31 dezembro 2008

30 dezembro 2008

Para 2009


Queria uma Bimby que me substituisse na cozinha. Daquelas em que eu não tivesse de entrar lá dentro, tá? Aqui em casa comemos sopinhas e pratos simples, nem somos nada esquisitinhos.
Obrigada.

O Natal

também é reviver a infância.









29 dezembro 2008

13 dias de férias da Escola.

Um desafio. Pior só seria se estivessem doentes. Pois.

Foi o segundo Natal,

em que se aplicou só haver prendas para as crianças. Já conto com três filhos, seis sobrinhos e mais dois (sobrinhos) a caminho. Chega vê-los a abrir presentes. Custa arrumá-los diariamente.

24 dezembro 2008

Alegremo-nos.



"Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu, e o principado está sobre os Seus ombros, e se chamará o Seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."


Isaías 9:6

23 dezembro 2008

Fotos na Escola

Apesar de todos os meus receios, as fotografias na Escola até nem ficaram nada mal.






22 dezembro 2008

O Natal na Igreja.



Comemoramos o nascimento de Jesus, alegramo-nos com esta época, festejamos em família, mas é em Igreja que tudo ganha mais sentido. Ver os nossos filhos percorrerem o caminho onde também já estivemos, traz-nos esperança de que o futuro deles será fundado no humilde nascimento deste bebé.

Joaquim, consulta do 1º ano

no dia em que completa 13 meses.

Peso: 11940 g (percentil 80)
Altura: 80 cm (percentil 80)
Perímetro cefálico: 47,5 cm (percentil 90)


Tem o mesmo peso que a Maria com esta idade e menos 1,5 Kg que a Marta. Na altura, é o mais alto dos três filhos. Gatinha bastante mas estar em pé não é o forte dele. Como costumo dizer, andar é um projecto a longo prazo. Um dia que descubra que não dá assim tanto trabalho.

Desde sábado que anda muito mais peganhento que o habitual e a chorar com facilidade. A primeira otite já cá canta e dou comigo a reparar que nenhuma das irmãs alguma vez teve uma.

Marta, consulta dos 2 anos

Peso: 15800g
Altura: 93 cm

Percentil 100 nos dois. Fala pelos cotovelos e dedicou-se a fechar tudo o que era portas nos corredores do Hospital.

Outra música de Natal

que relembrei este fim-de-semana:



Mary, did you know
That your baby boy will one day walk on water?
Did you know
That your baby boy will save our sons and daughters?
Did you know
That your baby boy has come to make you new?
This child that youve delivered
Will soon deliver you

Mary, did you know
That your baby boy will give sight to a blind man?
Did you know
That your baby boy will calm a storm with his hand?
Did you know
That your baby boy has walked where angels trod?
And when you kiss your little boy
Youve kissed the face of god

Mary, did you know?
The blind will see
The deaf will hear
And the dead will live again
The lame will leap
The dumb will speak
The praises of the lamb

Mary, did you know
That your baby boy is lord of all creation?
Did you know
That your baby boy will one day rules the nations?
Did you know
That your baby boy is heavens perfect lamb?
This sleeping child youre holding
Is the great I am

19 dezembro 2008

Eu e a minha irmã.


4 anos de diferença. Uma loira, outra morena e uma vida a julgarmo-nos opostos. Uma parecida com o pai, outra parecida com a mãe. Nos últimos anos, afinal começam a achar-nos parecidas ( pessoas que nos vêem em circunstâncias diferentes perguntam se somos irmãs porque temos muitas parecenças), já para não falar da quantidade de vezes que me trocam o nome e eu sou a Raquel.

O melhor de tudo, foi ontem: perguntarem se somos gémeas.

E perguntam vocês:

quem é o senhor ao lado do Tiago Guillul?


18 dezembro 2008

Sopinha come-se em casa, mamã.

Local: Mac Donald's (a última vez que lá tinhamos ido era Verão e o Joaquim tinha comido uma sopa)

Contexto: depois da festa de Natal da Escola, a horas a que eles já costumam estar a dormir.

Quando a sopa chega, o Joaquim abana freneticamente a cabeça, gesticula e entorna parte por cima de mim. "Mau...pronto, está cansado, com sono, foi um dia especial, não se insiste..."

Queria Nuggets, sem nunca os ter provado. Olhava para os tabuleiros das irmãs a queixar-se.
Provou. Saboreou. Nos intervalos esboçava "Hum..." de satisfação.



Festa de Natal da Escola

A história:

As peças do presépio acabavam de sair das suas caixas, algumas danificadas. Maria, José, animais, Reis Magos, a estrela. Pelo meio, um Pai Natal, uma rena e um boneco de neve. O presépio reclama que aqueles emplastros não fazem parte dali. Entretanto, tentam encontrar no meio da confusão, onde se encontra a principal personagem da época: Jesus. Perdido lá no meio das caixas, lá o encontram e finalmente se pode comemorar o Natal.

Foi giro. A Maria era uma Mãe Natal, a Marta e o Joaquim umas ovelhas deliciosas.



17 dezembro 2008

Com a parcialidade que me é permitida

Cara mais linda.

(fotografia da Selma)


Gostar de coisas antigas e herdadas - 19

Cabana do presépio, da avó Zé.


16 dezembro 2008

Marta, 2 anos acabados de fazer.

"Marta, temos de vestir o casaco!"

Resposta: "Já vai."

Lembram-se dos pega monstros?

Aquelas mãos gelatinosas que se compravam dentro de uma caixinha e que atirávamos a uma parede e ficavam lá colados?

O Joaquim é uma versão disso, em humano. É um pega-mãe, onde eu estou ele tem de estar...




A seguir às gripes,

veio uma amigdalite (ao menos só para mim, felizmente). Mais uma virose estranha para a Maria, se chegarmos ao Natal todos bons, já me dou por contente.

13 dezembro 2008

Das minhas músicas de Natal de sempre

Breath of heaven - Mary's song



I have traveled many moonless nights,
Cold and weary with a babe inside,
And i wonder what i've done.
Holy father you have come,
And chosen me now to carry your son.

I am waiting in a silent prayer.
I am frightened by the load i bear.
In a world as cold as stone,
Must i walk this path alone?
Be with me now.
Be with me now.

Breath of heaven,
Hold me together,
Be forever near me,
Breath of heaven.
Breath of heaven,
Lighten my darkness,
Pour over me your holiness,
For you are holy.
Breath of heaven.

Do you wonder as you watch my face,
If a wiser one should have had my place,
But i offer all i am
For the mercy of your plan.
Help me be strong.
Help me be.
Help me.

Breath of heaven,
Hold me together,
Be forever near me,
Breath of heaven.
Breath of heaven,
Lighten my darkness,
Pour over me your holiness,
For you are holy.

Breath of heaven,
Hold me together,
Be forever near me,
Breath of heaven.
Breath of heaven,
Lighten my darkness,
Pour over me your holiness,
For you are holy.
Breath of heaven.
Breath of heaven.
Breath of heaven.


Verticalidade

A fazer um trabalho sobre um homem, são entrevistadas todo o tipo de pessoas que lidaram com ele: colegas de trabalho, amigos, vizinhos, conhecidos, uma das mulheres. Todos o definem, entre qualidades como descrição e modéstia, como uma pessoa com grande verticalidade. Ser recordado por todos por esta qualidade é daquelas coisas que me impressionam. Um desafio.

Verticalidade:
(figurativo)
honestidade, coerência de valores, justeza.

1 ano de cada um

Maria
Marta

Joaquim.
Todos rechonchudos, todos lindos.


Sem reparar,

o Joaquim tem mais 3 dentes. São 7, ao todo. Assim se compreende porque é que ele prefere sempre o segundo prato à sopa. Come de tudo inteiro e refila se demoramos entre garfadas.

12 dezembro 2008

No supermercado com os 3

"Três crianças? Ai que corajosa em vir às compras com três crianças atrás."

Exacto. Tem-se três filhos e não se pode ir às compras simultaneamente. Eu não sei em que mundo as pessoas vivem.

11 dezembro 2008

Ontem, quando recebia o convite da Escola,


e a tentar perceber o que é que este ano estariam a inventar (com base em ter a Marta e Joaquim como ovelhinhas e a Maria como mãe-Natal), na verdadeira essência do Natal.

"Onde está o menino?"
Ficou na manjedoura, na cruz, na Bíblia como um livro fantástico?
Ou o menino faz realmente o sentido do Natal? É uma boa pergunta.


10 dezembro 2008

Wishlist


Daqui.

09 dezembro 2008

Gostar de coisas antigas e herdadas - 18


Candelabro. Da tia Lena.


08 dezembro 2008

Saídas

"Marta, vamos tomar banho!"

Resposta: "Ok!"

"O que é que tu disseste?"

Resposta: "Ok!" (dito com as letras todas: Okay!)

07 dezembro 2008

Estar doente,

com os 3 filhos doentes ao mesmo tempo, tem sido uma dose difícil de ultrapassar. Valeu-me um marido quase bom connosco e uma mãe que vai aparecendo quando lanço SOS. Tive os sonhos mais estranhos de toda a minha vida, a arder em febre. Num deles estava na maternidade acabada de ter os gémeos Joaquim e Tiago (!), cada um com 3,500 kg, noutro a minha gata Nuvem tinha ressuscitado e ainda noutro eu acordava e não reconhecia a minha própria cara ao espelho. Delirei, foi isso.

O objectivo nesta última semana foi manutenção de serviços mínimos: ter refeições, dar colos, verificar temperaturas, lavar narizes e dar xaropes. Umas amigas apareceram aí um desses dias a meio da manhã com uma caixa de chocolates como mimo nem pareciam acreditar no nosso ar e no da casa. Nem eu, nem eu.

Já chega!

Ainda de molho

deposito todas as esperanças no dia e de hoje e no feriado de amanhã para ficarmos todos restabelecidos. A casa está a precisar de uma grande limpeza e eu tenho trabalho em atraso a fazer no computador.

04 dezembro 2008

Vírus da gripe

o influenza chegou cá a casa há mais de uma semana estilo tornado. Um a um, com os sintomas todos. Tardamos em recuperar.

Entretanto, há novidades na loja.

30 novembro 2008

Gostar de coisas antigas e herdadas - 17

Toalha de Natal, da avó Zé.

28 novembro 2008

Com filhos

que adormecem sozinhos, bem cedo e dormem a noite toda na cama deles, a excepção é aberta sempre que adoecem.

4.00 da manhã, ela a enfiar-se por dentro do edredão:

"Acho que estou quente, preciso de vir para a tua cama."

E tinha razão. 39º.

Marta

(fotografia da Selma.)


Os homens melhoraram.

A filha mais velha tem febre.

27 novembro 2008

A conferir se ainda lá estou

para poder mexer no dvd.

Ainda no carro.

"Mamã, porque é que não és cantora? Tens uma voz tão linda!"

Ui.

Achei muita graça.

A ouvir o cd da Sara Tavares no carro (nunca tinha acontecido ouvirmos estas músicas em viagem) pergunta-me quem está a cantar. Digo que se chama Sara.

Depois, em tom envergonhado, pergunta:

"De que cor é esta menina?"

Como que a adivinhar que não era uma pessoa branca a cantar, mas com receio de estar a assinalar a diferença.

"Porque é que perguntas isso?", insisti.

"Nada, só queria saber."

Lá respondi. Teve graça a forma como identificou e teve ainda mais graça a forma de o perguntar.

A Marta chama por mim, da sala,

enquanto eu lavo a loiça. Respondo, e ela indignada:


"Olha para mim, mamã!" (Óia pa mim, mamã!)

(Tenho de olhar sempre para ela...senão a conversa não continua.)

26 novembro 2008

Dos aniversários dos dois irmão juntos,


a Maria. A adivinhar que não seria fácil de gerir a enxurrada de prendas que os irmãos receberiam e ela não, já a tinha preparado em casa. Que por acaso os irmãos faziam anos um a seguir ao outro e que por isso eles receberiam prendas e ela não. E que quando foram os anos dela, os irmãos também não receberam nada. (Que eu não sou apologista de dar prendas de compensação aos irmãos que não fazem anos. Terão de lidar toda uma vida com o facto de outros terem coisas que eles não têm).

Aceitou tudo muito bem, assistia com alguma curiosidade e ansiedade aos momentos de aberturas de prendas, mas quando a Marta recebeu um exemplar desta Dora, entornou-se o caldo. Tocaram-lhe no ponto fraco e tivémos choro e grandes dramas.

Chegados a casa, lá se entenderam. A Maria, a troco da boneca, emprestou à irmã tudo o que hesitava emprestar anteriormente e agora partilham ainda mais. Lá gerem entre si os empréstimos, embora de vez em quando tenhamos de interferir. Estão mais amigas do que nunca.
(E eu gostava de saber gerir esta fronteira entre não querer que demarquem demasiado o que é de cada um e ser tudo de todos. )


Dos aniversários

A Marta achou o máximo ser a estrela da festa na sexta-feira na Escola e no sábado com os avós, tios e primos. Percebeu que os brinquedos eram todos dela e não se cansava de repetir: "É meu!" Os meus palpites quanto a sugestões de prendas estavam correctos e agora é vê-la atarefada com as roupas e acessórios que recebeu para os seus bebés. Veste, despe, muda fraldas, põe-nos a dormir. E de castigo, se não se portam bem.

O Joaquim assiste a esta azáfama de bebés com a maior das tranquilidades e se as irmãs pudessem com ele ao colo, acho que o punham a dormir com o resto da filharada.



25 novembro 2008

Em modo enfermeira

Pior que ter um homem doente em casa é ter dois homens doentes.

24 novembro 2008

Cá em casa,

somos fãs destas gomas.

Os parabéns na Escola






22 novembro 2008

1 ano.





Há um ano,


nascia este filho da mesma forma que se fez anunciar na minha barriga: sem ninguém esperar. Saímos de casa de manhã, com os avós a tomar conta das filhas a dormir e sem tempo de avisar ninguém que iamos para lá. O Joaquim nascia pouco depois das 10.00, num ambiente que viria a ser um prenúncio da sua forma de estar na vida: bem-disposto.

Este terceiro filho sempre me pareceu ter vindo consciente de que a confusão por aqui seria alguma. Nunca adoeceu nos primeiros meses, mal sabe chorar e é um querido preguiçoso que delicia por onde passa. Anda numa de mãezite aguda e eu não posso desaparecer do horizonte visual, mas eu entendo: é um homem. E os homens não vivem sem as mulheres.

Parabéns, filho lindo!


21 novembro 2008

Aos 2 anos,

esta filha é um orgulho. Há duas semanas, quando fiquei uns dias só com ela em casa, apercebi-me da outra Marta, a que "existe" quando não tem irmãos por perto. Foi como se de repente voltássemos aos tempos em que ela era bebé e estivéssemos só as duas. Não dá trabalho e é uma companheira, como sempre foi.
Se com a companhia dos irmãos é muito brincalhona e mexida, quando está só revela-se uma menina tranquila, de bem com ela. A autonomia e independência dela contrastam com a sua pacatez, a forma como fica a observar os outros e já entende tudo tão bem. As frases que diz todos os dias, as palavras novas deixam-me simplesmente maravilhada.
São 2 anos. Como passaram 2 anos, Martinha?


Há dois anos

Descobria aquele amor que se multiplica e não tem fim.



20 novembro 2008

Cansada de lhe dizer,

"Marta, pára de fechar as portas!"

ainda nem tinha acabado de dizer a frase pela enésima vez e ela:



"Eu sei!" (leia-se: "Eu xei!")

Esta semana estou nostálgica

e "armazeno" recordações. As ecografias das 12 semanas , as pulseiras de nascimento e os restos do cordão umbilical.