28 janeiro 2016

Stop.

Poderia dizer que não me custa rigorosamente nada acordar pelas 6h50, mesmo quando me deito pelas 22h. Mentiria. Também poderia dizer que gosto de conduzir e que por isso levar e trazer miúdos, ir ali, voltar acolá não me cansa. Mas cansa bastante. Também ficaria muito bem dizer que a serenidade é uma característica que me acompanha de manhã à noite a que poucas vezes perco a paciência. Errado.

Mas ainda assim, parando e pensando, sei que cada dia que coloco os pés fora da cama e é mais um dia destes, cheio de tanta coisa, é um dia que Deus nos dá. E no caminho que me cansa, nos momentos em que perco a paciência, quase sempre é só olhar em frente para ser constantemente relembrada disso.






Fotos tiradas com o telemóvel.