28 fevereiro 2014

Quando era nova era tão bonita...

A decadência, o desleixo, o tempo a passar sem critério deixam-nos sempre tristes. Não?

27 fevereiro 2014

Ter um lado desajeitado e trapalhão


Nasci com dedos tortos, e já não deve ser com esta idade que se corrigem. Os dedos que me pareciam ser ao lado do meu avô, afinal estão cada vez mais ao lado da minha mãe. Herdei um lado trapalhão que não é detectável, logo ao primeiro contacto. A verdade é que é com relativa facilidade que uma montra me parece mais longe do que está e bato lá com a cabeça, que pego em coisas e elas me escapam pelos dedos, que as ombreiras das portas parecem mais estreitas que o habitual.

Ser um bocadinho trapalhona é chato, porque numa mulher fica pouco elegante. É uma verdadeira chatice, pensando bem. Os que têm a sorte de pegarem em coisas e nunca as deixarem cair não entendem isto, porque não se trata de falta de atenção ou mera distracção. É mesmo uma incapacidade, tudo nos correr direitinho. Não quero exagerar, porque até acho que não me posso catalogar uma trapalhona com um T grande, mas existe uma intolerância trocista com os desajeitados desta vida. Vou-me esforçando como posso, e tal qual alcoólica anónima, quero que fique registado que há largos meses que não parto uma peça de loiça (elas caem e miraculosamente, rebolam), que não bato com a cara na montra da loja dos animais, e não tropeço... ui, há meses e meses. Há esperança para mim!

Jerónimos - Pastéis de Belém - Planetário












26 fevereiro 2014

As minhas quartas-feiras de manhã

Neste grupo semanal, além da parte essencial de partilha e oração, já estudámos as Bem-aventuranças, o propósito de Deus sobre a oração, o livro de Rute e agora começámos o livro de Ester.

Tirem-me pequenos prazeres, mas não me arranquem as quartas de manhã.

(Tenho colocado apontamentos destes estudos aqui.)

Descobrem-me as fraquezas.

Fico tramadíssima.


Fim-de-semana a Norte

Já nem sei quando tinha sido a última vez que nos ausentámos um fim-de-semana da nossa Igreja, sem ser em férias, para servir noutro local. Mas foi no fim-de-semana que passou, em Esmoriz com o Grupo Bíblico Universitário e valeu bem a pena!














25 fevereiro 2014

A minha vida (o meu marido) é isto:

Quando em sms lhe digo que vou a um sítio e lhe pergunto se quer alguma coisa de lá, é isto que me responde:

"Nada. Sabes que sou um homem de poucas necessidades."

Bom dia.




24 fevereiro 2014

"Eu ajudo!"




"Oh, esse até nem está nada de especial!"

Enquanto folheávamos mais um caderno cheio de novidades.

Pai: "Tu tens mesmo jeito para desenhar, filho."
Joaquim: "Oh, esse até nem está nada de especial!"

Joaquim, o próprio, a andar de skate.

O Senhor Batata.
 
 A mamã. (Sempre me disseram que era fotogénica, aqui percebo o porquê.)

 Um pescador e as suas redes.


A mamã e o papá.

Cuidado com o cão!


20 fevereiro 2014

Eu, fragmentozinho.


Se às vezes tivessemos uma pequena noção da importância de pequenas coisas neste mosaico que é o mundo, tempo, espaço, talvez arriscássemos mais, mas também ponderássemos em maior escala. A Bíblia está cheia de histórias, umas mais pequenas do que outras, que se projectam tanto tempo mais tarde, numa sequência aparentemente tão lógica para quem assiste nos dias de hoje, tudo para cumprir planos que Deus tinha delineado desde todo o sempre.

Sou recordada disso muitas vezes na minha vida, até com este pequeno blogue. Só me apercebo da forma como Deus o usa para falar a outros, quando alguém o expressa. E ultimamente tem sido mesmo muito frequente. Se tantas vezes não me sinto no direito de acabar com ele ou até de o interromper, é por isso mesmo: talvez isto não seja apenas acerca de mim. Porque não é. E peço a Deus que tudo, mas mesmo tudo na minha vida, seja sempre vivido a todo o instante com esta noção de que não há nada de bom (ou mau) a acontecer que não tenha uma ligação, um propósito, um plano superior a mim. Esta segurança é reconfortante, a responsabilidade ainda maior.

*





Chef Marta


Depois de ter visto de raspão, há largas semanas, miúdos a cozinhar no programa Masterchef Junior, já me pediu mais do que uma vez para ir para uma escola aprender a cozinhar sem receitas, que foi o que mais a impressionou naquele programa.

Por isso não me espanta quando me contam, domingo passado, que num grupo de miúdos a eleger a prenda que mais gostaram de receber, a minha filha de 7 anos diga com certeza:

"O  livro de culinária que os meus tios me ofereceram."

13 fevereiro 2014

É isto.



A casa estava limpa.
Depois as crianças acordaram.
Fim.

Evitar o piroso

Dou comigo a quase, quase, quase escrever aqui uma coisa pirosona, mas travo a tempo.
A vergonha, esse sensor tão oportuno.




Aconchegos




Apresentação do livro = concerto do Sami


De regresso de ontem da conversa sobre o livro , cada um dava um motivo de agradecimento desse dia, para fazermos uma oração.

Caleb: "Quero agradecer porque fomos ao concerto do Sami."

- foto da Joana Matoso -

12 fevereiro 2014

Sonhar numa autocaravana

Cá em casa, temos um sonhador, que não raras viagens de regresso a casa, relembra a mulher e filhos de como a nossa vida seria mais simples com uma autocaravana. Tudo viajava connosco e todos os afazeres eram simplificados (assim acha ele). Portanto, é comum imaginarmos cenários por onde estamos e o que iríamos fazer a seguir. Mas nem sempre a tripulação deseja sonhar com o comandante.

"Agora íamos na nossa autocaravana e podíamos decidir onde passar a noite. Onde querem ir dormir, meninos?"

Joaquim: "Na nossa casa."

11 fevereiro 2014

Domingos





( o desenho lá em cima é do Joaquim)

Convite para amanhã

Apareçam!