10 outubro 2009

Nada que eu não soubesse

A mais velha ouve mal. Já há muito que o dizia, pelos "hã?" constantes e por falar um bocado mais alto que o desejável. Nos próximos tempos combateremos a cera que se lhe acumula nos ouvidos e desejamos que, se o frio tiver que chegar, que venha para ficar. Já não há paciência para estas mudanças de temperatura que só trazem espirros e indefinições no roupeiro.