19 fevereiro 2018

A caminho da Páscoa



Caminhamos para a Páscoa porque a nossa memória precisa ser avivada. Precisamos abrandar, reconhecer, admitir o porquê de Deus ter sacrificado o seu filho. Contamos os dias, porque temos o tempo como indicador da nossa limitação. Lembramos Jesus, que tomou a nossa cruz e nos libertou da condenação eterna. Não há nada - rigorosamente nada - que possamos fazer para pagar este enorme sacrifício.

Queremos imitar a obediência deste único filho, o próprio Deus feito homem, que na hora de carregar com a ira pelos meus pecados, permaneceu. Jesus morreu numa cruz, mas não foram os pregos que o prenderam lá. Foi o seu amor. O seu infinito amor.