29 julho 2005

Fui

de férias.

Blogues que leio e gosto (3)

Educação Sentimental

Já elogiei mais do que uma vez o blogue da Inês. Postes como este, este,este e este deliciam-me, divertem-me.

Recapitulando

(desculpa, Ana, mas tem de ser!)











28 julho 2005

36 anos, 7 meses e 5 dias

é o tempo que me falta para ser reformada.

Há um ano

O primeiro sinal de crescimento.

27 julho 2005

Take the quiz: "What type of designer handbag are you?(pictures)"

Brighton
You're Brighton. You are always in style and very ... bright. You tend to look on the good side of things. Stay that way!

Estimo-te

A estima é um sentimento muito bonito.

Blogues que leio e gosto (2)

Letra minúscula

Um blogue minimal, como descreve o autor. Sem maiúsculas, conciso e com fotos q.b. Dos primeiros que leio todos os dias. ( gosta de caracóis e de nuvens, como eu )

Resposta a este post

Raquel, nostalgia é isto: Pampilhosa da Serra, calor, rio, ponto cruz, refeições demoradas, leituras e conversas.

Dia dos avós

Para a avó Nice, avó Tina, avô João e avô Henrique.

Só ontem à noite, ao ver o telejornal, soube que era o dia dos avós. A Maria tem ainda os quatro, felizmente, e eles são peças fundamentais do seu desenvolvimento.

É com eles que passa grande parte do tempo e que recebe todo o tipo de atenções e mimos típicos dos avós. Creio que saberá dar valor a todos, nas suas diferenças, quando fôr mais crescida. Nós faremos questão de lhe incutir espírito de gratidão por toda a disponibilidade e generosidade que demonstram diariamente.



26 julho 2005

Às 16h28m

apetecia-me um caldo verde.

Ai, ai.











25 julho 2005

Prioridades para quando ganhar o Euro Milhões

- Comprar um apartamento com porteiro em Nova Iorque;
- Ter muitos filhos;
- Fazer enriquecer a minha Igreja (o dízimo do prémio é escandaloso!);
- Distribuir pelos irmãos e pais;
- Manter os amigos e ter cuidado com os "novos";
- Tentar manter a boa educação dos filhos, sem que cresçam insuportáveis.

Vou pensar em mais. Sonhar é bom.

Há três anos,

a dormir a sesta na Estalagem de Santa Cruz, na Ilha Graciosa, recebíamos uma sms: Nasceram os vossos gatos. Um é preto e outro é preto e branco. Só mais tarde se descobriria que em vez de um casal, tínhamos duas gatas alentejanas.

22 julho 2005

Blogues que leio e gosto (1)

Planalto
Este blogue não é bom, é muito bom. A minha amiga Raquel faz-me rir como poucas pessoas conseguem, escreve como eu gostaria de escrever um dia e expõe bem ideias. Mais: não escreve para agradar a ninguém. Gosto disso.

Blogues que leio e gosto

(introdução)
Uma das razões porque nunca tive lista de linques nos blogues, foi porque nunca me quis compremeter. A partir de hoje inicia-se uma rúbrica com o título acima mencionado em que direi o que leio e porque leio.

Quando a memória falha.

Nos dizem: "Não te lembras?". Fomos aqui e depois ali e fizémos isto, fartámo-nos de rir. E não nos lembramos. E porque é que se escapou da nossa cabeça, não memorizámos aquele momento?

Há três anos

chegávamos a Ponta Delgada e começávamos uma viagem de 12 dias por seis ilhas, cada uma diferente da outra: São Miguel, Graciosa, Faial, Pico, Terceira e Flores. Queremos lá voltar, é lindo.

21 julho 2005

A proximidade:

quando toca o telefone e alguém diz: "Sou eu."

Para nascer o sobrinho Tomás



vem depressa, só faltas tu!

À vez

O médico-otorrino deu-lhe uma espátula de madeira para a mão, com o objectivo de a distrair, enquanto a examinava. Portou-se bem, a pequena. Depois, com muito jeitinho e brincadeira, conseguiu ver-lhe as amígdalas. No fim, com a espátula oferecida, era a vez de a Maria ver as amígdalas do senhor doutor.

Separado, sim senhora.

A auxiliar para a enfermeira:
"Aquela bebé gordinha a andar é a que é Maria Ana separado, não é?"

Embaraço

À espera numa sala, um senhor começou a tossir, muito. A Maria ria às gargalhadas. Explicar a este senhor, aflito com a sua expectoração que o facto de tanto riso se deve a uma brincadeira iniciada uma vez pela tia Raquel a simular um atchim, é difícil. O senhor estava aflito, a minha filha achava graça e quem assistia ria.

Querido,

Tudo bem, eu disse que tinhas estrias nas nádegas. Mas lembras-te daquele dia em que eu, depois do meu banho matinal, fui surpreendida com a tua pergunta: "Que altinhos são esses no rabo?" Somos uma só carne. Tu ficas com as estrias, eu com a celulite.

Brincos

Estes e estes ( o verde e um dos rosa) são meus. Gosto de brincos e de conhecer pessoas que os façam.

Foge, texto, foge.

Um post assim dava-me jeito, Inês. Bloqueado a quem chegasse e não tivesse sido convidado.

19 julho 2005

RE: Teoria da Evolução

A arrumar o armário, com coisas a dar aos sobrinhos e outras a emprestar, umas botas de Inverno, demasiado grandes no seu tamanho 19 para o que passou e demasiado pequenas para o que aí vem. Sim, Ana Margarida , por aqui já vamos quase no 20.

;)

Daisypath Ticker

Livre

Sento-me no computador e ela geralmente brinca no chão (quando não faz reset na máquina, mas isso é outra história). Olho em volta e não a vejo. Ia no corredor, de bonecos na mão, a caminhar. Que ela sabia andar sozinha há semanas, já tinha reparado. Que decidisse sair assim do quarto sem dar sinais, foi a primeira vez.

A melhor amiga

Este termo vem da adolescência. Na juventude repudiei-o. A ideia da melhor amiga, como se os outros todos fossem de segunda categoria, incomodava-me. Hoje não me faz impressão mas também não é habitual usá-la. Gosto mais de : "a minha querida amiga", ou "uma grande amiga". Assim não encerramos contratos de exclusividade.
Mas o que é certo é que não sou amiga chegada de muita gente. E duas das minhas grandes amigas fazem anos hoje. Trinta e dois anos cada uma. Gosto delas pelo que são e também pelo que também já recebi e dou. Parabéns.

Sem brincos e sem laçarotes

Na mercearia:

"É um menino? Como se chama?"

E no final:

"Está vestida de calções, coitadinha. Parece mesmo um rapaz."

Confirma-se, Pai da Alice: não gostar de folhos e ter uma filha sem brincos nas orelhas, é imperdoável!

Não há paciência (5)

Para nicks muito compridos.

18 julho 2005

Música que canto para o sobrinho Rúben e ele sorri sempre

( aconteceu por duas vezes, por isso já posso generalizar! )

O dia começa com alegria
O dia começa com amor
As aves a cantar
Os peixes a bailar
Bom dia, bom dia, bom dia!

Diz assim, no impresso da Segurança Social:

Subsídio de aborto

Apresentar declaração do médico de estabelecimento ou serviço de saúde, com indicação do período de licença a seguir ao parto, no caso de aborto.


Nem o meu médico de família compreendeu, nem a colega do lado, nem eu.

Pequenas manias

Todos os dias coloco a fronha na almofada. E todas as manhãs está a dormir com a almofada...sem fronha.

Das pressões profissionais

Entregar uma baixa médica numa empresa nunca é a mesma coisa que entregar uma baixa médica na Função Pública. Não é.

Centro de Saúde de Sete Rios

Sou o nº 38, vai no 27 e uma funcionária a atender. Pouca paciência para Centros de Saúde, mas tem de ser. Quase adormeço com a cabeça encostada ao pilar quando a senhora ao meu lado, que tocava com as suas ancas nas minhas me diz:

"A menina não é da televisão?"
(não, respondi)
"Parece aquela actriz miúda da novela da tarde, do cão."
(não faço idéia)
"Acho que se chama Bárbara e é como você."
(descobrirei, com medo. Apreensão.)

15 julho 2005

Quatro.

Os dentes de cima estão a nascer.

De Estocolmo.

A minha Igreja devia ter isto.

Vida e morte

Ficar no recobro, ao som de choros de bebés acabados de nascer, com a mão numa barriga onde não habita bebé nenhum.
"Se estiver com dores, avise."
Mas não havia remédio para esta dor no coração.

Comigo, sem operações plásticas

Esta noite dormi bem. Sonhei que estava com a Suzana Vieira numa gincana e que íamos andar de barco. Vestíamos as duas um biquini às bolinhas mas o meu ficava-me visivelmente melhor que o dela.

Obrigada, querido. Estou com uma auto-estima que nem posso.

Amor de pai

(enquanto apertava com a mão)

"Essa barriga é ainda do inchaço dos medicamentos ou é mesmo pneu?"

Para a minha querida amiga Ana,

acerca de orar com fé.

"E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve.
E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que pedimos, estamos certos que obtemos os pedidos que Lhe temos feito".

em I João 5:14 e 15

E eu, adormeci mas acordei logo

Adormecemos as duas na cama. Isto é caso raro, uma vez que sou contemplada com uma bebé que dorme noites completas desde o primeiro mês de vida e que se habituou a adormecer sozinha, sem crises, sem medos.

Acontecia, muitas vezes, adormecer com ela. Quando estávamos sozinhas em casa ou quando estava doente. Ontem aconteceu, depois de muita brincadeira. Mas o bebé já não é aquele ser que dorme de barriga para cima, com os braços atirados para trás.

Ora chucha no dedo de lado, ora se vira de barriga para baixo, ora mete as mãos na cabeça, ora fala a sonhar. Ainda é um bebé mas já tem muita coisa de gente crescida.

14 julho 2005

Nova Iorque na Expo.

Dormi pouco na noite a seguir à operação. Adormeci com o enfermeiro a ligar o ar condicionado, fazia bastante calor e a bata que eu vestia obrigava que me tapasse com um lençol.

Sonhei que estava em Nova Iorque, que caminhávamos junto ao rio a comer um cachorro. Vestia um sobretudo pesado e nevava tanto que não sentia os dedos dos pés.

Acordei. Estava realmente frio e era hora de desligar o ar.

No comments

Alguém me informa que quem me criticou por expôr a minha filha no blogue com fotografias, também já cedeu à tentação. Explicações? É o amor, é o amor. Raios partam a maternidade que dá a volta à cabeça das pessoas.

;)

Insensibilidade maternal

Quando leio alguns blogues maternais, acho-me insensível. Quase todas as mães choram quando vão, das primeiras vezes, às vacinas com os filhos. Praguejam contra os profissionais de saúde que injectam nos filhos substâncias que, provavelmente, os defenderão de doenças perigosas.

Recordo-me dos exames e análises que a Maria teve de fazer quando lhe foi detectado o refluxo. E de me dizerem sempre que era melhor eu sair para não assistir às "maldades". Nunca saí. Para além de saber que era para o bem dela, preferia estar lá do que abandoná-la. Isso sim, soava-me a egoísta.

Seria bom que todos os choros que a Maria viesse a ter na sua vida fossem apenas de benéficas picadas. Poupo as lágrimas para dores maiores.

.

Uma noite sem a Maria, reencontrá-la em casa dos meus pais e rir-se para mim com ar de quem acha que aquilo está tudo muito baralhado. Ar de: "Estás aqui?"

Bloco de partos nº 2, Quarto 3.28

O bloco era o mesmo onde nasceu a Maria. Parecia mais pequeno e tinha menos gente. Atrás de mim, a anestesista angolana que me aconselhou uma canja à moda da sua terra para a minha recuperação. Do meu lado esquerdo, a enfermeira Carina que acompanhou a Maria no primeiro dia de vida e que está agora grávida de quatro meses. À direita, a auxiliar de olhos verdes que se recordou da minha cara, naquelas andanças. Aos meus pés, a minha médica que falava alegremente das suas meninas que tinham todas parido (expressão dela) naquela semana. Cerca de quinze minutos nos preparativos, um ardor na mão direita, fechar os olhos e mais nada.

- foto tirada pelo Tiago, quando acordei, com o telemóvel -


12 julho 2005

Verão.

Depois de passar a ferro três máquinas de roupa e ainda ter uma a secar e outra por lavar, vem o calor. E a farda oficial da ciganinha transpirada é fralda. Apenas fralda. Stop no cesto da roupa suja.

Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.


Sophia de Mello Breyner Andresen

11 julho 2005

Há um ano atrás

dedicámos a Maria ao Senhor. Um gesto simbólico, porque a Maria sempre foi d'Ele. Antes de ser nossa.

10 julho 2005

Não há paciência (4)

para religiosidade imposta. Gostava que todos os meus amigos partilhassem da minha fé porque estou convicta que através dela há o caminho. Mas não os posso obrigar nem sequer sentir-me superior a eles. Amigos meus há, que apesar de não seguirem o mesmo caminho, possuem uma rectidão invejável.

Não há paciência (3)

para gente que escreve textos a alertar os outros para os perigos da vida. Em jeito de: "eu só escrevo isto porque tenho a noção que há pessoas que não se apercebem da ingenuidade que sofrem". Minhas senhoras e meus senhores, não se levem tão a sério.

Não há paciência (2)

para centros comerciais às 15h00.

Não há paciência (1)

para homens que fazem madeixas.

08 julho 2005

Estrelinha

Minipreço, esta semana:

Empregada: Olá Maria!
Eu: Olá!
Empregada: Maria, tenho uma pergunta para te fazer!
Eu: Diga!
Empregada: Ó Maria, foste tu que apareceste com o teu pai na revista Pais & Filhos?
Eu: Sim, fui eu!
Empregada: Estava a achar muita coincidência. Maria com um ano, essa cara, Jardim de Oeiras...só podia ser esta Maria!

Valsa dum homem carente

(gosto desta música)

Se alguma vez te parecer
ouvir coisas sem sentido
não ligues, sou eu a dizer
que quero ficar contigo
e apenas obedeço
com as artes que conheço
ao princípio activo
que rege desde o começo
e mantém o mundo vivo

Se alguma vez me vires fazer
figuras teatrais
dignas dum palhaço pobre
sou eu a dançar a mais nobre
das danças nupciais
vê minhas plumas cardeais
em todo o seu esplendor
sou eu, sou eu, nem mais
a suplicar o teu amor

É a dança mais pungente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente

Rui Malheiro e Tiago Leitão
cantado por Jorge Palma

Egotismo

Gosto de todos os desenhos e ideias, mas este, este, este e este bem podiam ser meus. Mas não são.

Ah! E este aqui podia ser da Maria.

Músicas que cantamos para ti e pareces gostar (14)

(à noite, antes de deitar)

O dia passou, louvai a Deus
Connosco está o Rei dos Céus
A noite vem, não há temor
Paz e perdão vêm do Senhor.

Alegre me levantarei
Dando louvores
Ao Nosso Rei.

07 julho 2005

Presumes bem.

Conheço de cor os cantos do Hospital. Cerca de dois anos a passar nestes corredores valem-me muitas caras conhecidas, alguns nomes já sabidos. Se não é a enfermeira, é o funcionário, a mãe da criança que tem o mesmo problema, a pediatra que socorreu na ausência da nossa, o médico que me fez sempre as ecografias, o outro que me acompanhou no recobro. Quase todos me cumprimentam.

Na cafetaria encontram-se caras conhecidas, um casal amigo que vai ter o primeiro filho. Sentamo-nos e conversamos. No meio de sugestões de médicos e procedimentos hospitalares, um sorriso: "Presumo que vocês também têm seguro da Médis". Exacto.-respondemos. Pertencemos à mera classe média que paga seguros de saúde e deambula no meio das meninas com malinhas da Louis Vuitton. Eles pagam 90€ pelas consultas, nós pagamos 10€.

06 julho 2005

Estava escrito apenas: Rute

A minha caixa do correio tem trinta anos. A porta é de alumínio, mas do lado esquerdo empena. Rodo a chave, abro-a mas tenho de ter cuidado para, enquanto retiro a correspondência, as chaves não escorregarem da fechadura e voarem para o chão. Procuro contas para pagar, publicidade. Descubro envelopes com o meu nome, escrito à mão. Fecho a porta desajeitadamente e empurro-a, na pressa de descobrir quem se lembrou de mim, gravou com a sua letra o meu nome e colocou no marco um postal. Quando leio o remetente, sorrio. Como não adivinhei logo?-pensei. A amizade é o conforto nos dias menos bons. Os verdadeiros amigos não se notam tanto na alegria, mas brilham na fraqueza.



05 julho 2005

Clicar











Pela direita

Tenho uma amiga que já me conhece tão bem que sabe qual o momento a telefonar, qual o de enviar um e-mail, qual o de aparecer e qual o de não dizer nada. Há momentos em que não dizer nada, mostrando muito, se ajuda e se transmite afecto. À parte convicções religiosas e estilos de vida, a amizade ultrapassa tudo.

Um ano depois

deste post, continuo sem me cansar.

04 julho 2005

Maria do Carmo

Tenho uma médica de quem pouco sei para além de ter um neto pequeno chamado António e ter proveniência das Beiras. É pouca a informação que obtenho da sua pessoa, mas é muita aquela que amealha acerca de mim. Não sei quantas pacientes atende por dia, por semana, por mês. Mas sei que pelo facto de me tratar sempre pelo nome ( sem ter de olhar para nenhum papel ), se recordar do nome da minha filha que ajudou a nascer e me ter tocado no braço, hoje no elevador, que tenho a certeza que não quereria estar entregue a mais ninguém.

.

Nunca este post me disse tanto.

Deu-me para isto:




03 julho 2005

Filha,

São 14 meses de uma nova vida que não trocava por nenhuma outra.

02 julho 2005

Segredo

Em voz baixa e nunca perante mais de uma pessoa, pode um segredo contar-se a quem quer que seja; exigindo, sempre, que o não conte a ninguém. Se esta regra for cumprida, um segredo pode ser conhecido por todos sem deixar de ser um segredo.

Alexandre Melo
Velocidades contemporâneas

Vazia

Confirmamos que aquela é a morada. A casa condiz com a descrição. As luzes estão acesas e batemos à porta. Insistimos mas ninguém responde. Chegámos aperaltados para jantar mas os donos não estão. A casa está sem ninguém. Regressamos sem comer e sem encontrar quem esperávamos. Voltamos tristes.

01 julho 2005

Músicas que a mãe da Maria gosta muito de cantar ( mesmo que ninguém queira ouvir )

Em Tuas mãos, em Tua mãos
Quero ó Deus me colocar em Tuas mãos
Esta é minha oração,
Meu louvor e Teu perdão
Quero ó Deus me colocar em Tuas mãos.

A Seu tempo, a Seu tempo
Deus faz tudo muito bem
A Seu tempo.
Mostra-me como andar,
Ensina-me a acreditar
Que Tu cumpres o que dizes
Em Teu tempo.

Baby blog

Apeteceu-me colocar a barra lá em cima. Se me continuar a dar para isto, até colocarei mais. Se este é ou não um baby blog, pouco me interessa. Aqui mando eu e escrevo os disparates que me apetecer. A única pessoa que poderá dar palpites sobre ele, daqui a uns anos, será a minha filha. A única leitora que eu tenho em mente quando escrevo a maior parte destas linhas.