31 janeiro 2014

Prolongar momentos.

Reproduzir um gesto que vimos ser feito muitas vezes, não tem que ver necessariamente com o resultado final (embora também possa ser, neste caso). É prolongar momentos, cheiros e pessoas.





A felicidade de ter um T.P.C.

A educadora do Caleb comoveu-se com esta crise existencial e encomendou-lhe um desenho como trabalho para casa. Apreciem a concentração e felicidade.



As brincadeiras à realidade

Duas meninas ao longe a brincar, oiço a Marta a dizer: "Fazemos de amigas. Tu não fazes a mínima ideia que estás grávida, ok?"

30 janeiro 2014

Existe melancolia boa?

É que é assim que me dá para estar no Inverno, em Sintra. É estranho, mas não tenho remorsos, por isso acho que é bom.






O arco-íris no céu, 4 meninas nos bancos de trás


Marta Henriques: "É a promessa de que Deus nunca mais vai destruir a terra."
Maria Cavaco: "Há livros com histórias que não são verdadeiras que dizem que há um pote de ouro no fim do arco."
Marta Cavaco: "Vê tu bem as coisas que as pessoas inventam só para não acreditarem na Bíblia!"

29 janeiro 2014

Em Cristo, a minha personalidade é sempre nova, a cada dia.


Não há muitos anos, não me apanhavam a abrir a boca em grupos de partilha, a dar o testemunho da minha vida em público, a fazer orações voluntárias em comunidade, a levantar os braços em momentos musicais, a verbalizar a outros o quanto abençoam a minha vida (escrevia, se tanto), a ser frontal em momentos em que me pediam opinião, ou até a alertar outros em situações de risco.

Seria muito difícil apanharem-me emocionada, e a chorar é que nem pensar! Tudo isto é hoje uma realidade na minha vida, de uma forma muito transformadora, porque revela que aquilo que são os contrangimentos característicos de quem eu sou, têm sido derrotados por algo muito maior. Já dificilmente me apanham numa afirmação de "jamais" porque os jamais têm sido novos e presentes em mim.

Digo isto com a maior sinceridade: se Deus tem mudado tanta coisa em mim, muda qualquer um. Acreditem.

Elogios à senhor meu marido.

"Já pensaste bem que não tarda muito tens 40 anos?"

Não interessa se não combinam


A das flores foi uma querida amiga que a deu, a de silicone comprei-a num dia específico, a de trapilho foi feita pela cunhada Marta e as duas de cima foi a avó Zé que as fez há tantos anos que nem sei quantos.

Marta Cavaco, a pacificadora.

Pai a disparar informação ao jantar, sem pausa.

Criança de 7 anos abana os braços de forma pausada: "Paz! Relaxa...relaxa..."

Coisas que permanecem

Ele não sabe, mas mal o vi com este ar a olhar pela janela, recordei-me (a memória de mãe tem destas coisas). As palmeiras são uma atracção do Joaquim desde bem pequenino. Ora vejam aqui.




A tia Marta foi para o Mississipi e virou artista!






27 janeiro 2014

Ao domingo cantamos juntos

Uma das coisas que torna os domingos os melhores dias da semana é porque ao domingo cantamos a muitas vozes.




Hino "Sou feliz com Jesus".

Insólitos da maternidade

Quase 10 anos de filhos e acreditam que nunca aconteceu um deles vomitar no carro? Comentávamos isto no outro dia, por não conhecermos mais nenhum pai que nunca tenha passado por um momento destes, e nós ainda não nos termos estreado.

Ontem ia sendo o dia. Mal saio do carro com o mais novo, ele vomita na estrada. Mas conseguimos, ainda não foi desta! Lol.

Já não se pode passar pelas brasas

a um sábado a tarde...




Inverno, esse grande chatarrão.






24 janeiro 2014

Ser cristão pode significar ter de fugir.


Demorei algum tempo a conseguir aplicar isto à minha vida, e ainda é um "work in progress". Se tantas vezes na vida, enquanto cristãos, crescemos com aquele versículo que nos ensina que devemos ser o sal e a luz no mundo, outras tantas também lemos que não nos devemos conformar, que devemos agir.

O que eu desconhecia, e se calhar nunca tinha estado desperta tanto como nestes últimos anos, é que há alturas na nossa vida em que devemos simplesmente fugir. Ausentarmo-nos. E isto foi particularmente difícil para mim de aplicar. Tantas vezes ficava em momentos, conversas, companhias que me levavam a circunstâncias em que eu própria acabava por pensar e falar coisas que mais tarde me arrependia, porque simplesmente...ficava. Tinha receio de perder alguma coisa, algum momento, parecer pouco cordial, e ia-me deixando estar.

Com o tempo, passei a decidir onde não estar, onde não falar, onde não agir. E o que tenho recolhido é uma imensa sensação de liberdade e obediência. Curiosamente, algumas coisas deixaram de vir até mim precisamente porque eu não estive presente, ou me deixei de colocar numa posição em que os outros já sabem que para esse momento, conversa, acção não podem contar comigo.

Quero, cada vez mais, tornar-me uma especialista em desatar a correr, se assim for preciso! Deus me ajude.




Cabelo a cheirar a morango

Joaquim: "Marta, foi lá à escola visitar aquela miúda que também era da sala dos 5 anos, que tinha assim o cabelo fofinho e que cheirava sempre a morango, sabes?"

Marta: "Ah... já sei,  aquela muito castanhinha e lisinha? Pois era, o cabelo dela cheirava sempre a morango!"




Eu consigo!

Sabem lá a emoção de pegar nestes bebés...

23 janeiro 2014

Convite

Há apenas 2 anos éramos este grupo pequenino. No próximo sábado, poderemos dizer que somos - pelo menos - 3 vezes mais, graças a Deus!

Apareçam na Lapa, pelas 19h. A festa é de todos.



Na reunião de oração, ora-se!


4ª feira de manhã, as mulheres mais pequeninas da Igreja dão o exemplo!

- Salomé, 1 mês. Isabel, 2 meses -

22 janeiro 2014

Crises existenciais aos 3 anos e meio

Depois de vir do quarto da mais velha, a fazer uma composição, entra na sala e tem a irmã do meio na mesa pequenina a fazer contas, e o irmão na mesa grande a fazer um desenho.

Olha em roda, desata num pranto e diz:

"Eu não tenho trabalhos de casa!"

Fazer compras com pessoínhas de 7 anos.

Na loja dos chineses, a conferir cada expositor, Marta Cavaco conclui:

"Estes chineses são impressionantes. Até vendem pérolas!"

21 janeiro 2014

Ver quem faz mais e melhor.

Começa com coisas corriqueiras: "Eu consigo andar de bicicleta sem rodinhas", para quando se esgotam todos os argumentos entre irmãos, Joaquim encerra a competição com:

"Eu consigo abrir o móvel da televisão com os pés, ah pois é..."

E depois?

Joaquim: "Mamã, podemos ver desenhos animados?"
Eu: "Agora vamos tomar banho."
Joaquim: "E depois?"

(silêncio meu)

Caleb: "E depois vamos vestir o pijama."
Joaquim: "E depois, mamã?"
Caleb: "Depois vamos jantar."
Joaquim: "E depois?"
Caleb: "Depois vamos fazer o culto."
Joaquim: "E depois?"
Caleb: "Depois vamos lavar os dentes."
Joaquim: "E depois?" (pausa) "Olha, por acaso chamas-te mamã?"



Haja Sol.






20 janeiro 2014

Convite

Apresentação do livro com Adriana Sabino e Adelaide de Sousa Richardson.



Hoje às 20h na Livraria Baptista - Rua Conde Redondo 31A - Lisboa

Pequeno-almoço



Deus não tem prazer no mal


Tal como nós conseguimos estar simultaneamente alegres e tristes, também Deus pode estar ao mesmo tempo cheio de felicidade e de dor. Tal como num casamento o sentimento principal de uma pessoa é o de alegria apesar de também aí existir alguma tristeza (a separação dos pais, por exemplo), também Deus é infinitamente feliz sentindo, ainda assim, sofrimento.

A tristeza de Deus não afasta a satisfação em Si próprio e nos Seus propósitos.

Escola Bíblica Dominical, classe dos 7-11 anos.

17 janeiro 2014

Venham à Igreja!

Quando até um bebé de 6 meses ouve o sermão, isto deve ser motivo para vos entusiasmar: este domingo também vou à Igreja!

10h30 na Lapa.


- sobrinho Simão -

Amanhecer branco






16 janeiro 2014

alegria ~graça ~gratidão

Não sei se já repararam, aqui ao vosso lado direito, no separador. É só acerca dessas três palavras.

Filha e afilhada

Maria e Isabel.

15 janeiro 2014

Amanhecer




A moda das 3 riscas




Ficar parada na segunda circular

E reparar nas três voltinhas que este bando fez, para depois seguir caminho.






14 janeiro 2014

Forno do Tijolo - Penha de França - Passos Manuel



Das recordações simpáticas de adolescência, começo de juventude: a saída de metro nos Anjos, subir a Forno de Tijolo até à Penha de França (demorava e custava, que era - e ainda é - íngreme) para ir ter com os amigos à Secundária Luísa de Gusmão e descermos todos juntos em direcção à Passos Manuel. Anos 90 no seu melhor.

A passar junto à Torre do Tombo,

Joaquim, 6 anos: "Isto parece mesmo o Egipto!"




13 janeiro 2014

Tia Nieta e Caleb

Quando a diferença de idades é proporcional ao tamanho de uma amizade.