... com o nosso coração em Moscavide.
Umas semanas antes de viajarmos, sonhei com a partida de alguém na nossa ausência.
Acordei a pensar que tinha de me preparar para a eventualidade de lidar com notícias tristes sem poder estar presente.
Hoje acordámos com a notícia da partida de alguém muito querido para nós. Embora nos console a certeza da esperança do céu, custa bastante não estar presente para abraçar os que ficam, em especial a minha companheira de oração e confidências, querida Vilma. Choramos contigo.
- a foto acima é uma das muitas recordações que tenho da família Matos Avó. Neste domingo, Janeiro de 2006, nevava em Lisboa. Tínhamos um daqueles domingos preenchidos com culto e assembleias, e eu tinha ido colocar a Maria a dormir na casa deles, entre reuniões. -
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08 outubro 2019
19 julho 2019
Parabéns, Miriam!
A minha amiga tem o nome que eu teria tido, não fosse o caso de a minha avó Anjos ter assegurado que não o sabia dizer: Miriam Rute. Não bastava esta ser uma coincidência excepcional (quantas pessoas conhecem com esta combinação de nomes?), também casou exatamente no mesmo dia que eu : 20 de Julho de 2002. A nossa amizade terá uns 6 anos e é, claramente, um presente de Deus. A Miriam atura-me as questões existenciais, ideológicas e educacionais.
O filho dela, quando no outro dia me viu aborrecida com um dos meus filhos, observou : "Tu és muito parecida com a minha mãe quando te zangas", o que me deu uma sensação grande de conforto. Há outras mães indignadas como eu e isso é normal.
Hoje a Miriam completa umas boas primaveras de vida e eu sou agradecida a Deus por as presenciar. Amizades boas são das coisas mais imprescindíveis nesta vida.
O filho dela, quando no outro dia me viu aborrecida com um dos meus filhos, observou : "Tu és muito parecida com a minha mãe quando te zangas", o que me deu uma sensação grande de conforto. Há outras mães indignadas como eu e isso é normal.
Hoje a Miriam completa umas boas primaveras de vida e eu sou agradecida a Deus por as presenciar. Amizades boas são das coisas mais imprescindíveis nesta vida.
05 junho 2019
O melhor que podem fazer por mim?
Orar.
Depois disso, trazerem-me comida. O meu mundo ideal tem uma panóplia de legumes, frutas e outras delícias já feitas, sem tachos e mil coisas por lavar. Por isso, quando me trazem uma panela de sopa, uma comida preferida, é das melhores demonstrações de amor que eu posso receber. E acreditem, quando eu faço algo para outros - comida, bolos, compras - não é nada menos que amor. Puro amor.
19 maio 2017
Verdadeiros amigos são difíceis de encontrar.
Qual a essência da amizade cristã? Será que o nosso conceito de amizade, baseado na empatia e semelhança de gostos, que esfria rapidamente com desencontros, é uma amizade cristã, ou uma amizade traçada pelos padrões do mundo?. Este artigo ajuda a esclarecer.
São mais chegados do que família, e geralmente, são quem te conhece melhor. Oram por coisas maiores para ti do que tu mesmo. Acreditam em ti quando a tua fé é fraca. Arranjam sempre um espacinho para ti quando a vida desmorona, e alegram-se contigo quando tudo está bem. Mais importante ainda, os verdadeiros amigos lembram-te constantemente quem e o quê é o mais importante.
A essência da amizade cristã é um relacionamento forjado no fogo por duas convicções:
1) Só Jesus pode satisfazer a alma
e
2) O reino de Deus é a única coisa para a qual vale a pena viver.
INIMIGOS DISFARÇADOS?
A amizade cristã é um tesouro porque nos ajuda a apegarmo-nos ao nosso maior tesouro.
Jesus é o nosso pão da vida, a nossa água viva, a nossa pérola de grande valor, a nossa luz, a nossa ressurreição, a nossa própria vida. O maior perigo para as nossas almas é que possamos abandonar a nossa permanência nele , que deixemos de o seguir, que deixemos de procurar a nossa alegria nele.
Portanto, o melhor presente que um amigo nos pode dar é um compromisso de lutar pela nossa alegria e comunhão com Cristo.
Por outro lado, a pior distorção da amizade surge quando um amigo nos encoraja, consciente ou inconscientemente, a colocar as nossas afeições noutro lugar. O apóstolo Pedro, sem querer, representou esse tipo de distorção em Mateus 16. Jesus diz aos discípulos que irá morrer e ressuscitará (Mateus 16:21). Pedro repreende Jesus com o que certamente foi um comentário bem-intencionado de um amigo sincero: "Longe disso, Senhor! Isto nunca te acontecerá!"(Mateus 16:22).
Parece a mais profunda, mais genuína e mais bela forma de amizade, mas as palavras de Pedro colocam Jesus e a sua obediência ao Pai em causa. A ignorância de Pedro transformou um amigo em inimigo, pelo menos por instantes. "Para trás de mim, Satanás! Tu és uma pedra de tropeço"(Mateus 16:23). O que Pedro achou útil, Jesus chamou de obstáculo. O que Pedro assumiu como uma amizade piedosa, Jesus chamou de oposição satânica.
CINCO MARCAS DA AMIZADE CRISTÃ
Então, como podemos evitar o erro de Pedro nas nossas amizades? Como podemos ser um amigo que preserva e fortalece a fé dos outros? Aqui estão cinco maneiras distintas como verdadeiras amizades cristãs podem reforçar o nosso amor por Cristo através do nosso amor uns pelos outros.
1. Os verdadeiros amigos aumentam a nossa alegria em Deus.
A companhia aprofunda sempre a alegria. O meu filme favorito é bom quando o vejo sozinho, mas é melhor com um amigo. De alguma forma, uma grande refeição é mais saborosa ainda quando compartilhada. Naturalmente arrastamos os nossos amigos para o que gostamos: "Tens que ver este filme!", "Tens de vir a este restaurante comigo!"
Mas de todas as alegrias da vida, Deus é a maior delas todas! Fomos feitos para ele - para desfrutá-lo e centrar os nossos corações e vidas nele. E, como qualquer outra alegria, a nossa alegria em Deus será mais plena quando a compartilharmos com outras pessoas. Amigos cristãos ajudam-nos a desfrutar de Deus, desfrutando-o connosco.
É tentador inverter e distorcer esta fórmula usando Deus como um meio de desfrutar mais as pessoas. Se nós só vamos a ele para pedir que desfrutemos mais os nossos cônjuges, amigos ou filhos, isto revela que vemos Deus como um meio para chegar a outra pessoa. Devemos fazer o contrário: procurar mais dele nas outras pessoas. Ironicamente, gostaremos mais dos nossos amigos, mais das nossas amizades se eles ou elas se tornarem um meio de desfrutar mais e melhor de Deus.
2. Os verdadeiros amigos expõem o pecado em nós e que nos mantém afastados de Deus.
"Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos." (Provérbios 27: 6)
O pecado engana-nos. Escurece o nosso entendimento e torna-nos tolos. Tanto que podemos estar em pecado e convencidos de que estamos a obedecer a Deus (lembra-te dos fariseus). É por isso que precisamos desesperadamente de amigos.
Precisamos de amigos para nos mostrar amorosamente o nosso pecado. Precisamos de amigos para nos ajudar a ver os nossos pontos cegos. Precisamos de amigos para falar com honestidade brutal (Mateus 18:15) e terna compaixão (Gálatas 6: 1), dizendo-nos a verdade sobre nós mesmos, mesmo quando não queremos ouvi-la (Efésios 4:15).
Esta é uma função vital da comunidade que poucas pessoas querem. Geralmente preferimos ter amigos que nos dizem o que queremos ouvir, que nos mostram a falsa graça de desculpar o pecado e nos dão a falsa esperança de que podemos aproximar-nos de Deus sem arrependimento. Mas porque o pecado é um veneno para as nossas almas e um ladrão da nossa alegria em Deus, não podemos permitir-nos abandonar esse tipo de amizade.
3. Os verdadeiros amigos encorajam-nos a obedecer a Deus.
"E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" (Hebreus 10:24, ver também Hebreus 3:13)
Embora seja verdade que precisamos de amigos para nos ajudar a ver a desobediência, também precisamos deles para nos encorajar à obediência. Muitas vezes, a obediência a Deus exige mais coragem do que que aquela que conseguimos ter sozinhos. Sem a palavra animadora e fiel dos amigos cristãos, facilmente nos encolhemos numa apatia, não querendo deliberadamente desobedecer, mas também com muito medo de avançar.
O incentivo que nos é dito para dar não é elogio fácil, ou inspiração superficial. Encorajar é dar coragem e força aos outros para a tarefa intimidante que têm de enfrentar. Como amigos, damos-lhes uma visão ampliada da importância que a sua obediência tem para o reino de Deus. Afirmamos que a sua obediência glorifica a Deus e conta na eternidade.Seja qual for a forma, o incentivo motiva os outros a continuarem a correr a corrida específica que Deus traçou para eles.
4. Os verdadeiros amigos levam-nos a Deus no meio da nossa fraqueza.
"Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus.
Não conseguindo fazer isso, por causa da multidão, subiram ao terraço e o baixaram em sua maca, através de uma abertura, até o meio da multidão, bem em frente de Jesus."
(Lucas 5: 18-19)
Caminhar pela vida num mundo que despreza Deus, com a nossa carne dominada pelo pecado, contra um inimigo dominado pelo inferno, torna-se muito difícil viver as tentações sozinho. Sozinhos, acreditamos facilmente nas mentiras de Satanás. Sozinhos, nós nos curvamos sob o peso do nosso pecado. Sozinhos, ficamos desanimados e cansados. Como o paralítico, precisamos da ajuda de outros crentes para sermos levados a Deus.
Então, como podemos trazer outros a Deus? Ouvimos uma irmã confessar um pecado oculto e ajudamo-la a ser lavada com a verdade que Cristo a purificou e a fez completa. Podemos satisfazer as necessidades práticas daqueles que sofrem um sofrimento intenso, em nome de Jesus. Ou podemos simplesmente trazer os nossos amigos a Deus em oração, pedindo-lhe para fazer coisas maiores nas suas vidas do que nós podemos fazer por eles.
5. Os verdadeiros amigos amam-nos para a glória de Deus.
"Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus." (1 Coríntios 10:31)
A ideia do mundo de intimidade na amizade é criar muita dependência uns dos outros: "Eu não posso viver sem ti!" Cumprimentos e promessas de devoção rapidamente dão uma breve e falsa adrenalina destituída de importância e significado. Certamente, precisamos encorajar-nos uns aos outros, mas os amigos cristãos devem estar muito mais concentrados no peso e no significado de Deus - não no seu próprio ou dos seus amigos.
Como tudo mais, o objetivo final das nossas amizades deve ser Deus e a sua glória. Uma vez que os nossos corações são propensos a vaguear e adorar outras coisas, precisamos desses lembretes constantes da sua glória e do seu valor nas nossas amizades.
Artigo de Kelly Needham, traduzido livremente por mim.
São mais chegados do que família, e geralmente, são quem te conhece melhor. Oram por coisas maiores para ti do que tu mesmo. Acreditam em ti quando a tua fé é fraca. Arranjam sempre um espacinho para ti quando a vida desmorona, e alegram-se contigo quando tudo está bem. Mais importante ainda, os verdadeiros amigos lembram-te constantemente quem e o quê é o mais importante.
A essência da amizade cristã é um relacionamento forjado no fogo por duas convicções:
1) Só Jesus pode satisfazer a alma
e
2) O reino de Deus é a única coisa para a qual vale a pena viver.
INIMIGOS DISFARÇADOS?
A amizade cristã é um tesouro porque nos ajuda a apegarmo-nos ao nosso maior tesouro.
Jesus é o nosso pão da vida, a nossa água viva, a nossa pérola de grande valor, a nossa luz, a nossa ressurreição, a nossa própria vida. O maior perigo para as nossas almas é que possamos abandonar a nossa permanência nele , que deixemos de o seguir, que deixemos de procurar a nossa alegria nele.
Portanto, o melhor presente que um amigo nos pode dar é um compromisso de lutar pela nossa alegria e comunhão com Cristo.
Por outro lado, a pior distorção da amizade surge quando um amigo nos encoraja, consciente ou inconscientemente, a colocar as nossas afeições noutro lugar. O apóstolo Pedro, sem querer, representou esse tipo de distorção em Mateus 16. Jesus diz aos discípulos que irá morrer e ressuscitará (Mateus 16:21). Pedro repreende Jesus com o que certamente foi um comentário bem-intencionado de um amigo sincero: "Longe disso, Senhor! Isto nunca te acontecerá!"(Mateus 16:22).
Parece a mais profunda, mais genuína e mais bela forma de amizade, mas as palavras de Pedro colocam Jesus e a sua obediência ao Pai em causa. A ignorância de Pedro transformou um amigo em inimigo, pelo menos por instantes. "Para trás de mim, Satanás! Tu és uma pedra de tropeço"(Mateus 16:23). O que Pedro achou útil, Jesus chamou de obstáculo. O que Pedro assumiu como uma amizade piedosa, Jesus chamou de oposição satânica.
CINCO MARCAS DA AMIZADE CRISTÃ
Então, como podemos evitar o erro de Pedro nas nossas amizades? Como podemos ser um amigo que preserva e fortalece a fé dos outros? Aqui estão cinco maneiras distintas como verdadeiras amizades cristãs podem reforçar o nosso amor por Cristo através do nosso amor uns pelos outros.
1. Os verdadeiros amigos aumentam a nossa alegria em Deus.
A companhia aprofunda sempre a alegria. O meu filme favorito é bom quando o vejo sozinho, mas é melhor com um amigo. De alguma forma, uma grande refeição é mais saborosa ainda quando compartilhada. Naturalmente arrastamos os nossos amigos para o que gostamos: "Tens que ver este filme!", "Tens de vir a este restaurante comigo!"
Mas de todas as alegrias da vida, Deus é a maior delas todas! Fomos feitos para ele - para desfrutá-lo e centrar os nossos corações e vidas nele. E, como qualquer outra alegria, a nossa alegria em Deus será mais plena quando a compartilharmos com outras pessoas. Amigos cristãos ajudam-nos a desfrutar de Deus, desfrutando-o connosco.
É tentador inverter e distorcer esta fórmula usando Deus como um meio de desfrutar mais as pessoas. Se nós só vamos a ele para pedir que desfrutemos mais os nossos cônjuges, amigos ou filhos, isto revela que vemos Deus como um meio para chegar a outra pessoa. Devemos fazer o contrário: procurar mais dele nas outras pessoas. Ironicamente, gostaremos mais dos nossos amigos, mais das nossas amizades se eles ou elas se tornarem um meio de desfrutar mais e melhor de Deus.
2. Os verdadeiros amigos expõem o pecado em nós e que nos mantém afastados de Deus.
"Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos." (Provérbios 27: 6)
O pecado engana-nos. Escurece o nosso entendimento e torna-nos tolos. Tanto que podemos estar em pecado e convencidos de que estamos a obedecer a Deus (lembra-te dos fariseus). É por isso que precisamos desesperadamente de amigos.
Precisamos de amigos para nos mostrar amorosamente o nosso pecado. Precisamos de amigos para nos ajudar a ver os nossos pontos cegos. Precisamos de amigos para falar com honestidade brutal (Mateus 18:15) e terna compaixão (Gálatas 6: 1), dizendo-nos a verdade sobre nós mesmos, mesmo quando não queremos ouvi-la (Efésios 4:15).
Esta é uma função vital da comunidade que poucas pessoas querem. Geralmente preferimos ter amigos que nos dizem o que queremos ouvir, que nos mostram a falsa graça de desculpar o pecado e nos dão a falsa esperança de que podemos aproximar-nos de Deus sem arrependimento. Mas porque o pecado é um veneno para as nossas almas e um ladrão da nossa alegria em Deus, não podemos permitir-nos abandonar esse tipo de amizade.
3. Os verdadeiros amigos encorajam-nos a obedecer a Deus.
"E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" (Hebreus 10:24, ver também Hebreus 3:13)
Embora seja verdade que precisamos de amigos para nos ajudar a ver a desobediência, também precisamos deles para nos encorajar à obediência. Muitas vezes, a obediência a Deus exige mais coragem do que que aquela que conseguimos ter sozinhos. Sem a palavra animadora e fiel dos amigos cristãos, facilmente nos encolhemos numa apatia, não querendo deliberadamente desobedecer, mas também com muito medo de avançar.
O incentivo que nos é dito para dar não é elogio fácil, ou inspiração superficial. Encorajar é dar coragem e força aos outros para a tarefa intimidante que têm de enfrentar. Como amigos, damos-lhes uma visão ampliada da importância que a sua obediência tem para o reino de Deus. Afirmamos que a sua obediência glorifica a Deus e conta na eternidade.Seja qual for a forma, o incentivo motiva os outros a continuarem a correr a corrida específica que Deus traçou para eles.
4. Os verdadeiros amigos levam-nos a Deus no meio da nossa fraqueza.
"Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus.
Não conseguindo fazer isso, por causa da multidão, subiram ao terraço e o baixaram em sua maca, através de uma abertura, até o meio da multidão, bem em frente de Jesus."
(Lucas 5: 18-19)
Caminhar pela vida num mundo que despreza Deus, com a nossa carne dominada pelo pecado, contra um inimigo dominado pelo inferno, torna-se muito difícil viver as tentações sozinho. Sozinhos, acreditamos facilmente nas mentiras de Satanás. Sozinhos, nós nos curvamos sob o peso do nosso pecado. Sozinhos, ficamos desanimados e cansados. Como o paralítico, precisamos da ajuda de outros crentes para sermos levados a Deus.
Então, como podemos trazer outros a Deus? Ouvimos uma irmã confessar um pecado oculto e ajudamo-la a ser lavada com a verdade que Cristo a purificou e a fez completa. Podemos satisfazer as necessidades práticas daqueles que sofrem um sofrimento intenso, em nome de Jesus. Ou podemos simplesmente trazer os nossos amigos a Deus em oração, pedindo-lhe para fazer coisas maiores nas suas vidas do que nós podemos fazer por eles.
5. Os verdadeiros amigos amam-nos para a glória de Deus.
"Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus." (1 Coríntios 10:31)
A ideia do mundo de intimidade na amizade é criar muita dependência uns dos outros: "Eu não posso viver sem ti!" Cumprimentos e promessas de devoção rapidamente dão uma breve e falsa adrenalina destituída de importância e significado. Certamente, precisamos encorajar-nos uns aos outros, mas os amigos cristãos devem estar muito mais concentrados no peso e no significado de Deus - não no seu próprio ou dos seus amigos.
Como tudo mais, o objetivo final das nossas amizades deve ser Deus e a sua glória. Uma vez que os nossos corações são propensos a vaguear e adorar outras coisas, precisamos desses lembretes constantes da sua glória e do seu valor nas nossas amizades.
Artigo de Kelly Needham, traduzido livremente por mim.
18 maio 2017
Presentear
Temos uma conversa recorrente cá em casa sobre o grau de critério que um presente deve ter. Há quem ache que não faz sentido dar algo que não gostemos mesmo. Pois eu prefiro que aquilo que vou dar seja do meu agrado também, mas nem todos gostamos das mesmas coisas e portanto, desde que não choque com nenhum princípio ou valor, o meu critério ao escolher ou fazer um presente é mesmo quem o vai receber.
No meu aniversário recebi um presente exactamente com estes critérios. Uma amiga mesmo querida que tenho, mas que não partilha da mesma fé que eu, fez este quadro para me oferecer. Não é tão bonito? Eu gosto muito, muito, muito.
No meu aniversário recebi um presente exactamente com estes critérios. Uma amiga mesmo querida que tenho, mas que não partilha da mesma fé que eu, fez este quadro para me oferecer. Não é tão bonito? Eu gosto muito, muito, muito.
05 maio 2016
Um fim-de-semana bonito
Depois de semanas particularmente intensas, podemos usar o verbo "descomprimir" para classificar este último fim-de-semana. Vejo tantas fotografias bonitas por aí que fico com vergonha de partilhar as minhas, até porque traduzem pouco do bom que foi ser espectadora (é a minha especialidade).
Samuel Úria, Teatro S. Luiz - Tiago Guillul e amigos, Flur
Samuel Úria, Teatro S. Luiz - Tiago Guillul e amigos, Flur
14 março 2016
O Manel e a Mariana casaram!
Entusiasmo. Responsabilidade. Alegria. Obediência.
Quatro ingredientes bem misturados e tão raros de encontrar.
Quatro ingredientes bem misturados e tão raros de encontrar.
19 fevereiro 2016
Cadernos
Tens um caderno com uma nuvem. Uma amiga que não sabe que tens um caderno com uma nuvem vê-o à venda e compra para ti. Outra amiga que sabe que tens um caderno com uma nuvem compra igual porque calcula que o teu está a chegar ao fim. E no espaço de uma semana recebes estes dois novos cadernos.
09 fevereiro 2016
O longe, perto.
Em dias em que sentimos mais a ausência dos nossos que vivem longe, nada como relembrar com outros queridos - que em breve também partirão- o sonho que foi revelado a João: um dia Jesus voltará, fará tudo novo. Nunca mais teremos doenças, morte, tristeza. As lágrimas serão passado, só haverá espaço para alegria nos nossos rostos. Queremos ansiar esse dia, cada vez mais!
18 dezembro 2015
22 outubro 2015
O Bento tem um nariz "extranho"!
Este poderia apenas ser mais um desenho engraçado que o Joaquim fez, se a inspiração para o nome desta personagem não fosse de um bebé que completa hoje um mês. Já deixei de assinalar aqui no blogue os nascimentos de todos ao nosso redor (somos uns privilegiados, por estar constantemente a ver bebés a chegar), mas este merecia destaque. Não é todos os dias que vemos nascer um quarto filho, e a Sofia e Filipe são daqueles amigos que nos são muito queridos.
05 outubro 2015
01 agosto 2015
Uma bebé ao colo
"Agora não posso", ou: "Está quase, já vou", e ainda: "Menos barulho, menos".
Um bebé ao colo é a desculpa (ou antes, missão) perfeita para não fazer mais nada.
(Carmo, 3 meses e meio)
Um bebé ao colo é a desculpa (ou antes, missão) perfeita para não fazer mais nada.
(Carmo, 3 meses e meio)
30 abril 2015
7 semanas a aguardar
Recebi, como prenda de aniversário, este pacote. Foi preciso seguir as instruções (colocar sementes em terra húmida e tapar durante os primeiros 15 dias), ir verificando a humidade da terra, colocar num sítio com luz mas sem sol directo, e no meio disto tudo esperar que a minha gata não quisesse esgatafunhar esta novidade. Não quis. E foram-se passando as semanas. Hoje temos manjericão para a salada.
29 abril 2015
Haja o que houver.
Ao fim de uma dúzia de mensagens, a tentar confortar alguém a quem num espaço de 12 horas tinham acontecido uma série de contratempos em modo montanha russa, a maioria deles ainda sem solução à vista, a pessoa a quem tento trazer ânimo encerra a conversa: " Mas Deus é bom!".
Basicamente tudo se resume a isto.
Basicamente tudo se resume a isto.
22 abril 2015
Amigos e família no Porto
Esta viagem foi pouco planeada. Comprámos os bilhetes com mais de um mês de antecedência, mas com a correria dos dias foi mesmo na véspera que olhámos para o mapa e transportes, e que vimos o que era possível visitar. Por isso, acabámos por não combinar nada de extraordinário, além de irmos visitar a pequena Carmo acabada de nascer. A Isabel soube que andávamos por lá e veio ter connosco para almoçar e o primo David saía tranquilo do trabalho quando nos encontrou na rotunda da Boavista, e assim passou a tarde connosco. Todos os outros amigos que não visitámos, que nos desculpem. Fica para a próxima!
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