31 dezembro 2014

2015, estás aí?

Não me apraz dizer nada de 2014. Deus foi bom, e Deus é sempre bom, independentemente do que aconteça. Há sempre coisas boas a acontecerem, e isso é graça de Deus. Para 2015 não sonho com coisas extraordinárias, porque sei que Deus já as planeou por mim. Não peço saúde, nem paz, nem comida.

Peço que, aconteça o que acontecer, Deus olhe para mim e se agrade de quem sou. E que me torne mais e mais à imagem do meu Salvador, Jesus. É apenas e só o que desejo para 2015.

30 dezembro 2014

Flagrantes da vida real.

Tão bonitos que são a minha irmã e o meu sobrinho, se não tivessem ficado em contraluz, não acham?

O José feliz e contente da vida ao colo das primas.
Os rapazes alegres a sorrir para mim.

"Podes-te desviar um bocadinho, por favor?"

A criança amuada no canto esquerdo. Por uma causa humanitária qualquer.

"Maria, ficas tão bonita quando sorris."

"Vá lá, Caleb!"
Júlia, muito contente por eu a fotografar.

Marta, chateada porque não podia comer os gelados que lhe apetecesse por dia.

O automático dava tempo para eu chegar à foto...

A indignação porque no casamento não há hamburguer com batatas fritas.

Ia feliz pela marginal de Cabanas até ser surpreendido, pela trigésima vez, pelo boneco na entrada do bar.
"Joaquim, deixa tirar uma foto ao mano."

Vamos tirar uma foto só às crianças. A Nice acha que ainda tem uma criança dentro dela.

"Calma, lá porque fazes anos não quer dizer que possas soprar as velas."







27 dezembro 2014

Fazer com amor.

Querer que chegue algo feito por nós a todos quantos nos cabem no coração, implica começar em Novembro. Sim, andámos na saga das bolachas largos serões, manhãs e bocadinhos que nos restavam durante mais de um mês. Depois olhamos para os saquinhos e parece quase nada. Mas o que fazemos com amor vale muito mais do que o que apenas se vê.






25 dezembro 2014

Chegou o dia.


O Natal relembra-nos a nossa perdição. Deus podia ter inventado muitas formas de nos resgatar para Si, mas escolheu fazê-lo através de Jesus. O bebé que Maria carregou de forma misteriosa durante nove meses - e tanto que teve de guardar para si com o anúncio do anjo - viria a tornar-se o Salvador que eu precisava. O Salvador que a humanidade precisava e ainda precisa hoje. Não existiria Páscoa sem Natal. E hoje, claro que sim, estamos muito alegres! Jesus nasceu e com Ele nasceu a vida!

22 dezembro 2014

Calma, eu gosto de beijinhos.

Destes assim. Os que apetecem dar. A Raquel está com um mês e já levou uns quantos destes.

Escola bíblica de férias

A primeira EBF que realizámos teve 22 crianças e 5 adultos. Esta terceira edição, um ano depois, contou com cerca de 30 crianças para 12 adultos. Um sinal de Igreja em crescimento não é só acerca de crianças a nascer, mas de adultos a servir. Foi bom!












16 dezembro 2014

Se é para ser Natal...




Dos últimos dias


Caleb a caminho do aeroporto: "Quando eu vir os tios,vou dar um abraço tão grande, tão grande que até deixam de raspirar. (pausa) Dos primos... acho que vou ter vergonha."

 e

Marta, a chegar a casa muito tarde. Sentada, contemplativa na ponta da cama.

"Marta! Quarta vez que te digo para vestires o pijama. É tardíssimo!"

Marta: "Espera, eu explico-te. É que eu sei que os tios já chegaram. Mas ainda não me parece que é bem real, percebes?"





15 dezembro 2014

Não, não parece que foi ontem.

A família que nos faltava, algures do lado de lá do Atlântico, chegou por 6 semanas. Quando falamos de dois anos e meio de ausência, muita coisa permanece igual - a funcionalidade com que estamos nos lugares que sempre nos foram comuns, por exemplo - mas outra tanta mudou. E não há nada melhor para nos relembrar isso como a velocidade a que crescem os mais novos: mudam-se os dentes, acrescentam-se centímetros, novos idiomas. A expressão do "parece que foi ontem" em nada se aplica aqui. Que saudades.








10 dezembro 2014

Tiro ao alvo

Temos um jogo recente cá em casa: tiro ao alvo. Cada um pode disparar 3 vezes e cada boneco conta um ponto. Não é tão fácil como possa parecer, mas em largos dias de competição notam-se algumas evoluções.

No final, há quase sempre quem não tenha acertado nenhum, como há quem tenha conseguido três pontos. O jogo é divertido, mas como em tudo o que é competição, é sobre saber perder. Descobrir, muitas vezes, que não somos tão desajeitados como pensávamos, que com algum treino até desenvolvemos a perícia, mas que nem sempre podemos ganhar.






Lisboa à noite

Gosto muito do Saldanha. O meu avô teve uma loja na Defensores de Chaves várias décadas, e foi no cafézinho em frente- uma mistura de leitaria com padaria - que me tornei especialista em fazer desaparecer garrafinhas de leite Ucal, sempre à temperatura ambiente ou mesmo fresquinho.

Por isso, passear aqui - seja de dia, seja de noite - nunca me custa. Pelo contrário, é um grande prazer.