31 outubro 2013

É para isto que eu vivo.


Duas mãozinhas pequeninas, 3 anos e meio, sentado direitinho à mesa, com uma fatia enorme de pão de forma caseiro, com uma de queijo por cima.

"Os ratos também gostam muito de queijo. Sabias, mamã?"

Ah, o sol no Outono!





31 de Outubro de 1517

O amor na Reforma Protestante:

"Minha querida Katy mantém-me jovem e em boa forma também. Sem ela eu ficaria totalmente perdido. Ela aceita bem as minhas viagens e, quando volto, está sempre à minha espera. Cuida de mim nas depressões. Suporta os meus acessos de cólera. Ela ajuda-me no trabalho e, acima de tudo ama a Jesus. Depois de Jesus, ela é o melhor presente que Deus me deu em toda a vida. Se um dia escreverem a história da Reforma da Igreja espero que o nome dela apareça junto ao meu e oro por isso."





Martinho Lutero


30 outubro 2013

Nasceu o Jaime

o terceiro bebé desta leva (o quarto na foto, antecipou-se um mês) e contamos com mais uma alegria no nosso meio!

Sorrir sem medo.

Quando leio Provérbios 31, há muita coisa que me inquieta e que não vejo em mim, mas talvez o que mais admiro nas mulheres que são para mim uma referência cristã, e que ilustram este tipo descrito nesta passagem da Bíblia, é aquilo que comumente chamamos resiliência, ou então mais pateticamente, optimismo. Sorriem, sempre. Não vacilam, mesmo que abaladas.

Gosto muito deste versículo em inglês (em algumas traduções também se lê: "she can laugh at the days to come"), porque a frase com que encerra no versículo 25, diz aquilo que eu quero mesmo ser: uma pessoa que sorri, sem medo do futuro. Porque o futuro pertence a Deus.

Toda uma casa em movimento

e dois ursinhos a teimar não acordar.




Oiço-as na cozinha, a preparar o lanche.

A Maria dá instruções detalhadas sobre como fazer as coisas.

Marta: "Tu gostas de fazer de minha mãe. E quando fores mãe, vais ser assim tão mandona com os teus filhos?"

29 outubro 2013

Outono.

Feito na escola.

!

Baliza

e "uma cara como o Papá!"




Mr. Bates




Bíblia, um livro que não muda.

Este domingo, na classe dos 7 aos 12 anos, continuámos o estudo acerca da Providência de Deus. Desta vez, a forma como Deus se certifica que a Bíblia permaneça sempre a sua Palavra, sem alterações, em tantos anos de cópias.



Em 1947 uma ovelha fugiu para dentro de uma gruta junto do Mar Morto. Um rapaz pastor atirou uma pedra para dentro da gruta para assustar a ovelha e fazê-la sair da gruta. Ouviu-se um som de potes a quebrar. Após investigação ele descobriu potes contendo antigos rolos. Os rolos, feitos de pele ou papiro estavam bem preservados dentro dos potes selados, apesar de terem mais de 2000 anos.

Eram mais de 600 rolos, incluíndo duas das cópias mais antigas do livro de Isaías e partes de cada livro do Velho Testamento, com excepção do livro de Ester. Quando os manuscritos foram comparados com as cópias actuais do Velho Testamento, quase não existiam diferenças. Eles eram incrivelmente precisos, apesar de milhares de anos de cópias e recópias.

Esta é uma ilustração de como Deus trabalha no mundo para garantir a precisão da Sua Palavra. Quando um escriba (pessoa que copiava a Biblia) copiava a escritura, ele levava a sua tarefa muito a sério. Quando finalizava um livro do Velho Testamento, ele contava todas as palavras da sua cópia e do original. Então procurava a palavra do meio e a letra do meio dessa palavra para garantir que era a mesma na sua cópia e no manuscrito original. Esta foi uma forma de Deus garantir que não existiam erros na Sua Palavra.

28 outubro 2013

"Melhor é serem dois do que um"



diz em Eclesiastes, porque "se dormirem juntos, ficarão aquecidos" e é bem verdade.
Mas Outubro está a chegar ao fim, e precisamos de uma ajudinha: o edredão.




A Isabel está a chegar.

Apesar dos filhos, a realidade "chá de bebé" nunca tinha chegado até mim, até há pouco mais de um mês. Em virtude de estar para nascer uma afilhada-sobrinha do coração, tive de mergulhar neste acontecimento, tratando dele.

A Isabel está quase a dar o ar da sua graça e tem tudo de bom à espera.




26 outubro 2013

Pendura

Gosto que se instale o silêncio - esse indicador de conforto entre os que são da nossa intimidade e os que não são - e dê para estar só a ver o caminho.





25 outubro 2013

Azul com castanho

na Lapa.

Ando a levar com cada tareia.

Forte e feio, para ver se não abro a boca para me queixar. De nada.



Saber acordar


Elogiam-me frequentemente a serenidade, seja aqui pelo blogue, pelas fotos, ou até pessoalmente. Lamento desapontar-vos - e digo isto sem ponta de orgulho - mas eu não sou propriamente a pessoa mais serena ao acordar. A menos que achemos que serenidade é a ausência de comunicação, largos minutos. Sou uma espécie de múmia ambulante quando me levanto da cama, e este modo de estar era compatível quando não tinha filhos: só tratava de mim.

Com o passar dos anos, tenho vindo a mudar. Ainda peço muitas vezes a Deus que molde a minha atitude ao despertar, porque obviamente não sou só eu que existo no planeta, e há pessoas que de uma forma geral acordam bem dispostas, e eu tenho mais do que uma aqui em casa.

Adoptar estratégias para a mudança foi um dos meus planos. Pensar em coisas agradáveis (e não apenas no relógio a cumprir, nas camas por fazer ou nas crianças por vestir).

Uma coisa bonita e que vale a pena reparar: o sol no meu quarto, bem cedo.

24 outubro 2013

Na sala de espera,




"O sofrimento encaixa-nos para glorificar Deus. Não só se encaixa na realidade, porque Deus é infinitamente e extremamente louvável, mas encaixa-nos como nada mais o faz. Toda a beleza que temos procurado na arte, nos rostos ou lugares - e todo o amor que temos procurado nos braços de outras pessoas - só é plenamente presente no próprio Deus.

E assim, em cada acção pela qual nós O tratamos tão glorioso como Ele é, seja através da oração, cantando, confiando, obedecendo, ou esperando, estamos ao mesmo tempo a dar a Deus o que lhe é devido e cumprindo o propósito para o qual fomos criados."

  Walking with God through Pain and Suffering - Timothy Keller


Gostar de coisas antigas e herdadas - 26

Sapatos. Da tia Lena.

23 outubro 2013

Downton recomeçou.

Vamos lá ver se isto anima. Até porque o preto não favorece nada a Mary.

Robert: “You’ve seen her. She hardly has the energy to lift a fork to her mouth!”
Tom: “She loved him very much.”
Robert: “And the price of great love is great misery when one of you dies.”
Tom: “I know that.”


My little Jack.

Perdeu os dois dentes de cima, continua a demorar largos minutos a vestir-se porque se distrai com tudo, é o Conan nos tempos livres, conta os dias para fazer 6 anos, e orgulha-se de já vestir roupa 7/8.

Luisinha.






22 outubro 2013

Nada de bebé.

Primeira criança a aparecer na cozinha é a mais nova de todas, perto das 8 da manhã.

"Bom dia, bebé."

- "Bom dia. (pausa) Eu não sou bebé!"

"Desculpa! Bom dia, miúdo!"

- "Miúdo? O meu nome é Caleb!"

21 outubro 2013

2003 em 2013.

Dylan em Setúbal, mar em Tróia , cegonhas na Comporta, nuvens na Arrábida e o castelo em Palmela.
Com a melhor companhia, há largos anos.





















Quando uma história não pode ser lida devagar.







18 outubro 2013

A minha irmã faz anos.


Com a minha irmã, fazer coisas acontecer parece simples. A generosidade é daquelas formas de estar que lhe saem com naturalidade, e se eu tivesse tanto jeito para desenhar como ela tem (da mesma forma que temos gestos trapalhões em comum) faria um quadro com mãos. Ter mãos sempre disponíveis para dar, para ajudar, para tratar, é algo que me comove sempre e que agradeço a Deus todos os dias.

Parabéns, Raquel!

16 outubro 2013

Ser Igreja

Ouviamos há uns dias, na Igreja, de como não é possível sermos cristãos sem se verem resultados disso. Um cristão tem como modelo Jesus e acaba por ser obrigatório ver-se nascer na pessoa que se converte, características claras de alguém transformado pelo Espírito. Tenho por hábito anotar características que vejo nos meus irmãos na fé que me ensinam sobre Jesus, e que eu quero imitar.

Com esta amiga-irmã, a Sara, tenho aprendido sobre a humildade.




A propósito da vinda do meu irmão a Portugal (sozinho)

Marta Cavaco: "Vá, diz lá... quando é que vais deixar aqui os teus filhos uma semana para ires visitar o teu maninho."

.

A tentar explicar ao Joaquim que determinada pessoa que ele conhecia por aquele nome, também era conhecida por um diminutivo e um apelido, consoante as circunstâncias, ele diz-me:

"Já percebi. É como o Pai, o Filho e o Espírito Santo."

Pessoal, eu sou uma senhora!

Mantive os padrões baixos, mas tão baixos, que hoje em dia colocar rímel, lápis, sombra e baton (ao mesmo tempo) significa comentários de espanto das pessoas.

Aos 36 anos, sinto-me como a miúda de menos 20 que quer parecer uma senhora. Hello?