29 outubro 2010

Cenários da minha infância

Partiram alguns, chegaram outros tantos.



28 outubro 2010

Couscous,

cogumelos frescos, fiambre e alho. As coisas simples são as melhores.



Tartaruguinha

a carapaça ainda pesa...




Curiosidade: Joaquim com a mesma idade, aqui.



27 outubro 2010

O meu marido

envia-me frequentemente links para artigos. Este nunca me poderia ser indiferente, por vários motivos. A ideia de uma pessoa jovem com uma doença grave é sempre incomodativo, sendo uma mãe com filhos pequenos entristece-nos.

Coincidência ou não, e não quero desde já assustar ninguém, mas eu vivo cada vez mais com uma convicção forte que um dia vou ter um problema de saúde semelhante. Sinto-me há bastante tempo menos saudável, e ao meu redor muitos amigos têm sido testados na sua saúde.

Digo isto sem dramatismos e sem gosto, também. Honestamente, o que peço nas minhas orações não é que isso me seja poupado, mas que se tiver que acontecer eu saiba estar à altura.

26 outubro 2010

O careca de 5 meses brinca sozinho




Há dias..




Ao domingo cantamos juntos

Abba Pai, faze-me ser somente teu.
Meus desejos possam ser mais e mais os teus
Nunca o meu coração esfrie
Nunca me deixes cair
Abba Pai, faze-me ser somente teu.

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25 outubro 2010

Recordações da minha infância


A manta com que o Caleb dorme, foi-me enrolada vezes sem conta pela avó Zé e pela tia Lena. Pequenina, lembro-me de estar sentada no sofá e me embrulhar toda nela. Permanece igual.

22 outubro 2010

Há uma primeira vez para tudo:


Muffins de morango ou de chocolate.

Ela conta isto na maior,

com uma pontinha de insatisfação, mas sem grande drama:

"Sabes, hoje a Madalena faltou porque estava doente, eu tentei ir brincar com a Frederica e com a Maria do Carmo e elas disseram assim: Vai-te embora, Maria, pára de nos seguir!"

Já a mim, parece que se me espetam pequenas facadas quando nos conta isto. E explicar a uma criança de 6 anos que podemos ser educados mas não temos de ser amigos de toda a gente? Ou que nem toda a gente merece ser nosso amigo? Ai.

21 outubro 2010

Podia dizer

que herdei este prato de uma das minhas avós. A fotografia não lhe faz justiça, a base tem um floreado lindo, e o vidro é mesmo bonito. Este prato de bolo não foi herdado e ainda nem sequer o comprei. Mas hei-de ter um. Vi-o no Ikea e fiquei apaixonada.


Marta, uma imagem de marca


Há cerca de um mês, no fim da reunião da sala das formigas, duas mães abordam-me a informar que as filhas só querem ir de fita no cabelo, como a Marta. Justifico-me, que os ganchos chegavam ímpares a casa, que não aguenta elásticos. E que esta é a forma de andar mais ou menos penteada.

"Pois, mas o problema não está aí. É que coloco a fita na cabeça da minha filha e ela chora e fica chateada porque não é assim que a Marta põe!"

Bom...a forma como a Marta põe a fita no cabelo é como calha. Esquece-se de puxar os cabelos que estão atrás e fica com um molho de cabelos enrolados, no ar, despenteados.

Pelos vistos, a Marta lançou uma moda...

Eclesiastes 11:1-7

"Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.

Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.

Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará.

Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.

Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.

Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas.

Certamente suave é a luz, e agradável é aos olhos ver o Sol".

20 outubro 2010

Curiosidade


Na turma da Maria, só 2 alunos são filhos únicos. 9 deles têm 1 irmão, 5 têm 2 irmãos e 6 (a contar com a Maria) têm 3 ou mais irmãos.
Pensar que em 22 alunos, 11 deles têm pelo menos 2 irmãos é uma raridade hoje em dia.

Diferenças em (quase) 4 anos

Marta e Leonor, Dezembro de 2006.

Marta e Leonor, Outubro de 2010.
De bebés a meninas num ápice.



Nuvens a caminho de Mafra




Coisas de rapazinho

Alinhar animais pela casa.


Risotas

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19 outubro 2010

Protesto original: deputada leva recém-nascida para o Parlamento


O artigo pode ser lido aqui.

A grande, grande diferença, é que se isto fosse feito em Portugal, seria sempre visto com orgulho ("Vejam bem, ainda agora deu à luz e já voltou ao trabalho, assim concilia a carreira com a maternidade"), nos outros países já é visto como uma vergonha. Ainda temos tanto que aprender neste cantinho à beira-mar plantado.

18 outubro 2010

Domingos



Ter primos é assim:



1 ano e 7 meses mais velha e a Júlia faz de mãezinha do Caleb.

15 outubro 2010

Ontem,

fui no horário de atendimento aos Encarregados de Educação falar com a professora da Maria. A Escola tem dois pisos e como não havia salas livres em baixo, fomos para cima. À descida, pego no carrinho do Caleb mas entre um lance de escadas e outro, supostamente havia um patamar com um degrau que eu não vi. Rebolei pela escadaria abaixo, agarrada ao carrinho do Caleb. Magoei-me mais do lado direito do corpo por isso mesmo, mas ele não se magoou. Tendo em conta a queda, o meu corpo dorido é pouco para o que podia ter acontecido. Eu a falar em escadas no post anterior e acontece-me isto. Mais uns cabelos brancos ganhos.

14 outubro 2010

!

Esta noite sonhei que tinhamos a possibilidade de nos mudarmos para um duplex. Era bonito, acolhedor, espaçoso com se quer para uma família numerosa. Só tinha um senão: a subida para o piso de cima era feita com uma escada que se desenrolava e tinha uns degraus demasiado largos para o meu gosto. E consideravelmente alta. No sonho, ainda subi a escada mas não a consegui descer. Paralisei e, de repente, aquela casa pareceu-me ser insuportável para mim. O buraco que se avizinhava quando avistava a descida era enorme e vertiginoso. Todos conseguiam descer, menos eu. Todos achavam um exagero, aquele meu medo. Menos eu.

A dada altura, a casa pareceu-me toda imperfeita e queria sair dali o mais depressa possível. Recordo-me de ter o meu marido a justificar-se ao meu lado, às pessoas, que eu tinha mesmo vertigens e não conseguia. Mas as pessoas riam-se.

Não há sentimento mais humilhante do que aquele de nos sentirmos incompreendidos e vermos os nossos medos ridicularizados.

Felizmente era só um sonho.

Dos livros preferidos do momento

Oferecido ao Caleb quando nasceu, pelos amigos Sofia e Filipe. Mas por enquanto, são os irmãos quem se diverte com ele.








O bolo de agrião

com cobertura de chocolate, apenas com açúcar em pó ou este granulado, estou completamente fã deste bolo. Dispensava ter de arranjar molhos de agriões, mas pronto.






11 outubro 2010


Desembaraçar cabelos, uma das penosas tarefas de uma mãe...



Caleb, 5 meses

O tempo voa, voltamos sempre à mesma afirmação. O nosso anjinho papudo continua uma delícia. Tranquilo, bem disposto e sempre a alinhar em todos os nossos planos sem grandes transtornos. Delira com os irmãos e reage muito a crianças. É fã de vozes femininas e tem um dispositivo de sorrisos que não se esgota, o dia inteiro.

Ando muito com ele no sling, que gosta muito. Ultimamente nota-se que vai vendo cada vez mais a maior distância e nos segue. Palra muito, especialmente quando se faz silêncio na casa.

Na semana passada, soube que tinha de deixar de o amamentar. Processo mais ou menos tranquilo, não fosse o meu fígado estar a dar sinais de piorar em vez de melhorar. Tive de triplicar a medicação e vou ter controlo mais apertado agora. Por isso, tinha de escolher. Tive receio de ter de tomar algum medicamento para secar o peito, mas até agora tem sido calmo, graças a Deus.

Por outro lado, sei que por esta altura a maior parte das mães deixam os filhos com alguém de confiança ou numa escola, e eu não vou ter de o fazer. O Caleb continua comigo pelo menos mais um ano lectivo. Dou graças a Deus por esta escolha e sei que não há nada que a substitua, é um descanso.

5 meses é uma mão cheia. Cheia de alegrias.

08 outubro 2010

Desfralde


Esqueci-me de aqui registar que, a meio de Agosto e já em casa, iniciámos o desfralde do Joaquim. Identificou logo os sinais para fazer xixi, mas andou a reter os sólidos durante bastante tempo. Alguns (muitos) acidentes depois, temos um filho sem fraldas durante o dia. Na escola tem corrido bem e também já não usa durante a sesta. Em casa também é tudo pacífico, quando estamos fora temos de ter mais atenção. Temos um homenzinho.

(Na Escola já não usa chucha na sesta há cerca de um ano, em casa deixou de usar agora.)

Aproveitar o que restou do vendaval desta noite

e encher jarras e jarrinhas aqui por casa.



Há um ano

descobríamos que vinha aí um Caleb ou uma Madalena. :)

07 outubro 2010

Há uma primeira vez para tudo:

hoje, no fim do treino no ginásio, ofereceram-me uma fatia de um bolo com um aspecto diferente. Provei e gostei bastante. No fim, desvendaram-me os ingredientes: Bolo de agrião. É bom, mas bom. Pensava eu que só se comia agrião nas sopas e saladas...



Todas as semanas

encontro este Smart, decorado com o tema dos lenços de namorados. Se fosse uma pessoa, ria-se para mim, como eu me rio para ele.




O Outono chegou

e eu estou um bocadinho a condizer. Uns dias bonito, outros mais triste.

06 outubro 2010

Manhãs no parque

ao lado de casa.






04 outubro 2010

Júlia, 2 anos.

Já se passaram 2 anos e já não temos bebé de colo. Parece impossível!
Como cresces depressa, sobrinha!


02 outubro 2010

Maria Cavaco, 1ºA - nº 14

3 semanas de Escola primária e fazemos um primeiro balanço. Dado o entusiasmo que antecedia os primeiros dias de aulas, juntamente com uma experiência sempre feliz com as anteriores escolas (contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que terá ficado a chorar), não contava que este começo pudesse ser tão duro.

Todo um mundo novo, um desconhecimento total dos colegas e funcionários (que se conhecem todos do ano passado do pré-escolar) e uma professora que se mostrou um pouco rígida logo de início, fizeram com que as duas primeiras semanas se tornassem um desafio. A Escola fica mesmo nas traseiras da nossa casa (um passeio sem trânsito, eu vejo o recreio da minha varanda) e isso levou-nos a decidir que a hora do almoço seria passada em casa. Acontece que da parte da tarde, há uma divisão de actividades (deixa de estar com a professora principal por volta das 15h30m para ficar encarregue a um dos 4 professores das A.E.C. - actividades extra curriculares). Alguma desorganização deste período não ajudaram. Acabei por ter de falar mais do que uma vez com a professora e o facto de as funcionárias da escola serem bastante atenciosas com os miúdos ajudou.

Por último, os primeiros dias não foram mesmo de aprender. Com a começo do ensino e alguma rotina instalada, vemos retomado o entusiasmo inicial que a Maria tinha. Todos os dias verificamos os cadernos (irrepreensíveis, todos alinhados) e ajudamos nos trabalhos de casa.
A nossa filha mais velha entrou no ensino oficial!