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30 dezembro 2018

Adeus, 2018


A clássica foto de oferta a amigos e família pelo Natal, a relembrar que Deus continua a cuidar de nós, mesmo quando os anos não se tornam mais fáceis. Como lia por aí: não vamos fazer resoluções para o novo ano, façamos hábitos.

02 janeiro 2017

Adeus 2016, bem-vindo 2017!


Escrevia há mais ou menos um ano que sabia que 2016 traria tempestades mas de facto não sabia o que vinha aí. Foi um ano tão doce quanto difícil. A conclusão no final é sempre a mesma: Deus é bom, Ele só sabe ser bom, Ele não tem como não ser bom.

2016 não trouxe respostas fáceis, até porque não há nada de fácil na vida de um cristão. O sofrimento é um facto (a primeira carta de Pedro retirou-me todas as dúvidas de que é possível ser crente e ter uma vida tranquila); um facto que se vive com outros, e se é difícil sofrer e ver sofrer!

Mas Deus é bom e é no sofrimento que se revela melhor. Em 2016 aprendi a ficar calada mais vezes (ainda tenho de ficar calada muitas mais) e a não encontrar nem dar respostas simplistas. O sofrimento não é light e vive-se com muitos "não sei" e bastantes lágrimas. Jesus não as evitou, e essa é a grande consolação: não há sofrimento que ele não tenha conhecido.

Ainda assim, entrámos em 2017 em paz, na nossa Igreja. Uma paz que tantos cristãos não podem ter, a paz de saber que vamos terminar as nossas orações sem termos a vida em risco. A paz de podermos chorar os nossos "sofrimentozinhos" com tanto sofrimento por esta causa maior! E é esta perspectiva que precisamos continuar a ter todos os dias, para que consigamos olhar além do nosso umbigo.

Sei que em 2017 Deus continuará a ser bom (e espero nunca deixar de o repetir) e não sei que mais trará para vivermos, mas sei que não dará nada que não seja o melhor para nós. O desafio é permanecer firme e não duvidar. Que Ele nos ajude!

05 janeiro 2016

Até aqui nos ajudou o Senhor... e sempre ajudará!

A história de ontem era sobre aquele episódio em que Jesus acalma a tempestade. Os amigos de Jesus já o tinham visto fazer coisas fantásticas: curar pessoas, multiplicar comida. Mas na hora em que o barco começou a querer virar - com Jesus a dormir lá dentro - entraram em pânico. Deixaram que os seus medos fossem maiores do que a fé que tinham nele.

Provando-nos que a fé é algo constantemente a ser colocado à prova e que a nossa natureza é de fuga, de dúvida, e de medo -  esse grande paralisador em conseguir ver mais além. Em 2016 sei que irão existir tempestades (embora não as deseje). Mas quero confiar em quem está mesmo ali, a sustentar tudo. Nunca achando que Deus dorme. Ele tem o seu tempo.


02 janeiro 2015

Acabar o ano em beleza.

Ensaiaram, sem ajuda de adultos, durante o jantar. Foram uns últimos minutos de 2014 muito bonitos.

31 dezembro 2014

2015, estás aí?

Não me apraz dizer nada de 2014. Deus foi bom, e Deus é sempre bom, independentemente do que aconteça. Há sempre coisas boas a acontecerem, e isso é graça de Deus. Para 2015 não sonho com coisas extraordinárias, porque sei que Deus já as planeou por mim. Não peço saúde, nem paz, nem comida.

Peço que, aconteça o que acontecer, Deus olhe para mim e se agrade de quem sou. E que me torne mais e mais à imagem do meu Salvador, Jesus. É apenas e só o que desejo para 2015.

30 dezembro 2014

Flagrantes da vida real.

Tão bonitos que são a minha irmã e o meu sobrinho, se não tivessem ficado em contraluz, não acham?

O José feliz e contente da vida ao colo das primas.
Os rapazes alegres a sorrir para mim.

"Podes-te desviar um bocadinho, por favor?"

A criança amuada no canto esquerdo. Por uma causa humanitária qualquer.

"Maria, ficas tão bonita quando sorris."

"Vá lá, Caleb!"
Júlia, muito contente por eu a fotografar.

Marta, chateada porque não podia comer os gelados que lhe apetecesse por dia.

O automático dava tempo para eu chegar à foto...

A indignação porque no casamento não há hamburguer com batatas fritas.

Ia feliz pela marginal de Cabanas até ser surpreendido, pela trigésima vez, pelo boneco na entrada do bar.
"Joaquim, deixa tirar uma foto ao mano."

Vamos tirar uma foto só às crianças. A Nice acha que ainda tem uma criança dentro dela.

"Calma, lá porque fazes anos não quer dizer que possas soprar as velas."





02 janeiro 2014

Chegou ao fim. Ou recomeçou, apenas.

2013 encerrou, simbolicamente, como ele próprio foi: difícil.

Foi o ano em que a palavra gratidão ganhou um revestimento enorme na minha própria vida. Os 12 meses do ano que passou foram feitos de separadores em movimento: as contrariedades chegavam e, algumas, eram escandalosamente derrubadas mal eram deixadas aos pés de Deus, em oração. Outras, enormes e intransponíveis, tornavam-se minúsculas, pouco tempo depois. E outras nunca desapareceram, nem talvez nunca encontremos sentido para elas.

É um ano marcado pelos outros. Carregar fardos e assim cumprir a lei de Cristo ganhou todo um novo sentido para mim. Passei a ver as pequenas coisas do dia-a-dia mais como elas são: pequenas coisas. A ideia de anteriormente me aborrecer com essas pequeninas contrariedades é agora isso mesmo: passado. Não estou nem aí.

Eucharisteo embarca três ideias que Deus me trouxe em 2013: alegria, gratidão e graça. Tudo o resto que saia fora disto terá o seu espaço, mas nunca se sobreporá. Poderá vir a tristeza, a dor, a doença, a contrariedade. Mas a alegria no coração, a gratidão pelo que Deus me dá, a graça que abunda, essa nada nem ninguém me poderá tirar.

2014 já foi minuciosamente planeado por Deus antes da fundação dos tempos.
Há lá maior descanso que este?


 - Junho de 2013, Cabanas de Tavira, foto da Maria -

11 janeiro 2013

2013 a começar

e nós só sabemos franzir os olhos.

Em Carcavelos, no primeiro dia do ano:
 No parque velho, uma foto que se vai repetindo com o passar dos anos:


03 janeiro 2013

2013


Chegou 2013. 
Se estivesse inspirada, escrevia sobre como 2012 se iniciou com surpresas que foram sendo desembrulhadas durante o ano. De pessoas que chegaram, se impuseram e bem, e nos invadiram a vida, orações, sonhos. De como todos os dias me questiono o porquê do que faço e como faço, de como duvido se é mesmo isto que devo fazer, se tenho capacidades, que tipo de mãe sou, que tipo de filhos estou a educar, que mulher, que vizinha,que filha, que irmã, que amiga. 
De como me dou o devido desconto e descanso logo a seguir que se estou onde estou é porque Deus assim me vai reposicionando, e que não se trata de habilitações, mas de fé. Que os meus filhos são um privilégio para ajudar a crescer, e nunca um fardo. Que a vizinha pode ter na minha cara o único bom dia com paciência. Que os amigos merecem o cuidado, quando nem sempre estão à altura dele. Que devo tratar bem quem me trata mal (ouch! esta é muito complicada!). De como vejo o futuro e sei que ele vai mudar em tanta coisa, mas ainda não sei como. De como sinto que sempre que ganho certezas, alguém ou algo me traz dúvidas, a testar. De como logo a seguir vêm novas certezas, acrescidas ao músculo que se ganha com estas desilusões, desapontamentos, tropeções. 

Recebi nuvens, a começar o ano, da mão do Guilherme. Que diz que somos a "família de Lisboa". E com o começo de 2013, é preciso um miúdo de 7 anos vir relembrar-me que  as coisas não são como são. São como as queremos ver. E eu quero ver mais alto, Deus a iluminar-me o caminho. 
Só assim fará sentido 2013.


01 janeiro 2012

Maria Ana de Oliveira Cavaco

a escrever a data do dia de hoje, num desenho:

"Um do um de dois mil e doze? Isto não me faz sentido nenhum!"

Venha 2012!

Reveillon

‎4 criancinhas pequenas felizes a fazer contagem decrescente, um mimo! O que eles não sabem é que eram 21 horas.

2012 chegou mais cedo, por aqui!

31 dezembro 2010

21 dezembro 2010

Os domingos são o melhor dia da semana


O ano ainda não chegou ao fim, mas 2010 foi cheio de desafios. Ganhei muitos cabelos brancos, mas em cada um deles cresci muito. Ri muito, também.

Nesta fotografia, faltam pessoas: o João e a Filomena, o Joel e a Inês, o Cláudio e a Joana, a Cátia e o Joel, a Carol, a Bruna, a Irmã Irene, o Tito e a Marta, a Mara e o André. Todos eles têm feito parte - de uma forma mais consistente- dos nossos domingos, das nossas orações, da nossa vida.
2010 termina mais rico. Muito mais rico do que quando começou.

(e faltam também as crianças)

30 dezembro 2009

2009


2009 chega ao fim. Cada ano traz os seus desafios, mais ou menos visíveis. Muitas das vezes fico contente por ver o que escrevi na mesma época em anos anteriores, e não me identificar na totalidade. É sinal que cresci. E mesmo que nem seja sempre o desejável ou o que Deus esperaria de mim, sei que tenho o espaço para isso e continuar a esforçar-me.

Agradeço imenso pelas pessoas que me rodeiam e que me ajudam nesta caminhada. Não sou nada sem elas, na medida em que apesar de ser dependente de Deus e Ele ser soberano sobre tudo, confio muito nos sinais que me vai dando, através destas pessoas e do dia-a-dia. Agradeço, mais do que o apoio, a capacidade de me aceitarem como eu sou mas não terem problemas em me apontar o que tenho de errado. É nisso que vou crescendo, com a dura tarefa de ter de aceitar como sou e o que ainda terei constantemente de mudar.

Este Natal recebi vários postais, daqueles que chegam pela caixa do correio. Surpreendo-me com palavras, com gestos, com pequenas coisas. Enquanto perceber que posso também ser um pilar de confiança para outros, estarei certa da minha missão. Cada vez mais acredito que este é o meu lugar por aqui: na minha imperfeição, ajudar os outros. E, na maior parte das vezes, acabar por ser ajudada.

2010 terá os seus desafios, mas será mais um ano em que Deus nos mostrará o que quer. Não tenho grandes sonhos, basta-me esta certeza.

-No banco do parque velho.-

01 janeiro 2009

Este ano voou.

2008 amanheceu feliz. Com um recém-nascido muito tranquilo e uma filha do meio ainda a adoecer com facilidade. O bom tempo trouxe melhorias e aprendemos a viver no meio de mais desarrumação e barulho. Foi um ano cansativo com alguns desafios. Aprendi muita coisa e a relativizar outra tanta. Estudei o livro de Jó meses a fio e consegui colocar em perspectiva a importância do que as coisas e pessoas têm na nossa vida. E de como Deus existe, independentemente disso.

Para 2009 tenho anseios, como todos. Desejo que o problema renal da Maria seja finalmente resolvido, que tenhamos todos saúde e que continue a receber trabalho em casa que me permita continuar nesta modalidade muito mais tempo. Também gostava de ver amigos meus a visitar a nossa Missão (Igreja) em S. Domingos e a fazer parte deste corpo. Gostava muito de estar mais perto de outros que vejo menos vezes.

Ainda assim, não me sinto com capacidade de pedir nada para o ano que se segue. Já temos muito mais do que merecemos.

Salmos 121 na ponta da língua

. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...