26 agosto 2015

Primos

Diz que os primos são uma espécie de irmãos. Neste caso é por demais evidente.

25 agosto 2015

Mais uns dias em Água de Madeiros, a aprender sobre Adoração (conhecendo e adorando o Senhor Deus em tudo).

Quando tantas vezes fazemos depender o nosso humor de factores exteriores como o tempo ( basta dizemos que somos mais felizes quando o sol brilha), a comida (somos tão esquisitinhos com mais ou menos sal, caramba), ou o programa ao nosso redor, nada como ouvir que todas estas coisas são idolatria, se não recordadas do Deus que as criou (e mais uma machadada, a lembrar que as férias não são apenas desligar, são uma época em que a nossa mente deve ser ainda mais activa para as coisas de Deus).





"Há maneiras de adorar Deus que podem ser modos de o controlar - queremos que a identidade de Deus corresponda à nossa. Por isso é que é reveladora aquela mistura que a Bíblia faz de ingredientes que nós não misturaríamos. Uma espécie de mel com pimenta. Alegrar com tremor, como diz o verso 11 do Salmo 2, é um exemplo disto. Só quando descobrimos que Deus é rei é que conseguimos experimentar a submissão de um modo doce - esta é a verdadeira adoração!" - Luis Sayão

17 agosto 2015

Palácio do Marquês

Os Jardins do Palácio do Marquês de Pombal são um local de passeio antigo aqui em casa, até porque chegamos a eles em cerca de 10 minutos a andar a pé, mas o Palácio propriamente dito só abriu ao público este ano, sendo que a entrada é gratuita e os funcionários são muito simpáticos e disponíveis para explicações (é a segunda vez que lá entro), e portanto se vierem a Oeiras, nem pensem duas vezes!


















Circo gratuito e diário

A ideia era conseguir ter uma foto tipo passe com uma expressão neutra. Foi isto que saiu:






13 agosto 2015

Ai!


"Mamã, quem é que estava a gritar o meu nome no jogo?"
"Era eu."

Viro costas e ouço-o sussurrar ao irmão:
"Vês, Caleb, a mamã foi a única a torcer por mim."

Guerra de sexos

Joaquim: "Ainda bem que não sou mulher. Ter filhos dá muitas dores."
Maria: "Tenho uma má notícia para ti, então. Se houver uma guerra, sabes quem vai primeiro? Os homens."

12 agosto 2015

Acordar com Sol


Quem conhece Água de Madeiros sabe que acordar com Sol é daqueles fenómenos que raramente acontece. Mas aconteceu na semana passada. Os dias iam-se sucedendo, e voilá! Sol novamente. Aconteceu, até, irmos jantar e ainda termos Sol. Há luxos que devem ser gozados e registados.








10 agosto 2015

O que eu gosto mesmo?

 

(vídeo de Rute X.)

01 agosto 2015

Uma bebé ao colo

"Agora não posso", ou: "Está quase, já vou", e ainda: "Menos barulho, menos".

Um bebé ao colo é a desculpa (ou antes, missão) perfeita para não fazer mais nada.

 (Carmo, 3 meses e meio)

30 julho 2015

Campo Caravela


Voltei lá. Não dei logo com a estrada para o canal. Afinal, o último ano em que lá estive foi em 90. Fechou portas pouco depois. Quando cheguei, albergava a esperança de lá poder entrar. Não deu. Muitos arbustos, portão fechado a cadeado, a suspeita de animais por ali, fiquei ao longe a observar um cenário de meter dó.

Fui muito feliz aqui.

As manhãs faziam-se no pinhal, e entre histórias e concursos bíblicos (ah, como eu gostava de competir em destreza bíblica), o final da manhã acabava na praia. A caminhada era feita a cantar, e o regresso era corrido, na recta final: os primeiros a chegar apanhavam a água do duche quente, por causa do sol. Três dos banheiros não tinham tecto, e era com as árvores por cima, caruma a cair, que se tomava banho. Os quartos eram meticulosamente arrumados, para posterior avaliação e concurso, e junto às portas de entrada decorávamos o chão com frases ou versículos bíblicos escritos com pinhas e pedras. Depois do almoço, o bar abria, com a sua janela a fazer de alpendre. Os chocolates eram alinhados, e o meu preferido era o "Coma com pão". As tardes tinham desporto e actividades manuais (muito gesso moldei eu). Foi ali que ganhei o gosto por andar de baloiço. As meninas ficavam nas quatro casas do lado esquerdo, os rapazes nas outras quatro do lado direito. A distribuição era feita por idades.

À noite, depois de empilhadas as mesas de refeição, a sala virava ponto de encontro, junto da lareira. Com mesas ao alto, encenavam-se teatros. Noite escura, sem electricidade nas casas, dirigíamo-nos a uma casinha pequena para apanhar os candeeiros acabados de acender. Sentadas no chão do quarto, à luz fraca, trocávamos os últimos pensamentos do dia e orações. Algumas noites tinham caças aos gambuzinos e outras partidas semelhantes. Na última noite, descíamos em direcção à praia, com sacos-cama e cobertores, e lá fazíamos a reunião com o calor da fogueira acabada de acender. Choravam-se lágrimas de despedida, depois de 10 intensos dias no Caravela.

Foi aqui que algumas histórias bíblicas ganharam outra vida. Deus falou comigo neste sítio especial, e por isso não foi só mais um lugar bonito em que tive o privilégio de passar férias. Foi um sítio onde firmei convicções, alicercei amizades, coloquei questões, recebi algumas respostas e cresci. São boas as memórias.






Aquele instante em que se apercebe que falta um dia para o Infantário fechar para férias, e diz com uma ponta de emoção: "Vou ter saudades da Magda e da São".

29 julho 2015

28 julho 2015

Comemorar a dois.

13 anos já mereciam mais do que um jantar fora e cinema. E, por isso, fomos uns dias pela Costa Vicentina, onde é difícil não ficar de queixo caído com tanta beleza.

Começando pela Praia da Galé, 
continuando pela Ilha do Pessegueiro,
nunca  esquecendo Porto Covo,
passeando por Milfontes,

pernoitando por ali,
 
dizendo olá a Sines,

e respirando Melides.