Por aqui e por ali

28 Julho 2014

25 Julho 2014

Sonhar com o outro lado da eternidade.

Às vezes sonho que já morri. Que cheguei à presença de Deus ainda a sentir-me uma miserável pessoa que nada vale. Sonho que Deus olhou para mim e não viu a Rute, mas apenas e só a justiça que me assenta como um vestido longo e brilhante, feita com o sangue que Jesus derramou na cruz. E que, graças a isso, ouço um: "Entra no gozo do Teu Senhor."

Então, ajoelho-me em lágrimas: "Estou no Céu! Este é Deus! Como é que aqui entrei? Eu não merecia estar aqui! Isto é um sonho!"

Depois acordo.

E lembro-me desta música:


24 Julho 2014

Um clássico na praia

video

e miúdos a ganhar jeito!

Ninguém gosta de despedidas.


Festa final do Jardim de infância.

23 Julho 2014

Domingos


Chuva de Verão

O dia amanheceu com algumas nuvens, o mar estava convidativo como nesses dias, mas pela hora do almoço as nuvens foram aumentando de tamanho e tomaram conta do céu. Caíu chuva e durante algum tempo. Chegou o arco-íris a relembrar, como sempre, do amor de Deus que nunca termina e que as suas promessas são cumpridas. O cheiro da terra molhada, aquele calor abafado pela tarde e o dia que começa na manhã seguinte como se nada disto se tivesse passado.


22 Julho 2014

Tejo

21 Julho 2014

Uma dúzia são 12 anos

completados ontem.


Clicar na seta laranja para ouvir.

19 Julho 2014

Entrámos na época oficial de acampamentos.


Chegou a Marta do acampamento de crianças e parte a Maria para os juniores. Os preparativos, as instruções, a expectativa dos amigos que se reencontram, os mais velhos que foram em tempos os campistas a cargo da minha geração e que assumem agora a liderança dos meus filhos. Ah...




17 Julho 2014

Ufa.

Há uma série de dizeres cómicos sobre a maternidade que têm, na sua grande maioria, um fundo muito verdadeiro. Há um que diz que a melhor maneira de captarmos atenção dos nossos filhos é sentarmo-nos a descansar no sofá.

Ora eu sentia-me particularmente cansada, sem marido em casa, a ponto de me sentir mesmo fraca (um dia hei-de medir a tensão e ter mais do que 10-6) e por isso, enquanto brincavam ou liam, estiquei-me na cama. Bingo. Em menos de nada, um está a vasculhar na minha mesa de cabeceira e outro está ao meu lado a querer conversa. "Dói-te a cabeça? Queres dormir? Vamos dormir. Xiu, vamos fazer silêncio que a Mamã precisa descansar."
Uma meia hora depois, a tentar abstrair-me de cama a abanar, sussurrares intermináveis, remata com um: " Estás a dormir? Não? Queres ver como eu consigo segurar coisas com os dedos dos pés?"

Um dia talvez não esteja cansada. Mas provavelmente nesse dia também não precisarei de descansar.

15 Julho 2014

A fragilidade resiliente


Basta parar um bocadinho pelas dunas para reparar na quantidade de plantas bonitas, mas tão frágeis que por lá se mantêm. Esta, em particular, não oferece nenhuma resistência quando a apanhamos. Fiquei a olhar para a raiz, enquanto sentia o vento daquele dia. Tão fininha, tão simples. Enquanto pensava nisto, imaginei logo uma amiga que entende destas coisas, a dizer-me: "Ó Rute, não percebes nada disso. Então não vês que é precisamente o vento que leva e amontoa a areia e que permite que a raíz fique mais sustentada?" ou algo parecido. A fragilidade que o vento parece trazer é, afinal, parte da força desta planta. E lembrei-me que, mais uma vez, é essencial que reconheçamos a nossa fragilidade para estarmos mais dependentes do Deus que nos pode sustentar. E se pelo meio nos lembrarmos de agradecer e interceder por alguém, como eu me lembrei desta querida amiga, melhor.

14 Julho 2014

Não é um pardal nem uma andorinha

mas dá para lembrar este versículo: "Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha seus filhos, até mesmo nos teus altares, Senhor dos Exércitos, Rei meu e Deus meu." - Salmos 84 -
 

Miudagem




10 Julho 2014

Elegante ou provocante?

Já houve um tempo em que a piscina me atraía por ausência de areia e desgaste de carregar com brinquedos. Agora os miúdos já levam os seus próprios brinquedos, já se vestem e despem sozinhos e já mergulham e tomam banho sem a nossa intervenção directa (embora a supervisão tenha de ser igualmente cerrada).

Pus-me a pensar o porquê de, de cada vez mais, me custar uma ida à piscina. A primeira é que o cloro não me faz bem. Tive reacções estranhas na pele o ano passado que só a água do mar ajudou a cicatrizar. Depois, e tendo em conta que Cabanas é uma praia onde temos muito espaço (já quando vamos a Carcavelos a cena é diferente), a piscina torna-se um lugar de exposição que chega a ser constrangedor.

Chegamos aqui ao ponto delicado mas que me apetece falar: a forma como me apresento hoje num espaço balnear é muito diferente de há uns anos. E isto não tem nada que ver com a forma física pós 4 filhos mas com uma compreensão a que fui chegando sobre a facilidade com que passámos a ver como normal andar a exibir partes do corpo a desconhecidos. Ir à praia e à piscina é a confirmação disso. Há uma grande confusão entre elegante e provocante (podem até rimar, mas deve ser a única coisa que têm em comum). A discussão não passa pelo embaraçoso que é corpos gelatinosos a saltarem de biquinis (que há tantos, céus!) ou por se estar em forma e aquele modelo assentar na perfeição, mas por decidir o que mostro e a quem.

Compartimentamos demasiado as coisas, relativizamo-las demais. Confunde-se pudor com ser retrógrado. E acabo com um exemplo simples: é raro o caso de mulheres que amamentam em público sem nenhuma fralda ou avental a tapar que não seja condenado com olhares. Mas se for na praia, essa mesma (ou outra) parte do corpo já não tem problema. Estranhos tempos estes.

08 Julho 2014

Cabanas

 E depois, sempre o mesmo sitio, onde as manhãs são assim:











07 Julho 2014

Cacela Velha

Os 12 dias de férias já acabaram há mais de uma semana. Mas há um sítio obrigatório todos os anos e que vale a pena lembrar:






01 Julho 2014

Julho, mês nº 7

Se Julho for a continuação de Junho, irão encontrar um mar perfeito para mergulhar com aquela temperatura que nos faz lá ficar até a pele estar toda encarquilhada.


A natureza que não comprova só que Deus existe

mas também da sua bondade. O passarinho que nasce, aguarda protegido no ninho enquanto a mãe providencia que lhe chega alimento recorda-me da forma como Deus nos faculta muito mais do que o essencial.



30 Junho 2014

Ilha da Armona

Para se chegar à ilha da Armona há barcos que partem de Olhão ou de Faro. A viagem dura cerca de meia-hora e mesmo em dias de semana vai bastante cheio. Tem um parque da Orbitur apenas com bungalows (que têm muito bom aspecto, é de referir). A ilha tem um caminho até à praia que ainda demora uns 25 minutos a percorrer, mas não custa assim tanto porque as casinhas que nos cercam merecem a pena ser observadas. Foi à sombra da árvore de uma delas que fizemos o nosso piquenique. A praia tem a beleza que as fotos abaixo comprovam, só foi pena neste dia estar ventosa.