29 novembro 2009

Nunca duvidar de milagres

É o que nos ensina a história de Sara.





26 novembro 2009

No caminho

o pai engana-se e a Maria dá por isso.

Pai para a Maria: "O que vale é que tu és uma grande co-piloto!"

Reacção da Marta, indignada: "Ó papá, então? A Maria não é nada co-piloto! A Maria é linda!"

25 novembro 2009

*

Já tinha saudades de sentir umas borboletas na barriga.
O bebé dá sinais enquanto trabalho. É bom.

24 novembro 2009

Dos amigos

Há os que nos desiludem, os com quem vamos tendo uma relação de aproximação- afastamento devido às alturas da vida, encontros e desencontros. Também há aqueles em que não depositávamos grande confiança, mas que nos surpreendem e invadem a nossa vida, sem nos dar margem para dizer que não.
E, por fim, há os que estão sempre presentes, independentemente de nós até termos corrido o risco de estar catalogados nos vários tipos acima.

Sou uma pessoa muito abençoada, é um facto.


Parabéns na Escola


faço sempre o mesmo bolo ( é um pão de ló mas pouco seco, bastante fofinho e algo húmido). Em primeiro lugar, porque é o que eles mais gostam (saem à mãe, gostam dos bolos mais simples) e em segundo, porque é ver as educadoras e auxiliares pedirem uma fatia e dizerem: "Este é de confiança."


Joaquim, dia de aniversário


Apercebeu-se que era um dia especial, com família mais directa e prendas com camiões, carros, animais e legos. Estava delirante. De tal maneira que fez a primeira grande e monumental birra da vida dele: não querer jantar, só para poder estar a descobrir todas as coisas novas. Ai os terrible two, é só o que me ocorre. Continua um peganhento, meloso e delicioso.


23 novembro 2009

Mais um bebé

a Inês, para fazer companhia à mana Beatriz. Parabéns à família Vasco, agora mais ricos!

Marta, dia de aniversário





Acordou feliz por já ter 3 anos. Ao receber as prendas, começou a dividi-las com a irmã. "Este é para mim, este é para ti." Assim de vê o feitio de ser irmã do meio, de partilhar tudo, desde sempre. Passou o dia contente e insiste muito que já não usa babete (facto ainda a considerar nas sopas).

Fomos passear, comer fora, cantar os parabéns só nós cá em casa. Adormeceu rodeada das coisas que recebeu, satisfeita.






22 novembro 2009

Joaquim, 2 anos.

Trouxe com ele muita coisa nova, com a sorte de nascer e já ter uma casa cheia. Mãos com experiência, barulho para embalar. Surpreendeu-nos umas semanas antes do tempo e tinha pouco mais de 2500g e muita pele por encher. Era um ratinho, muito calmo, sem chorar. Podia ter sido a tempestade ao fim de apenas um ano de nos ter nascido a Marta. Mas não. Fez-nos crescer a todos, quase sempre com um sorriso nos lábios.


21 novembro 2009

Crescer

"Eu agora tenho 3 anos, não uso babete, pois não?"

Já foi há 3 anos.

Que a Marta nasceu. Veio mostrar-nos, como ainda hoje o faz, que o amor se multiplica na diferença, na individualidade que carrega consigo, na alegria de viver. Talvez o que defina melhor a Marta, nestes 3 anos, é simplesmente alegria. Toda ela transborda.


20 novembro 2009

.


Um dos trabalhos que fiz nos últimos meses, e que me deu muito prazer, foi uma humilde contribuição neste livro. Tive o privilégio de seleccionar e mexer em correspondência do Salazar e das famílias ricas e influentes da altura. Estou ansiosa por lê-lo.

5 anos e meio

Maria: "Vou beber água. Sabes, de tudo o que existe para beber, a coisa melhor de todas é a água. Faz muito bem ao nosso corpo. Ajuda-nos a não morrer."

Está bem.

19 novembro 2009

12 semanas e 4 dias


Hoje vi um bebé, como é suposto ser com este tempo. Uma miniatura com poucas gramas. As análises detectam que poderei ter tido a gripe A e, por um conjunto de circunstâncias, não serei vacinada.

Filhos: ter ou não ter.

vale a pena ver este programa.
Clicar aqui.

18 novembro 2009

Ao jantar

quando o pai esteve doente, não se conseguia levantar. Disse que iamos comer sem ele, que não se sentia bem.

Maria: "Mas ele não vem comer? Se não se alimenta, não vai melhorar mesmo!"

Ah, pois é.

17 novembro 2009

A educadora da Marta, a contar-me:

"Fartamo-nos de rir com esta miúda. Ontem, no regresso ao fim de uma semana, perguntei-lhe se tinha sentido saudade dos amigos. Ela não respondeu. Voltei a perguntar: Sentiste saudades dos amigos da Escola, ou nem por isso?"

Resposta da Marta: "Nem por isso!"

O lugar perfeito para eu trabalhar?


Uma casa na árvore. Isso é que era.

A guerra do divórcio

Para pensar.


16 novembro 2009

No carro,

à vinda da Escola, a avisá-los que o pai estava doente, que não podiam fazer muito barulho, etc. A Marta pergunta o que é que ele tem e eu digo que deve ser uma gripe, qualquer coisa assim.

Maria: "O quê? O papá tem gripe A? (pausa) Ele por acaso andou a mexer na resina das árvores? É que as gémeas da minha sala dizem que assim se apanha a gripe A."

Eu: "Pois, não sei o que é que ele tem filha, está maldisposto."

Maria: "Se ele tiver gripe A, está explicado: mexeu em resina! (pausa) Sabes que a gripe A é muito perigosa?"

O mais hilariante desta conversa toda era eu a tentar explicar-lhe que era isso que os irmãos teriam tido na semana passada. O ar de choque dela. Não devemos quase ter falado no nome da doença, só pode.

13 novembro 2009

Manifestações de afecto

um bocadinho brutas...

video

A propósito de comida

Quem ainda não provou estes hambúrgueres, não sabe o que perde. As batatas fritas às rodelas feitas no momento, com o ovo estrelado e o arroz num prato acabado de aquecer, são de comer e chorar por mais. Mesmo.

Caldo verde

Sempre foi das minhas sopas preferidas, mas ando numa que não me canso. Deve ser o 5º dia seguido que como caldo verde a uma das refeições.


Talvez,

uma das coisas que mais me custe numa amizade, é quando descubro que a outra pessoa não soube guardar segredo. Cada um tem as suas fraquezas, é certo, mas é algo que prezo muito: confiarem em mim. Saber que sou a fiel depositária daquela informação, que a outra pessoa por algum motivo, precisou de partilhar. Nem sempre os segredos são fáceis de carregar, especialmente se são tristes.
Mas se são boas notícias, o prazer que me dá...


Quase bons




11 novembro 2009

Era uma vez um Serviço Nacional de Saúde.

Basicamente, fiquei pior que estragada quando soube que paguei o Tamiflu porque me foi receitado num Hospital Privado. Achei que, contas feitas a urgências, exames e medicamentos, que não me parecia razoável pagar por uma análise de Gripe A a que tenho direito, por causa da Marta se inserir num grupo de risco. Ainda menos confortável estava com o eu própria ter de tomar o Tamiflu, mesmo não tendo sintomas, só porque eventualmente estou em contacto com filhos que provavelmente têm. E nas grávidas, assim recomendam.

Hoje, peguei na mochila e lá fui eu, nauseada do medicamento, com duas criancinhas atrás, ao Centro de Saúde da minha zona. Instalações modernas, tudo muito limpinho, lá fiquei eu numa sala de isolamento à espera da minha vez. Uma hora depois, sou atendida e informada que terei de ir a partir das 16h, ao Serviço de Atendimento à Gripe criado na minha zona.

15h50. Chego ao tal Serviço, depois de acordar as crianças da sesta. Dezenas e dezenas de pessoas. Máscaras, desinfectantes e eu a tentar tirar uma senha e a explicar que estava sozinha com os dois e grávida. Que tinha de esperar a minha vez, foi a resposta que me foi dada (de salientar que o número de crianças à espera nem era elevado e todos bem mais velhos que os meus).

Uma hora e meia depois, tenho a sorte de ser reconhecida por uma funcionária do Pingo Doce aqui ao pé de casa que me pergunta porque é que eu não tinha ainda passado à frente e vai falar ao balcão e me dá a sua vez. Reclamei, pediram desculpas mas que não sabiam, volto a sentar-me.

20 minutos depois, triagem. 15 minutos depois, consulta médica. Que em princípio deve ser a Gripe A, mas que a análise vai demorar uma semana e que por isso eu e a Marta mantemos a medicação.

Queixas da médica e do pessoal de saúde, não tenho. Que são todos extremamente competentes, nem duvido. Mas que me chateia demorar uma semana quando sei que se pagasse em privado por cada análise, saberia já amanhã o resultado, chateia-me imenso.

Gostava de acreditar no Serviço Nacional de Saúde. Mas não dá.


A frase mais ouvida dos últimos tempos

"A Marta consegue!"

quer fazer tudo sozinha: lavar-se, vestir-se, calçar-se.

À 4ª é que vai ser

Finalmente umas calças de grávida de que gosto e que não custam um balúrdio.



10 novembro 2009

Ainda da gripe

Vale a pena ler este post da tal pediatra deste mundo dos blogues.

A ver se se desdramatiza tanta histeria, por favor.

Diz que é uma espécie de gripe.



Que o mais provável é ser a A, que a Marta e Joaquim têm todos os sintomas e dado ela ser grupo de risco, que tem de tomar o medicamento. Os restantes cá em casa não têm sinais de gripe, mas eu estando grávida devo tomar ( opinião de pediatra e obstetra). Os que não são grupo de risco, enfiam-se na cama, tomam medicação para a febre e esperam que passe.

Só gostava de saber porque é que o Tamiflu não é comparticipado.

10 anos de namoro


Hoje.

08 novembro 2009

Sítios especiais


pescoço de bebé.

Marta e Joaquim doentes

primeiro domingo de Outono a faltar à Igreja.

"Mamã, quero ir para o teu colo. Sabes, cheiras muito bem."

Marta, quase 3 anos.

06 novembro 2009

Já tem 4 centímetros


e nada num saco muito maior do que algum dos irmãos, o que permitiu que apanhasse um susto na ecografia. Ao início só se via o saco, ele estava lá no fundo.

É este o aspecto que um bebé de 10 semanas e 4 dias tem. O tempo com que se pode abortar voluntariamente no nosso país.

05 novembro 2009

Aprendam.



Acontece todos os dias,já dizia a Dr.ª

No domingo que passou, assisti a uma cena semelhante nas urgências do Hospital. Esta pediatra escreve num dos meus blogues preferidos.

04 novembro 2009

03 novembro 2009

5 anos e meio


feitos hoje.

Post a ler.

Este.

A tarde de domingo

foi passada nas urgências, porque as febres da Maria tinham voltado. As análises que fez não detectaram nada e por isso deduziu-se que seja viral. Ainda está comigo em casa. Tenho é de referir que nessa tarde nas urgências, para além da quantidade de gente e crianças com máscaras e do ar abafado ( a dada altura pirámo-nos dali e fomos dar uma volta pelo Hospital, enquanto esperávamos pelo resultado das análises), a minha filha de 5 anos sentava-se na mesa e ajudava as crianças mais pequenas a pintar. Conversámos várias horas. Fica ainda mais crescida quando não estamos com os irmãos.

01 novembro 2009

Salmo 94:19

é um versículo da Bíblia que me diz muito, de uma altura muito específica na minha vida, e que me foi relembrado há uns dias:

"Quando os cuidados do meu coração se multiplicam, as tuas consolações recreiam a minha alma."

Nunca me quero esquecer dele.

Os quase gémeos