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24 dezembro 2019

Diz que neva em Nova Iorque.


Este ano realizei um sonho que nunca imaginei ser possível, nem nos meus melhores dias: levar os meus filhos a Nova Iorque. Foram cinco dias inesquecíveis que superaram também as minhas melhores expectativas. Estava calor e o cenário não era como o que eu tinha visto anteriormente: neve e luzes de Natal. Quem nunca viu o Home Alone e não se imagina em Nova Iorque, em pleno Central Park, de luvas e de gorro? Parece que há sítios do mundo onde é mais fácil e mais encantador viver esta época. Damos connosco a sonhar a passear pelas nossas ruas preferidas, sem destino, simplesmente a estar.

Mas o Natal não é acerca de glamour, de luzes a piscar, de tradições, por si só. Embora não as desprezemos e as vivamos com alegria, elas nunca devem ser vividas se não apontarem para o doce mais saboroso de todos: o nascimento do nosso Senhor. Não foi uma noite com neve (tudo indica que era tudo menos Dezembro), nem com fartura, embora houvesse uma enorme festa que poucos tiveram o prazer de assistir - imaginam um coro de anjos a cantar: "Glória a Deus nas maiores alturas"? Uau, que espectáculo único! As luzes fazem sentido se imaginarmos os anjos no palco do céu, juntos a várias vozes a anunciar uma mensagem tão aguardada por tantos anos. A festa ganha um novo tom se também cantarmos, a alta voz, que o Messias já chegou. A mesa ganha todo o propósito se for acerca da partilha do amor de Deus por nós, que se estende até ao próximo.

O Natal é sempre e só acerca da mensagem da cruz. Do Rei que chegou para reinar eternamente, com justiça e amor, e que escolheu chegar mansamente na forma de um pequenino bebé. Ah, o Natal!


09 dezembro 2019

I'm a city girl


Estamos numa escala de 8 horas em Nova Iorque. Estes meses todos depois, não tenho dúvidas: sou uma pessoa de cidades. Embora não sinta saudades do trânsito, de buzinas, de procura de lugar de estacionamento, de dias curtos e corridos, de viver enclausurada num apartamento, gosto da vida de bairro que temos em Oeiras, de ter tudo o que é essencial sem ter de usar o carro, do comércio local, da diversidade dos lugares de consumo. Num mundo ideal, teríamos a cabana de madeira de Pelahatchie em plena Oeiras. Mas não existe mundo ideal e é para lá que vamos regressar.

Se não era preciso estar longe de casa para saber que amamos onde vivemos, ter estado longe salienta aquilo que apreciamos ainda mais. Nova Iorque não se vê hoje ao longe porque chove e está nevoeiro, mas quanto mais viajo e conheço mais a América, também Nova Iorque permanece destronável no que toca a cidades que amo. A laranja, os Estados que já visitei.

As cidades do meu coração, por ordem: Lisboa, Nova Iorque, Roma, Praga, Paris, Dubrovnik.

30 julho 2019

Adeus, Heppzibah House!

Foram 5 dias muito felizes aqui. Esta casa, em plena Manhattan, é abrigo para famílias de missionários e outras que se encontram no Ministério cristão há 125 anos. No nosso quarto, o 44, ficavam hospedadas as famílias que se preparavam para entrar num barco para várias partes do mundo,há décadas e décadas atrás. Num tempo em que não havia internet, em que tudo o que se levava não era facilmente substituível, e em que dizer adeus poderia ser mesmo um "até nunca", ficar neste quarto e casa foi mais do que um abrigo, foi um verdadeiro lar. Obrigada!

29 julho 2019

Adeus, Central Park!

Mesmo com muito calor, és maravilhoso.



Todos os clichês do mundo


Dia do Senhor

Quando planeámos a escala de viagem em Nova Iorque, queríamos garantir que lá passaríamos um domingo, para podermos visitar duas igrejas. De manhã, fomos à Times Square Chruch.
A seguir ao almoço assistimos ao concerto da nossa amiga Selma no Central Park (aquelas coincidências mais do que boas),
Pela tarde,fomos assistir ao culto da Redeemer West Side (que acontece nas instalações de uma sinagoga)
No fim, depois de muito caminhar, demos a experimentar aos miúdos o verdadeiro hotdog das ruas.
O regresso a casa, mais uma vez, pelo Central Park.

28 julho 2019

Times Square

Neste dia, estávamos para lá de exaustos de tanto caminhar dias seguidos. No regresso a casa ao final da tarde, tinha garantido que não voltava a descer a escadaria do 4º andar. Estávamos de pijama quando decidimos ir novamente a pé ao Times Square.




Ruas de Nova Iorque





Primeira compra em inglês

Numa feirinha de rua.

Os reis disto tudo

Não sei o nome do xerife de Nova Iorque, mas claramente os reis disto tudo chamam-se esquilos. Eles andam por todo o lado, comem da nossa comida (piquenique) e têm zero vergonha. Uma maravilha de assistir.

Museu de História Natural

O Museu de História Natural deve ser daqueles museus que dá para voltar inúmeras vezes durante toda uma vida. São 4 pisos, e cada um deles merecia um dia para ser visto assim os mínimos. Não tendo esse tempo todo, vimos tudo como pudemos. É tão bonito e diverso.

27 julho 2019

Piquenicar e... golf!


Empire State





Metro

 Andámos três vezes de metro, porque Nova Iorque precisa ser apreciada a pé. Foi a minha primeira vez aqui com calor, e confesso que esta é a parte mais difícil para quem não pode apanhar muito sol e fica exausta com temperaturas acima dos 30º, mas sobrevivemos com alegria.
A t-shirt da Marta diz: "I love New York", e podemos dizer que esta miudagem ficou toda a amar esta cidade.


Salmos 121 na ponta da língua

. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...