Fiel! Logo que coloque os meus apontamentos em dia, partilharei algo do muito que aprendi.




 O grupo da nossa Igreja com o Pr. Gerard Hemmings,

e com o Prof. Adauto Lourenço.

Nunca tive queda para os louros.

Mas Deus inventou este para mudar de ideias.

09 Abril, 2014

Deus inventou, criou e cuida.



Não há nada que exista que Deus não domine, não tenha determinado que aconteça e cuide. Que conforto.

08 Abril, 2014

Deus é ciumento

Sabiam?

"Não terás outros deuses diante de mim,
Não farás para ti imagem esculpida,
nem figura alguma do que há em cima no céu,
nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás diante delas, nem as servirás;
porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, sou ciumento."

Êxodo 20:3-5

07 Abril, 2014


Sábado passado visitámos um grupo de amigos-família na Igreja Baptista em Belas, a propósito do nosso livro. Na parte de perguntas e respostas pediram-me que partilhasse o porquê da minha escolha de já não trabalhar fora de casa. É uma resposta tão longa e complicada que tento sempre enquadrar a nossa história familiar. Creio que sou uma pessoa que poderá eventualmente falar ao coração quem não se identifica com esta escolha porque ela também não foi a minha. Nunca sonhei não trabalhar fora de casa. Nunca sonhei ser mulher de pastor (eu sou mesmo mulher de pastor? - é o que me pergunto frequentemente). Nunca sonhei ser mãe a tempo inteiro. Nunca sonhei depender financeiramente do meu marido.

Eu fui empurrada para uma decisão por falta de alternativas e foi esta a forma que Deus me mostrou que assim deveria ser. Há cerca de um ano dei o testemunho da minha vida na Igreja. Basicamente sintetizava que a pessoa que sou hoje nada tem a ver com a pessoa que era no passado, e que sou a prova viva que nunca devemos dizer nunca, acerca de nada (e que Deus tem um valente sentido de humor!).

Desta fotografia ali de cima, à porta de uma escola primária à espera de ser recebida, sobra pouco mais  que o casaco de ganga e o cachecol cinzento que ainda hoje uso. São só uns 9 anos que me separam deste clique mas a mudança é assim a modos que... imensa.

Não sei o que o futuro nos reserva. Não sei se voltarei a trabalhar fora. Não sei que caminhos ainda teremos de traçar. Mas sei que desejo nunca mais ter certezas acerca de nada, porque só Deus sabe o que ainda tem reservado para mim. E que o meu coração amoleça mais e mais. Pela graça de Deus.

Cavaquinhos

O neto mais novo com a mais velha.
José, quase 1 ano. Maria, quase 10 anos.

Domingos








05 Abril, 2014

Tenho um bebé no meu sofá!


Isabel, 4 meses.

O que é que achas que gostarias de ser quando fores grande?

Marta: "Professora, médica e cabeleireira".
Caleb: "Ter 4 anos".

Chego à escola,

tinha estado com febre mas sem mais sintomas:

"Estás doente?"
Caleb: "Estou."
"E o que é que te dói?"
Caleb: "Dói-me a febre."

04 Abril, 2014

Aaaaaaahhhhh!


Queria não perder a capacidade de me deslumbrar.

03 Abril, 2014

Quando as nossas palavras não chegam, Bíblia.


Hoje em dia é comum prevalecer a ideia de que para falarmos sobre um tema da vida, precisamos ter conhecimento de causa. E ajuda muito, claro. Eu, por exemplo, sou uma pessoa bastante tímida a falar perante um conjunto de pessoas superior a 5, vá. Tenho por hábito desabafar com amigos com a mesma dificuldade (fobia?), porque compreendem o estado de nervos em que fico quando estou numa situação dessas. Quando abortei, também. Senti que as pessoas que já tinham passado pelo mesmo percebiam melhor a minha dor.

Ora a dor é uma coisa muito relativa e a forma como a sentimos também. Basta pensar que quando abortei, com cerca de 10 semanas, fiquei largos dias a aguardar em casa, mas acabei internada num hospital para fazer uma raspagem, e passei um Verão chato de recuperação. Passados largos meses, num episódio corriqueiro, sei que provavelmente terei abortado novamente, mas sem certezas (as análises assim indicavam, e a ter sido mesmo, teria umas 4 semanas se tanto). Como na minha cabeça eu não estava grávida, saltei este último episódio com uma leveza que não saltei no anterior. Porquê? Porque a minha perspectiva da dor foi diferente, a forma como a enfrentei também.

São muitas as circunstâncias em que me sinto incompreendida. Ninguém tem a minha vida, na verdade.  Eu não tenho a dos outros. Nisto de sermos ajuda é complicado saber onde agir, falar, estar.

Mas aqui começam as boas notícias. Sendo cristã, acreditando que a Bíblia é o meu guia principal, porque nela creio que está escrito tudo o que é importante para a minha vida, e que foi aquilo que Deus escolheu deixar registado para me orientar, eu posso falar e aceitar que me falem sobre qualquer assunto, se for baseado nas Escrituras. Sei que testemunhos pessoais ajudam muito, mas quando não os tenho, firmo-me naquilo que não falha e que sei que é bom.

Quando me sinto fraca, por exemplo, recordo-me de Isaías 43:1: "Mas agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.".

Quando me sinto sozinha, vou a Josué 1:9: "Esforça-te, e tem bom ânimo; não te atemorizes, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus está contigo, por onde quer que andares".

Quando me olho ao espelho e não gosto do que vejo, lembro que: "Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.", em Génesis 1:27.

Quando me sinto inútil e sem objectivos, "Pois eu bem sei os planos que tenho para vocês, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.", Jeremias 29:11

Quando estou com medo: "No amor não existe medo; o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” , I João 4:18.

Quando ando preocupada com as contas: "Portanto, não se preocupem, dizendo: 'Que vamos comer?' ou 'Que vamos beber?' ou 'Que vamos vestir?' (...)  Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal." em  Mateus 6:31-34. E poderia continuar.

O consolo de ser cristã e poder dar e receber apoio em qualquer circunstância da vida, é este: A Bíblia pode e deve ser o livro mais citado. Ouve-se, lê-se e pede-se ajuda a Deus para viver como ela nos ensina. "A minha graça te basta" escrevia Paulo aos Coríntios. E peço a Deus que me baste sempre.

02 Abril, 2014

Grisalha mode

É claro que pinto o cabelo, pessoas que me perguntam o porquê.

O das meias giras é meu.



Nestum, aos 3 anos quase 4,

diz-se: "Nétsume".

01 Abril, 2014

Abril

O tempo passa. Entrámos no segundo trimestre do ano.

2+2=12

Este lado da família vai viver para Praga por tempo indeterminado e está oficialmente aberta a época das despedidas.

31 Março, 2014

Na angústia, recordar o que Deus já fez.

Este domingo, na classe das crianças mais crescidas, estudámos o que o Salmo 77 nos revela. O seu escritor, que se chamava Asafe, encontrava-se numa grande angústia, sentia-se desamparado e não via resposta de Deus. O que faz Asafe quando nada lhe parece fazer sentido? Recorda o que Deus fez no passado.

Uma das coisas mais preciosas que podemos ter é memorizar versículos de esperança e que nos recordam das qualidades de Deus, para que quando estamos aflitos, com medo, ou sentimos que ninguém compreende a nossa dor, nos lembremos de quem Deus é, do que Ele já fez. E que ele está connosco, mesmo que não o sintamos no momento.

Back to the 90's

A Nice completou 40 anos, no meio de alguns que já lá estão e outros que caminham rapidamente para lá.
Foi há 20 anos que tivemos 20 anos?

29 Março, 2014

1998 foi hoje

Eu, Nice e Sara.
Há 16 anos e hoje. Nas escadas da Igreja Baptista de Queluz.

Além das diferenças óbvias (ou não) talvez destacar que a seguir aos Oliveira, Sousa e Cavaco acrescentámos Cavaco, Bento e Soares, 11 filhos ao todo e algum juízo (assim achamos nós)! 

28 Março, 2014

O acordo ortográfico (argh!) e a minha filha de quase (argh!) 10 anos.

Enquanto escrevo uma mensagem e ela espreita para o que estou a escrever, avisa-me:

"Sabes que essa palavra já não tem aí o C? Isso acabou, já não se usa."


Pára de falar sozinha, mamã...

Esteve adoentado dois dias ( e podia dizer que este é o filho que mesmo doente, quer ir à escola, mas isso por si só merece um outro post) e por isso acedi a que visse televisão. Mas a dada altura, desliga-se e quando eu pego no comando da box, e ela não reage, sai-me um: "Então, pá, não ligas?"

A criança levanta-se do sofá, inclina a cabeça para acompanhar o meu rosto curvado a olhar para o comando: "Mamã, sabes que a televisão não tem boca? E que não tem orelhas? Ela não ouve, mamã."

Tu e eu vamo-nos entender.


Chego à era dos smartphones com uma décalage de anos em relação aos meus amigos. O touchscreen, o teclado que mais evitava desde sempre, afinal começa a obedecer aos meus dedos. Só falta, agora, o dicionário aceitar como vocabulário recorrente palavras como: crominho, feioso, xunga, xungaria, irritantezinho, e semelhantes.
A gente entende-se.

27 Março, 2014

Nós 6 ao peito.


Quando alguém querido se lembra de nós.

26 Março, 2014

Zona de conforto


 Essa expressão tão na moda.

"Redefinindo zona de conforto.
Porque onde quer que Deus me leve,
eu estou com o Consolador.
Onde quer que Ele me chamar,
Estarei sempre na Sua zona de conforto."


E essa, sim, é a zona de conforto perfeita.


- texto entre aspas de Ann Voskamp -

Os propósitos de Deus são de longo alcance





Quase metade do caminho quaresmal.