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22 novembro 2019

Marta, 13. Joaquim, 12.

A Marta completou ontem 13, o Joaquim completa hoje 12. São estas personagens que aí se vê.

15 julho 2019

A época dos exames passou,

e chegou a hora dos resultados.
Se anteriormente tinha dito que a prova da resistência já era mais do que positiva para estas duas miúdas, a hora de comprovar que todo o esforço não foi em vão, mas pelo contrário, é bem visível nos resultados, é uma dupla vitória. Não é para os resultados, por si só, que trabalhamos. Mas neles vemos como Deus é bom e como vale a pena continuar neste caminho.

27 junho 2019

O Ensino doméstico em Portugal não é para mariquinhas


Estamos em época de exames. E por exames, entenda-se, muitas provas de equivalência à frequência. Para os alunos em Ensino doméstico, isso significa prestar provas escritas, práticas e orais de todas as disciplinas correspondentes a cada ciclo de ensino. Portanto, temos a Marta a efectuar 10 provas escritas, 2 orais e uma prática ; a Maria, por sua vez, tem 12 provas escritas e 3 orais. É um tudo ou nada, já que cada uma vale 100% da nota final.

Ainda não chegámos a meio e estamos longe de as notas saírem. Neste campeonato, é a terceira vez da Maria e a segunda da Marta. Por esta altura sei que há uma avaliação que já lhes podemos fazer: a da resistência.

Quando saímos todas as manhãs de casa, depois de orar, caminhamos cerca de 10 minutos em direcção ao nosso local de exames. Elas pegam no material correspondente, entram na sala prontas para começar, determinadas. Vejo nelas uma confiança que vem de Deus, e agradeço. Ele tem sido bom na vida das minhas filhas.

09 março 2017

Penteados

 Estamos numa fase em que quase 13 anos e 10 anos e meio, tudo o que é "infantil" (este conceito é algo assim a coisa mais relativa que possamos imaginar, mas siga), não pode ser, é passado, "já não somos criancinhas".

Portanto, já há muito que se penteiam e aqui a chata da mãe entra em cena quando temos ninhos de ratos instalados e é preciso fazer alguma coisa ("Ai, eu pus amaciador mas tenho nós!").

Sugestões para soltar mais o cabelo ou colocar algo que favoreça o rosto nem sempre são lá muito bem aceites, até porque me habilito sempre a ouvir que eu ando quase sempre igual, o que é a verdade. Mas volta e meia consideram que sim, a mãe até tem um gosto acessível e um aliado chamado Pinterest, o que lhe confere alguma credibilidade.

E pronto, tudo isto para dizer que elas me pedem, volta e meia, para lhes fazer penteados,"mas por favor, nada infantis!".

Ok, miúdas.


(Fotos do telemóvel, que a minha bela máquina deu o berro de tanto uso, e o mealheiro ainda não encheu o suficiente para tirar novamente fotos decentes)

17 maio 2016

Era uma vez...

... uma menina que queria muito usar óculos. Durante mais ou menos 2 anos insistiu, mas em vão, a vista estava operacional. Até que essa menina desistiu. Foi pouco depois disso quando precisou de começar a usar óculos.

29 março 2016

O dia mais importante de uma vida

 Domingo foi um dia para lá de feliz. Assistimos a 9 (nove!) baptismos. Nove vidas que decidiram dar testemunho público da fé em Jesus. Nove vidas que acreditam que foram compradas pelo sangue derramado na cruz, e que - cada uma a seu tempo - manifestaram esse desejo.

Duas destas vidas são as das nossas filhas mais velhas. Cada uma delas decidiu em momentos diferentes que era chegada a hora. Cada uma com a sua história, cada uma com a sua sensibilidade. Quis Deus que acontecesse no mesmo dia, e que felicidade!

Para nós, cristãos evangélicos, o momento do baptismo é resultado de uma decisão única do indivíduo. Apesar de educarmos os nossos filhos na fé cristã, em momento algum os forçamos a assumir esta fé, até porque sabemos que não somos nós que convencemos os seus corações, é o Espírito Santo.

A Maria e a Marta, ao decidirem que queriam descer às águas do baptismo, não tiveram o caminho facilitado. Pelo contrário, tiveram de nos explicar o porquê de o quererem fazer. Claro que com 11 e com 9 anos, as palavras não são repletas de teologia nem têm as respostas todas completas, mas ambas encerravam o assunto com uma clara afirmação: Jesus morreu um dia por elas, elas tiveram a consciência que são pecadoras e que precisavam arrepender-se disso e tê-lo nas suas vidas. O baptismo vinha como desejo de obediência a uma ordenança de Jesus (quem crê, seja baptizado). Foram acompanhadas pelo Pastor (neste caso, o pai), a Igreja ouviu esta decisão e apoiou.

Desde o momento em que nasceram pedia a Deus que transformasse as minhas filhas em minhas irmãs. Esse dia chegou, e somos muito gratos a Deus. Que Ele nos ajude a fazer esta caminhada com as meninas e com todas as irmãs que se baptizaram este domingo, é o nosso desejo.

Deus é bom!







04 março 2016

Típico

Marta, fechada no quarto, depois de a chamar: "Já vou mas não entres no meu quarto, por favor!"

Segundos depois, ao longe, a gritar:

"Mamã, não te importas que embrulhe a tua prenda num saco da Nespresso, pois não?"

19 fevereiro 2016

Motivação extra

Já fazem as camas quando se vestem pela manhã, e nessa parte já não temos propriamente uma batalha. Mas quanto a coisas espalhadas pelo chão, secretária e companhia, a coisa não é assim tão simples, e se fossem gravadas as frases mais ditas por mim na azáfama matinal, uma delas seria com certeza: "Estou a ver coisas por arrumar!"

Na semana de Carnaval foram, como habitual nestes períodos, matar saudades das educadoras do jardim de infância, passar lá o dia. Tínhamos de sair pelas 9h da manhã, mas eram perto das 8h quando me levantei e o quarto estava assim:


23 novembro 2015

Gémeos falsos



A Marta fez 9 anos, o Joaquim fez 8. Continuam a querer chocolate no bolo, e cores por dentro. Também continuam a viver os dois dias seguidos de aniversário como se de um só se tratasse. Na verdade, nunca existimos sozinhos quando temos irmãos. Espero que esta seja a prenda que eles celebrem continuamente, ano após ano.

20 novembro 2015

Filhos do meio



2006 e 2007 regressam sempre por estes dias com mais força. Há muita coisa de que já não me lembro com exactidão (e que agradeço ter aqui registo neste blogue e num caderno que é só meu). Quando os filhos nos são entregues, na verdade não acreditamos muito nisto. Achamos que nos pertencem. No meu caso, eles geraram-se dentro de mim, e depois foram sendo arquitectados na minha cabeça. Muitas ideias e certezas que se esbatem com o passar do tempo. Os filhos não são nossos, embora se gerem dentro dos corpos das mães. Eles crescem e vão-se formando, às vezes temos de recuar e constatar que o bebé que nasceu em tão pouco condiz com a criança que hoje cresce.

Começam a aproximar-se do final da primeira década de vida, estes meus gémeos falsos. São os dois tão diferentes, como todos os filhos são. Surpreendem-me todos os dias, tiram-me do sério quase todos os dias. Queremos ajudá-los a crescer, mas percebemos que somos muito pouco do grande cenário que Deus já planeou. São projectos inventados muito antes de alguma vez os sentir na minha barriga. São criação de Deus.

26 outubro 2015

Quase 9.

Não sei se é a lagoa que assenta na perfeição na Marta, se é a Marta que assenta na perfeição na lagoa.
Marta, como é que estás quase a fazer 9 anos? Explica-me.

26 agosto 2015

Primos

Diz que os primos são uma espécie de irmãos. Neste caso é por demais evidente.

19 maio 2015

Era uma vez um quarto

Primeiro, foi o quarto de uma menina pequenina e de uma bebé.

Em poucos meses, transformou-se num quarto de uma menina pequenina, uma bebé e um bebé.
 

E depois, de duas meninas pequeninas e um ainda bebé. Foi um quarto de três durante dois anos.
Mas entretanto nasceu outro bebé rapaz, e assim se justificou dividir a miudagem, e o quarto voltou a ser de duas meninas.
Agora, 11 anos de uma e 8 anos e meia de outra, era altura de dizer adeus às caminhas dos sete anões que tanto foram usadas. A vantagem de esperar por camas maiores, além de estas serem mais mimosas quando eles são pequeninos, e economizarem espaço, é que chegamos a uma idade em que são eles que podem escolher onde querem dormir, até um dia não morarem mais aqui (eu escrevi mesmo isto? Ai.)

E assim foi:




20 abril 2015

Uma aventura no Porto

Fomos até ao Porto, uma cidade que muito gostamos. Tudo porque a Ryanair fez umas fantásticas promoções de aniversário, que me deixaram em modo alerta, dando-nos a possibilidade de realizar o desejo dos nossos quatro miúdos: andar de avião. Por menos de 5€ cada viagem, fizemos-lhe uma surpresa, pouco passava das 6 da manhã na sexta-feira. O ar deles de espanto, incredulidade e deslumbramento ficam gravados no coração.

Na ida:




 Ao regresso:





Os próximos posts conterão uma pequena reportagem do que vimos nestes dois dias pelo norte.

Salmos 121 na ponta da língua

. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...