29 abril 2013

Porque hoje é - ou foi - segunda-feira.


 


Os piões dos tempos modernos,

chamam-se Beyblades e o Joaquim passa muito tempo a fazê-los girar.


 


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Mesmo que seja rejeitado ou não retribuído, o amor nunca é um acto de desperdício.

Pastor Rick Warren

26 abril 2013

Call the midwife

“Their devotion showed me there were no versions of love there was only... Love.
That it had no equal and that it was worth searching for, even if that search took a lifetime.”


A série que passa no AXN White,que tem por base este livro e que vai já na segunda temporada, merece a pena ser vista.

Sestas ao domingo


As sestas ao domingo tanto podem acontecer de manhã, como da parte da tarde, sendo que uma coisa é garantida: o colo de alguém.
Aqui, com a tia Lena.

25 abril 2013

Sermos conhecidos e genuinamente amados!

Sermos amados sem nos conhecerem é reconfortante, mas superficial.
Sermos conhecidos sem sermos amados é o nosso maior medo.
Mas sermos conhecidos e genuinamente amados é um pouco como sermos amados por Deus. Precisamos mais disso que de qualquer outra coisa.
Liberta-nos das pretensões, retira-nos a arrogância e fortalece-nos para qualquer dificuldade que a vida nos coloque.

Timothy Keller, "The meaning of marriage".

24 abril 2013

Amanhecer e a gratidão

Sempre que o sol se levanta e dou comigo já acordada, acabo por ter oportunidade de me lembrar daquela passagem bíblica em Lamentações de Jeremias, que fala sobre a ideia de que a cada dia que nasce, e estamos aqui neste mundo, comprovamos da mão de Deus que sustém tudo, e que tem misericórdia com a nossa existência.

 


"A bondade do Senhor é a razão de não sermos consumidos, as suas misericórdias não têm fim.
Renovam-se cada manhã. Grande é a Tua fidelidade."

Lamentações de Jeremias 3:22 e 23

Curvas




23 abril 2013

Sobrinho nº 10, José - check ✓

O José chegou ontem, ao final da tarde. Ainda não sabe muito bem em que mundo aterrou e por isso esteve tranquilo na visita animada dos 4 primos e das 3 manas!







22 abril 2013

Bic fina

Não me conformo com esta mudança de visual que quiseram dar à Bic fina. Todos sabíamos (e por "todos" entendam-se os utilizadores com dificuldade em escrever com mais qualquer coisa há décadas) que o que distinguia uma Bic vulgar da Bic de escrita fina, era precisamente aquele amarelo alaranjado, opaco, baço. Pois que quiseram modernizá-la, e acrescentar-lhe o "cristal" ao nome e ao aspecto.
Como é que uma pessoa se habitua a isto?





É que nem chega a desanimar.

A Marta esteve doente há uma semana, e por isso, faltou dois dias à escola. Quando regressou, soube que um ilustrador amigo da educadora lá tinha estado, e feito caricaturas dos miúdos. A contar-me isto em casa, diz:

"Eu não fiquei com muita pena. Disse aos meus amigos que o Sami me fazia uma caricatura, e bem gira!"

Aqueles dias,

em que a toalha não chega a ser tirada da mesa, se aspiram as migalhas e se renovam os recipientes, porque há sempre gente a estar, gente a chegar. Ter pessoas em casa é muito mais do que uma questão de condições de espaço. É uma questão de querer.



!

"O mundo inteiro nasceu para fazer perguntas".
Maria Cavaco, nos seus quase 9 anos, depois de ter sido "congelada" por excesso de questões ainda nem eram 8h da manhã.

21 abril 2013

A minha esperança,

está noutro mundo.
Mas ainda assim, duvido que enquanto for viva, me esqueça que o 21 de Abril  é um dia de saudade.

20 abril 2013

Aos domingos, são todos bem-vindos na Lapa.


Escola dominical, 10h30.
Culto, 11h35.
Almoço, 13h.
Culto, 16h.
E sol para apanhar, lá para as 17h30.





19 abril 2013

Belém

Domingo passado, ao entardecer.














18 abril 2013

A tempestade era de Deus.


No domingo, falámos dos fenómenos da natureza que geralmente nos impressionam, pela sua capacidade de destruição. É fácil pensar que Deus se ausentou de um momento destes, mas Deus nunca se distrai, e não há rigorosamente nada que aconteça que Ele não tenha planeado. Ainda que para nós seja tantas vezes incompreensível e triste.

Contei aos miúdos a história abaixo, que os deixou de olhos fixos, e serviu como uma boa introdução ao que estaríamos de seguida a estudar.






ABRIGANDO-NOS DA TEMPESTADE DE DEUS
por Noël Piper

Apinhámo-nos todos muito juntinhos na casa de banho escura. Há dois dias tínhamos estado a brincar na praia mas ontem, quando saíamos de novo para a rua, não pudemos brincar. Tivemos de fugir rapidamente, de volta a casa, porque a areia que furiosamente se espalhava pelo ar parecia como que pequenas balas dirigidas à nossa cara, pernas e braços. Conseguíamos perfeitamente imaginar o que seria uma tempestade de areia no deserto do Sahara.

Estávamos a esconder-nos de um furacão mesmo a sério. Quando a chuva começou a cair tão violentamente que nem conseguíamos ver onde terminava o nosso terraço, as árvores inclinavam-se quase até ao chão e não havia electricidade, seguimos as instruções que ouvimos pelo rádio a pilhas: “abriguem-se numa divisão interior da casa, afastem-se das janelas, pois os vidros podem quebrar-se em mil pedaços”. Era aconchegante e excitante estarmos todos juntos sentados, vendo as sombras da lanterna e sentindo o vento a uivar lá fora, a ouvir na rádio as notícias sobre os efeitos da tempestade sobre toda a cidade.

De repente ouviu-se um enorme estrondo e a casa abanou como se fosse um terramoto. Não podíamos sair do nosso esconderijo para ver o que se teria passado, mas estávamos todos bem. Estávamos bem, sim. Mas já não nos estávamos a sentir aconchegados nem excitados. E nessa altura comecei a orar mesmo a sério. Aquele barulho tinha-me lembrado que Deus estava no controlo da situação. Eu não poderia dar como certo que, se eu seguisse exaustivamente todas as “regras de segurança”, então tudo estaria seguro. Deus estava a soprar esta tempestade e Deus estava a fazer tremer esta casa. Deus estava a agarrar-nos pela Sua mão e Ele decidiria se a nossa casa de banho era ou não um local seguro.

Depois de passada esta situação, descobrimos que um pinheiro com o tamanho de vários andares tinha partido e tombado sobre um dos cantos da nossa casa. Eu imaginei Deus a estalá-lo com a mesma facilidade com que eu conseguiria partir um lápis. E se Deus tivesse deixado o topo da árvore cair apenas uns 10 metros mais ao lado, isso teria esmagado o tecto mesmo por cima de onde se encontrava a casa de banho onde nos abrigávamos.

A tempestade era de Deus. E a árvore tombada era Dele e caiu onde Ele o permitiu. E o nosso local de abrigo dessa natureza que pertence a Deus não era a nossa casa de banho, mas era sim Deus, Ele mesmo.


17 abril 2013

Passeios











Dormindo com os tubarões.

Na sexta-feira passada, a Marta dormiu no Oceanário com os colegas e professoras da sala dela. Perdi a conta às bolachas que fiz, para que conseguíssemos juntar o valor para este programa especial, mas conseguimos! E a Marta lá foi, feliz e contente com os colegas, no último ano dela no Jardim de Infância.

(a primeira imagem foi retirada do site do Oceanário, a segunda foi ao regresso no final da manhã de sábado)

12 abril 2013

"(Senhor,)

estás envolto num manto de luz
e estendeste os céus como um véu.
Fixaste a tua morada mais alto que os céus,
as nuvens servem-te de carro
e viajas sobre as asas do vento!"

Salmos 104: 2 e 3



Vinha acompanhada destes dois versículos e com a indicação se que seria a base da chávena do café/chá. Mas depois imagino-a num saco, ou pendurada na ombreira da porta. Só que quando nos oferecerem coisas envolvidas em carinho, não sei se já vos aconteceu, todo o uso nos parece pouco para o tanto que significa.

Pensando melhor...

Joaquim: "Mamã, quando as pessoas casam podem dar antes um beijo na bochecha?"
Mãe: "Se quiserem, podem."
Joaquim, enquanto corre pelo corredor: "Marta, afinal vou-me casar!"

11 abril 2013

Hora de ir dormir.




Querias tirar uma fotografia de jeito

mas está-se a revelar impossível?


Junta-te a eles!





10 abril 2013

Chega a casa, feliz e contente da vida,

e como quem me vai dar um presente, diz:

"Mamã, adivinha? Hoje não me magoei na escola!"

Hora de ir dormir.




Quase 9 anos

A Maria conta os dias para o aniversário. Vamos em 23. Sem querer cair em todos os lugares-comuns acerca deste tema, não consigo mesmo acreditar que já se passou quase uma década desde que esta crominha nos invadiu a vida.





...

Quando no final de uma manhã de Igreja, alguém nos aparece com uma (ou mais) surpresas, o que fazemos? Damos-lhe uso no imediato. É linda, não é?

09 abril 2013