Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja. Mostrar todas as mensagens

29 dezembro 2019

Reencontros

Há reencontros que têm um sabor especial, por muitas razões. A irmã Manuela é a avó que me carrega em oração de forma fiel e permanente. É a companhia com sentido de humor do lado de lá do Whatsapp, mesmo quando a saúde não está nos seus melhores dias. É parte da família que Deus nos deu e que nos mostra mais como é amar como Jesus nos ama.

16 dezembro 2019

Caleb

 

Tinha mais ou menos dois anos (imagem acima), começou por pedir o seu próprio boletim, ainda na "igreja pequenina". Queria, também, ter a sua cadeira, mas algures durante o período musical, começava a cambalear e adormecia até ao final.

Com mais ou menos três (segunda imagem) , já na igreja da Lapa, começou a pedir para ir para a fila à frente de onde nos sentávamos habitualmente. De boletim na mão, deixei-o ir à experiência, até porque eu estava mesmo atrás e a operação de resgate era fácil de fazer. Desde então, esteja lá o Papá durante as músicas ou fique completamente sozinho porque o Papá está a pregar, aquele é o lugar dele.

Ontem, cinco meses depois, o lugar voltou a ser preenchido. Pousou as coisas, orientou o que precisava ter à mão e olhou em redor, a reconhecer o espaço. Eu, que já não preciso estar exactamente na fila atrás a controlar tudo, fiquei a observar, relembrando a fidelidade de Deus na nossa vida. Até nestes pequenos pormenores. Comovente.

31 outubro 2019

Reformation day

A ideia é relembrar o dia da Reforma protestante, que aconteceu há 502 anos. As crianças apresentam um reformador ou personagem bíblica na igreja. Os rapazes quiseram participar e escolheram o John Wycliffe e o Albrecht Dürer.

11 setembro 2019

Babies

Não vale a pena alongar-me no quanto eu gosto de pegar em bebés e abraçar o desafio de os adormecer. De cada vez que deste lado pego na pequena Abigail, é mais do que isso. É como se cada bebé que costumo pegar na igreja da Lapa estivesse um bocadinho no meu colo, novamente. Uma pequenina compensação.

24 julho 2019

Foi hoje

Acordar perto das 6h, sair pelas 7h, fazer o check-in no aeroporto e olhar ao nosso redor com bastantes caras muito queridas. Era tempo de dizer "até já". Tantas vezes que me tenho deslocado aqui para dizer adeus temporários ou definitivos, tantas lágrimas que já verti neste lugar, e esta foi a nossa primeira vez do lado de lá. Ninguém gosta de despedidas e eu não sou excepção, mas fazem parte de um processo necessário. Partimos com o que havia para ser feito, com o coração consolado por tanto carinho.

Nesta foto faltam a Marta, o Filipe e o pequeno David; o cunhado Miguel, e os nossos queridos Selma e António. Obrigada, queridos amigos-família.

14 julho 2019

Licença sabática, 6 meses.



Se hoje a nossa família inicia uma licença sabática é, em primeiro lugar, porque somos amados, respeitados e apoiados na igreja que Deus nos deu a servir. Não é coisa pequena, esta a de nos amarem a ponto de nos permitirem partir por este período. Estaremos de volta em Janeiro, querida Igreja. Queremos servir-vos mais e melhor. Até já!



12 junho 2019

História de um caderno de estudo




Este é um caderno que nasce como resultado de sete anos de estudo e oração de um grupo de mulheres em Lisboa. Se recuássemos a 2012, observaríamos cinco mulheres, com vontade de se conhecerem melhor (na altura, éramos uma pequena igreja acabada de nascer) e com desejo de aprofundar o estudo da Palavra. Entre livros de autores conhecidos, vários foram os temas em que nos debruçámos. 
Ao fim de algum tempo, Deus colocou no meu coração o desejo pelo estudo mais profundo da Palavra. Após a ida à conferência de mulheres da The Gospel Coalition em Junho de 2016, trouxe um caderno de estudo de uma autora que já admirava bastante, a Jen Wilkin. Desafiei o grupo de mulheres a traduzir comigo esse estudo da Primeira Carta de Pedro, e foi assim que começámos e nos debatemos com todo um mundo novo: perguntas de interpretação e compreensão do texto, toda uma nova perspectiva acerca de quem Deus é, como Ele trabalha, ganhando toda uma revelação nova da Palavra, a cada dia, mesmo em passagens que nos eram familiares. Este grupo foi aumentando, e novos estudos também se seguiram: Hebreus, Josué, Tiago, cartas de João, Juízes - todos da Jen Wilkin. A cada conclusão, a certeza de que precisávamos de continuar a estudar ao detalhe cada passagem da Bíblia, cada livro, cada carta. 
Quando, no Verão passado, regressei a esta mesma conferência, levava na bagagem o último caderno traduzido e o desejo de o entregar em mãos à Jen Wilkin, numa tentativa de a encorajar a continuar o bom trabalho, mas também com a intenção de a desafiar a vir a Portugal. Resumindo a conversa que consegui ter com ela, a moral da história foi: “até posso ir a Portugal, mas acho que está na hora de começares a pensar fazer igual no teu país”. Confesso que de início achei uma resposta demasiado fácil de dar, mas com o passar dos meses, esta ideia foi voltando, também porque no decorrer destes estudos passados, alguns tinham sido os grupos de mulheres de outras igrejas de Portugal a demonstrarem interesse, a adquirirem os estudos, a pedirem mais.
Com o incómodo a crescer, comecei a pensar na melhor maneira de arregaçar as mangas. Neste processo, chamei as mulheres que estão comigo na liderança das reuniões de estudo e oração. O desafio foi juntar ideias, alinhavar uma linha de raciocínio e tornar o estudo prático e profundo. Foi difícil, foi trabalhoso, mas nada do que vale a pena é simples ou fácil. Acredito que, enquanto Igreja, somos chamadas a trabalhar, unir esforços, identificar dons e usar de excelência. Somos capazes de isso tudo, graças ao trabalho de Cristo em nós e do seu Espírito Santo connosco. Sou agradecida a Deus pelo desejo de servir e pelo empenho de cada uma destas mulheres, que alinharam nesta primeira aventura comigo.
Para garantir que nada nos escapava, chamei o meu irmão Tiago, que estando dedicado também ele ao estudo da Palavra, ajudou à revisão do conteúdo e contribuiu com notas importantes.
Assim sendo, temos este caderno, em português de Portugal, pronto para ser distribuído e usado. O meu desejo é que o Espírito Santo ilumine o teu coração à medida que o completas.



No final de cada semana, temos uma mensagem audio que pode ser ouvida aqui.

O custo de cada caderno são 4€ e já inclui portes de envio. As encomendas deverão ser feitas para mulheresdalapa@gmail.com


04 junho 2019

Conferência Sem Medo II

Depois do "êxito" do ano passado, resolvemos repetir a nossa Conferência para mulheres, a que demos o nome de "Sem medo" - inspiradas no versículo de Provérbios que diz que a mulher virtuosa se veste de força e dignidade, e que sorri sem medo do futuro.

Queremos ser mulheres sem medo do que aí vem, sem medo do presente, sem medo de sermos aquilo que Deus nos chamou para fazer. Sem medo dos outros, das circunstâncias, das dificuldades. Este ano juntámo-nos cerca de 425 mulheres, com um grupo de 25 homens a servir.

Deus é bom! Ele é muito bom! Ele nunca vai deixar de ser bom!








25 abril 2019

Jesus está vivo e nós também!

Lisboa. Foi aqui que eu nasci e cresci. É aqui que dedico a minha vida, com a minha família. Servimos a cidade de Lisboa há 12 anos e queremos ver cada vez mais pessoas nesta cidade com amor por Jesus. Porque acreditamos que Deus trabalha de muitas maneiras e velocidades, nós permanecemos. Permanecer significa ficar, aguentar e amar - quando é maravilhoso e quando é penoso. Porque Deus é bom e será sempre bom; porque ele é fiel eu posso ser fiel.
Somos e existimos por causa de Jesus e do que ele fez por nós. Que Deus nos ajude.



- Manhã de nascer do sol, Páscoa, junto ao rio Tejo.

24 janeiro 2019

O problema de nos esquecermos de Deus

O livro de Juízes relata uma época trágica do povo de Israel, que ignora as instruções de Deus, e abandona a fé para viver no meio dos pagãos. O povo de Deus tinha suportado 400 anos de escravidão no Egipto, que foram seguidos por quarenta anos de peregrinação no deserto, acabando com Josué a guiar o povo para a terra que Deus lhes tinha prometido. Perto do fim da vida, Josué lembrou os israelitas do dever de adorarem apenas e só a Deus, ao mesmo tempo que expulsavam os cananeus da terra, de forma a que não estivessem expostos a outras fés e fossem tentados a seguir religiões falsas (Josué 24: 14- 15).

E se o livro de Josué termina com a declaração das terras a serem conquistadas, o livro de Juízes começa com uma lista de falhanços, resultados de desobediência. O povo falha em expulsar os cananeus das terras, e esse foi apenas o começo de um período negro para o povo. Em menos de nada, convertem-se às mesmas práticas dos pagãos, entrando num ciclo de caos, violência e opressão nunca antes vistos. Na verdade, à medida que mergulhamos nos relatos, fica mesmo complicado identificar este povo como o povo de Deus.

Mas mesmo no meio desta confusão, Deus continua lá e a trabalhar. Se enquanto leitores, ficamos espantados e até chocados com o rumo dos acontecimentos, precisamos colocar-nos no lugar do povo. Poderíamos ter sido nós, ou podemos estar mesmo a ser nós, no presente século, a viver vidas semelhantes.

Se o fizermos, ganhamos humildade e contrição, e não perdemos a esperança de que Deus continua a trabalhar através de pessoas e circunstâncias moralmente duvidosas. A acção de Deus não se limita às nossas imperfeições. O trabalho de Deus nunca pára, ele não dorme.

Em Juízes 2, lemos sobre duas gerações de israelitas: a geração de Josué e a geração pós-Josué. A geração de Josué foi fiel. Em Juízes 2:7 lemos:

“O povo adorou ao SENHOR durante toda a vida de Josué 
e durante as vidas dos anciãos que sobreviveram a Josué. 
Eles tinham visto todas as grandes obras 
do Senhor que Ele havia feito por Israel.”

No entanto, a geração pós-Josué não foi fiel. Depois da morte de Josué e depois da morte dos anciãos que tinham vivido debaixo da sua liderança, esta geração cresceu como uma geração que "não conhecia o Senhor ou as obras que fizera a favor de Israel". Portanto, eles "fizeram o que era mau aos olhos do Senhor". (Juízes 2: 10-11). Uma geração que tinha testemunhado as grandes obras que o Senhor havia feito pelo Seu povo esqueceu-se de viver de forma a transmitir às gerações seguintes como ser fiel.

A memória do povo falhou e a nossa também não presta. Facilmente nos esquecemos de todas as bênçãos e livramentos que temos diários. E é também por causa disso que nos reunimos todos os domingos. Todos os domingos? - Sim, todos os domingos. Precisamos contar e relembrar sempre a mesma história, a nossa memória é curta.

Precisamos lembrar Deuteronómio 4:9:


"Tão somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, 
para que não te esqueças daquelas coisas que os teus olhos viram, 
e não se apartem do teu coração todos os dias da tua vida; 
e as farás saber a teus filhos, e aos filhos de teus filhos."


- Senhor, ajuda-nos a lembrar o que tens feito e a contar aos outros acerca de Ti. Ajuda-nos a adorar-te como o único e verdadeiro Deus e a passar esta lembrança à próxima geração. -

É oficial: perdi a conta.


Quando, no posto dos correios, a senhora me cumprimenta:

"Então, menina, são mais uns livrinhos?",

dei comigo a tentar fazer as contas à quantidade de embrulhos que já fiz para enviar estudos. Já não sei. Assim por alto, sei que um grupo de adolescentes no Brasil esteve a estudar Tiago, há um grupo no Norte também a estudar Tiago, outro no Porto a estudar as cartas de João, ainda outro com a primeira carta de Pedro, além de outras igrejas que estão neste momento a estudar Juízes, como nós na Lapa. Também já perdi a conta aos pdfs que enviámos por mail, gratuitamente, para o Brasil, Inglaterra, e até Estados Unidos (portugueses pelo mundo, sim!).
São dois anos e meio a espalhar aquilo que nos abençoa, e isso comprova que há uma fome e uma sede de estudo da Bíblia, consistente. Uma vontade de conhecer quem Deus é e descobrir o que Ele quer de nós.
Além disso, as mensagens audios disponíveis para cada semana de estudo, no Youtube da Igreja da Lapa, têm sido um investimento feito cujo encorajento se recolhe pelo relatório das visualizações.

Se é o caso de quereres receber o caderno por correio ou o pdf no mail, contacta-nos para mulheresdalapa@gmail.com. O custo do caderno são 5€ e cobre apenas os custos de impressão. Todo o trabalho envolvido de tradução, revisão, edição (incluindo audios) é oferta das mulheres da Igreja da Lapa.

[Se tiver sido o caso de já me terem enviado mail ou mensagem e eu ainda não ter respondido (que também já aconteceu), avisem-me!]





25 dezembro 2018

Dia de Natal

Hoje foi o dia de voltar a lembrar o nascimento do nosso Salvador. Pela manhã, quando celebrávamos juntos em família na Igreja da Lapa, olhei em redor e observei a forma como orávamos uns pelos outros, confirmei uma das coisas que Jesus veio fazer quando se tornou homem e habitou entre nós: ensinar o que é o amor. Amar é difícil, dá trabalho, é uma escolha e um mandamento. Só podemos amar porque alguém nos amou primeiro. De forma perfeita.

"Nós amamos porque ele nos amou primeiro." - 1 João 4:19

05 novembro 2018

O que é o amor?



Estudar as cartas de João está a ser um enorme desafio para mim. Quanto mais leio, mais me apercebo que preciso conhecer melhor sobre o verdadeiro amor. Pesquiso no dicionário significados, reescrevo as frases por outras palavras, respondo a perguntas. E o amor, aquele de que João fala e que é o próprio Deus, precisa ser conhecido, assimilado, vivido.

Quando penso que o amor é amar sem esperar em troca, Deus mostra-me que o amor não se vive nas minhas forças e demonstrações que eu consigo encontrar, pequeninas e insignificantes. O amor só se dá aos outros quando se conhece o amor do próprio Deus, que é - ele mesmo- AMOR.

Em tempos de relativismo, João fala de preto e branco, luz e trevas, amor e ódio. Se não amas, odeias. Não há indiferença pelo meio. E isto é tão difícil de assimilar quanto de viver. Porque, num tempo em que nos dizem que amar é um sentimento que não se força, a Bíblia contrapõe e ordena que amemos os outros como nos amamos a nós. Temos de escolher amar. Não dá hipótese.

Ao mesmo tempo, a Bíblia nunca nos diz que nos precisamos amar a nós mesmos, porque já o fazemos naturalmente; mas que se procurarmos amar o próximo como buscamos os interesses para nós mesmos, já estamos a começar a viver mais além.

Logo no início da primeira carta, João coloca as coisas em termos drásticos: se dizes que amas a Deus mas não amas o próximo, estás a pecar e a ser mentiroso. Quando estamos continuamente a pecar, afirmamos três coisas:

1 - Não estamos a compreender a dimensão da Graça de Deus;
2 - Estamos a enganar-nos a nós mesmos;
3 - Fazemos de Deus mentiroso - porque só ele é santo.

Conseguimos ver se o nosso amor está nas coisas erradas, quando não nos esforçamos por obedecer ao que Deus nos pede. Se olhamos para a lei sem graça, fica difícil compreender e aceitar a dimensão do amor de Jesus, que se sacrificou por todos nós. Devemos estar atentos a todos os tipos de ensinos contrários a estes, porque a Bíblia também fala deles como enganadores. Devemos permanecer e ficarmos ancorados na verdade - Deus é amor - e que através dele saberemos como amar melhor.


[O estudo vai continuar. ]



Este estudo das cartas de João é feito seguindo o caderno de estudo "Abide" de Jen Wilkin.




20 setembro 2018

As férias já acabaram! - parte 3, Água de Madeiros








4 dias a ouvir sobre a perfeita humanidade e divindade de Jesus, na companhia de muita família - de todos os tipos e lados, não é bom: é maravilhoso!

18 maio 2018

Muito mais. Muito menos.

Tenho muito mais do que alguma vez imaginei. Também tenho muito menos do que alguma vez imaginei.

Sempre imaginei ter uma família, com filhos. Mas duvidava seriamente que seria capaz de encontrar um marido ou sequer de manter uma vida a longo prazo (e isto tinha claramente a ver com a noção que eu tinha das minhas imperfeições). Se por um lado me assustava uma vida sozinha, por outro achava que me iria safar. Projectei muita coisa mas nada se concretizou como eu achava. Uma coisa tinha por garantida na minha cabeça: iria ser independente e, desde que me fosse dada saúde, sustento nunca me faltaria. Duvidava das minhas capacidades de conciliação amorosa, não duvidava do meu eventual mérito pelo resto da vida.

Uma confusão arrumar estas coisas todas. Deus deu-me, de facto, um marido. Que ao longo destes (quase) 16 anos, tem-me amado mais do que eu poderia imaginar ser possível. Que cuida de mim e acredita em mim mais do que eu, na maior parte das vezes. Deus deu-me filhos, mais do que a conta que eu fiz (na verdade, não havia contas na minha cabeça). Eles ensinam-me todos os dias que tenho mais do que mereço. Perdoam-me, também, todos os dias.

Tenho menos de mim do que projectei e mais do que Deus quer de mim. E isso é bom, ainda que seja tão imperfeito no presente. É melhor do que ontem e - pela fé - será melhor amanhã. Não porque é tudo bom, fácil ou harmonioso, mas porque é o que Deus tem para quem o ama.

(Foto tirada pelo Jónatas Luzia, na Igreja da Lapa, a 12 de Maio de 2018)

08 maio 2018

Conferência Sem Medo

Meses a sonhar, sem ter a mínima ideia do que Deus já estava a planear fazer. 400 mulheres e um grupo de homens a servir. Por enquanto, não me ocorrem mais palavras. Só um sentimento de alegria por poder servir ao Deus que me salvou.

19 abril 2018

A nossa conferência - alguns detalhes


Sabem quando sonhámos muito com uma coisa e parece que - quando se aproxima - ainda não é bem real? Com a nossa conferência também está a ser assim. Andámos a pensar em eventualmente fazer um plano que abrangesse diversos temas e diversas idades, e chegou o tempo de o concretizar. Faltam 16 dias e já temos tantas inscrições!

Eu acredito que só nos podemos dar ao luxo de sonhar porque muito antes Deus já arquitectou tudo e vai fazer cumprir. Ele usa-nos apenas como seus instrumentos e faz isso, mesmo sabendo que a nossa forma de executar será sempre imperfeita. Ainda assim, ele apanha todos os bocadinhos e retalhos e transforma-os em coisas boas.

Temos muitos temas. Alguns bastante gerais, como o que é ser mulher, outros mais específicos e dolorosos - como um dos que estarei a dirigir - que conta testemunhos de mulheres que lutaram com o desejo de ter filhos, e esse tempo nunca chegou (ou chegou de outra forma, talvez vamos descobrir isso!).

Diferente de outras iniciativas da nossa Igreja, estaremos a convidar mulheres de vários sectores cristãos. A nossa conferência vai abordar todos os temas de uma perspectiva bíblica. Queremos viver e perceber como viver tudo - mesmo tudo - de forma a que agrade a Deus.

Como sabem, somos uma Igreja Baptista (dentro do meio evangélico há várias denominações). Mas não convidámos apenas mulheres deste meio; temos a convicção plena que podemos conversar sobre os temas nos quais concordamos e aprender umas com as outras. Depois de várias sondagens, temos um leque de perguntas que vamos abordar em cada tema, de forma a que nos questionemos a nós mesmas, e sejamos mais e mais pessoas coerentes, alegres, fiéis e comprometidas no que Deus tem guardado para as nossas vidas.

Escolhemos um lugar com uma boa lotação, de forma a que não nos víssemos obrigadas a recusar nenhuma inscrição. A única dificuldade é mesmo escolher a que temas assistir. Não percam esta oportunidade!

Podem inscrever-se aqui.

18 abril 2018

Convite! Venham, venham.



Estou tão entusiasmada com a nossa conferência, que até fiz um vídeo para vos convidar, vejam lá!

12 abril 2018

Convite!

O livro de Provérbios elogia a mulher que se veste de força e de dignidade e que vive sem preocupações acerca do futuro, porque a sua confiança está em Deus.
Queremos ser inspiradas pelas histórias de uma fé que está bem viva no nosso século! Vamos meditar juntas sobre como manter bons hábitos de estudo da Bíblia em diferentes fases da vida, sobre o celibato enquanto vocação ou não, sobre ter filhos com deficiência, sobre o estigma da esterilidade, sobre os desafios da educação em diferentes fases de crescimento, e sobre ter cancro sendo jovem. Vamos ainda aprender a gerir as nossas finanças, a saber cuidar do corpo à luz da Palavra, e falar sobre a bênção de ser avó. 


Uma conferência para todas as mulheres maiores de 14 anos. Vem ser transformada!

INSCRIÇÕES a partir do formulário da seguinte página: http://bitly.com/sem-medo2018
O valor de inscrição são 10€, com almoço incluído.




Salmos 121 na ponta da língua

. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...