04 dezembro 2014

Xadrez e amor.

Agora é a filha mais velha que está adoentada. Esteve um dia inteiro no sofá, entre leituras e sestas. Mais nada. Tossia, acordava e dormia. Depois lia e voltava a dormir. Lembrava-me de como era estranhamente bom ficar doente em criança, o dormir sem horário, faltar à escola e comer o que apetecia. Ou da manta com xadrez igual à deste meu pijama. Deve ser por isso que gosto de xadrez há tanto tempo. Desde a época que ficar doente era conveniente.