26 outubro 2006

Para os nossos pais, somos sempre um bocadinho crianças

No fim-de-semana passado, estávamos sozinhas. Para tranquilizar os espíritos que me cercavam (que eu estava bem tranquila) aterrei para dormir em casa dos meus pais, duas noites.

Pequeno-almoço de sábado, como o habitual e o meu pai observa:
-"Mas tu não vais comer mais nada?"
-"De manhã como isto, com café. Chega-me!"

(Vira-se o meu pai para a minha mãe, a apontar para mim)
-"Ó Tina, ela não vai comer mais nada?"

(Assim, como se eu não estivesse ali).

Salmos 121 na ponta da língua

. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...