28 fevereiro 2011
"Eu sou casa, lugar de Deus, Ele habita em mim."
Deus preferiu essa carne
Não quis os templos que eu posso construir
Com minhas mãos
Me fez casa
Eu sou morada
Lugar de Deus
Que não está lá fora
Mas sim mora dentro de mim
Abri a porta e Ele entrou em casa.
Estou em obras.
Essa morada um dia será perfeição!
Deus preferiu essa carne
Não quis os templos que eu posso construir
Com minhas mãos, não!
Me fez casa
Eu sou morada
Lugar de Deus
Que não está lá fora
Mas sim mora dentro de mim
A minha janela são estes olhos que brilham
Uma coisa ela mostra
Quem a ilumina é o meu Amado
Mudando as coisas de lugar
Dentro de mim, dentro de mim
Eu sou casa
lugar de Deus
Ele habita em mim
Lá fora é frio
Lá fora é medo
É alto de monte
Deserto, vazio
Morando em mim, Tu me aqueces
Me ensina a ser livre
Santo Espírito me enche de alegria
"Filhas"
O ano que passou trouxe-me umas meninas que me tratam por "mãezinha". Quando estou com elas, sou muitas vezes recordada que não caminho para jovem. Sinto-me alegre por já estar quase a meio dos trinta, e recordo parte do bom de se começar a ter vinte. É giro.
25 fevereiro 2011
Spiderman
7,5€ foi quanto custou um fato para termos um homem aranha. Não dá para descrever a excitação dele por se poder vestir assim, enquanto as irmãs se vestem de princesas.
24 fevereiro 2011
O 1º dente
O primeiro dente que lhe nasceu, já tinha 1 ano e poucos dias, caíu hoje. Aos 6 anos e quase 10 meses, de uma miúda que via os colegas todos desdentados, menos ela. Poupo-vos aos pormenores dignos de novela, ao espelho, com a gengiva a sangrar e dente quase pendurado, sem me deixar aproximar. O dente lá saíu, depois de a acalmar e sentar ao pé de mim. A cara vermelha de chorar, irradia-se de alegria ao ver o dente na minha mão.
"Yes! A fada dos dentinhos vem cá a casa esta noite e deixa-me uma moeda na almofada para comprar uma coisinha para mim!"
(Fada dos dentes? Oi? A miúda não acredita no Pai Natal e agora arranja-me esta?)
"Yes! A fada dos dentinhos vem cá a casa esta noite e deixa-me uma moeda na almofada para comprar uma coisinha para mim!"
(Fada dos dentes? Oi? A miúda não acredita no Pai Natal e agora arranja-me esta?)
23 fevereiro 2011
22 fevereiro 2011
:)
Gosto de flores, embora perceba muito pouco do assunto e domine quase nada deste léxico. Mas quando vejo alguma que me desperta mesmo a atenção, fotografo-a. E tento associá-la a alguém, ou pela sua cor, formato, tamanho. Esta vai para a minha amiga Cláudia, de quem me lembrei neste dia e em quase todos, porque é minha amiga.
♥
O Joshua foi colega da mesma sala da Maria no infantário. O ano passado falava muito dele, até que começámos a reparar que ficava ligeiramente atrapalhada em diversas circunstâncias em que ele estava. Pensava que isto já lhe tinha passado, até que voltámos a estar com o Joshua, e a reacção foi esta. Nós fingimos que não percebemos, mas que tem graça, lá isso tem.
21 fevereiro 2011
Ontem foi domingo
E esta música faz parte de um cd que muito temos ouvido recentemente, especialmente ao domingo.
Daqui.
Daqui.
1 ano de diferença
De como barrigas em crescimento se transformam em nenucos de verdade:
Caleb, 27 semanas. Ana Carolina, 24 semanas. Daniel 10 semanas. Alice 6 semanas.
Caleb, 9 meses. Ana Carolina, 8 meses. Daniel, 5 meses. Alice, 3 meses.
Caleb, 27 semanas. Ana Carolina, 24 semanas. Daniel 10 semanas. Alice 6 semanas.
Caleb, 9 meses. Ana Carolina, 8 meses. Daniel, 5 meses. Alice, 3 meses.
19 fevereiro 2011
O monstro terrível
Aprendeu esta história na escola e já foi repetida um sem número de vezes. Agora, cá por casa, temos uma nova personagem: "Joaquim, o monstro terrível."
Dia da amizade
Segundo percebi, na escola comentava-se que era o dia dos namorados, e a forma que a professora encontrou para explicar às crianças, uma vez ainda não tendo idade para comemorar essas coisas, foi que podia ser o dia da amizade. A Maria chegou a casa com esta conversa e, no meio dos mil trabalhos manuais que todos os dias inventa, fez este:
18 fevereiro 2011
"Um poder imenso traz consigo uma imensa responsabilidade"
O direito à família, o direito ao trabalho, o direito ao emprego, o direito a isto, o direito àquilo. Só se fala de direitos.
Não querendo desresponsabilizar um modelo social que louva quem trabalha mais do que deve (não recebendo necessariamente mais por isso) nem uma tendência (empresarial?) para pagar cada vez menos e oferecer cada vez piores condições... pergunto-me, então e os deveres? Então e as opções?
O direito ao trabalho não implica a obrigatoriedade de dar emprego a quem resolve, em Portugal, formar-se em Biologia Marinha ou em Física Aeronáutica. Ou pelo menos, não nestas áreas. Querem estudar aquilo que mais gostam, acho óptimo, sim senhora, mas se calhar valia a pena uma prospecçãozita antecipada para saberem o que os espera no fim do curso. E valia também a pena deixar de encarar um curso superior como garantia de emprego. Um curso superior é um curso superior e não garante nada a ninguém nem tem de garantir.
O direito das mulheres ao trabalho é um valor importantíssimo, sim senhora, mas há que recordar que as mulheres que se debateram por ele não sonhavam certamente com uma vida em que trabalhavam fora de casa e dentro também. Querem construir uma carreira profissional, acho óptimo, todos devemos ter direito a isso, mas se calhar valia a pena pensar nisso quando se constitui família, em vez de depois andar a carpir que o Estado não ajuda, e que não há creches, e que não gozam os filhos por causa do trabalho, e que não progridem na carreira por causa dos filhos.
Claro que é possível atingir um equilíbrio, mas isso implica necessariamente desistir de alguma coisa. E a maior parte das pessoas, parece-me, não quer desistir de nada. Não abre mão. Acha-se com direito a tudo sem se lembrar que os direitos implicam deveres. Já dizia o tio do Homem Aranha, "um poder imenso traz consigo uma imensa responsabilidade". Mas não. Quer-se o emprego, a garantia, o poder de compra, as borgas, a casa, os acessos, a disponibilidade, os teres e haveres. Quer-se a independência mas sem responsabilidades. Quer-se o salário alto mas sem grande esforço. E já agora a paz de espírito também.
Diz que não dá, pois!
Não querendo desresponsabilizar um modelo social que louva quem trabalha mais do que deve (não recebendo necessariamente mais por isso) nem uma tendência (empresarial?) para pagar cada vez menos e oferecer cada vez piores condições... pergunto-me, então e os deveres? Então e as opções?
O direito ao trabalho não implica a obrigatoriedade de dar emprego a quem resolve, em Portugal, formar-se em Biologia Marinha ou em Física Aeronáutica. Ou pelo menos, não nestas áreas. Querem estudar aquilo que mais gostam, acho óptimo, sim senhora, mas se calhar valia a pena uma prospecçãozita antecipada para saberem o que os espera no fim do curso. E valia também a pena deixar de encarar um curso superior como garantia de emprego. Um curso superior é um curso superior e não garante nada a ninguém nem tem de garantir.
O direito das mulheres ao trabalho é um valor importantíssimo, sim senhora, mas há que recordar que as mulheres que se debateram por ele não sonhavam certamente com uma vida em que trabalhavam fora de casa e dentro também. Querem construir uma carreira profissional, acho óptimo, todos devemos ter direito a isso, mas se calhar valia a pena pensar nisso quando se constitui família, em vez de depois andar a carpir que o Estado não ajuda, e que não há creches, e que não gozam os filhos por causa do trabalho, e que não progridem na carreira por causa dos filhos.
Claro que é possível atingir um equilíbrio, mas isso implica necessariamente desistir de alguma coisa. E a maior parte das pessoas, parece-me, não quer desistir de nada. Não abre mão. Acha-se com direito a tudo sem se lembrar que os direitos implicam deveres. Já dizia o tio do Homem Aranha, "um poder imenso traz consigo uma imensa responsabilidade". Mas não. Quer-se o emprego, a garantia, o poder de compra, as borgas, a casa, os acessos, a disponibilidade, os teres e haveres. Quer-se a independência mas sem responsabilidades. Quer-se o salário alto mas sem grande esforço. E já agora a paz de espírito também.
Diz que não dá, pois!
Avó Maria dos Anjos
É esta a expressão que mais guardo da minha avó. Não a cara deformada pela cortisona dos últimos anos de vida, mas esta. A leveza e boa disposição com que a minha avó encarava tudo, foram sempre uma grande lição para mim. O sentido de humor apurado mesmo com as coisas mais tristes da vida, fazem-me sempre soltar uma gargalhada. Era impossível alguém chatear-se com a minha avó, porque ela não se dava a esses momentos. Recatada, pouco dada a conversas desnecessárias, a capacidade de estar presente e em silêncio. Quando revejo fotografias destas, só a imagino com os meus filhos ao colo (que por acaso têm todos este molde em bebé). Quando penso em netos, penso sempre em ser como ela.
Saudades.
Saudades.
17 fevereiro 2011
"Smile verde"
Ao fim de bastantes "Muito Bom" e comportamento igual, a professora presenteia com um "smile verde". Depois eles recortam. Foi o segundo que a Maria recebeu, orgulhosa.
Na nossa cama
8h30m de domingo. Minutos depois começávamos a habitual correria para estar a horas na Igreja. E conseguimos sempre!
16 fevereiro 2011
O tal quarto de infância
que eu tive, com as camas de parede que falei aqui, vê-se em parte aqui:
A da ponta partiu-se com as brincadeiras, mas dá para ver como o colchão se enrolava. A cama de grades não costumava estar ali, mas do lado direito do quarto, na continuação da escrivaninha, de modo a que as três camas se desenrolassem na largura do quarto.
15 fevereiro 2011
12 fevereiro 2011
Marta
Esta fotografia tem 18 anos. Só assim se explica que a Marta seja uma das minhas amigas com lugar vitalício no meu coração. Porque se trata de uma amizade que não se explica, mas que simplesmente está, em todos os momentos, permanecendo com o passar do tempo. A Marta entra no espaço dedicado aos amigos que são família, na medida que sei que posso contar com ela, sempre. Parabéns, minha amiga!
11 fevereiro 2011
10 fevereiro 2011
Aprendam comigo, que eu não duro sempre
(eu sempre quis dizer esta frase, acho que com 33 anos já é uma idade mais ou menos digna para usar dessa autoridade.)
Cá em casa, praticamente não usamos toalhas em tecido. Acontece que as toalhas plastificadas tipo festa ou daquelas que se compram ao metro, são visivelmente "plásticas" e nem sempre bonitas para receber pessoas. Há anos que usamos uma que temos do Ikea, e que infelizmente eles deixaram de fabricar, que é em tecido impermeável e estampado. Recentemente, descobri que a La Redoute tem destas toalhas, com baínha e de todos os tamanhos. A qualidade confirma-se e a mesa fica bonita. No fim é só passar um pano e já está (ocasionalmente coloco-as na máquina a 40º). Vão por mim, vale a pena.
Cá em casa, praticamente não usamos toalhas em tecido. Acontece que as toalhas plastificadas tipo festa ou daquelas que se compram ao metro, são visivelmente "plásticas" e nem sempre bonitas para receber pessoas. Há anos que usamos uma que temos do Ikea, e que infelizmente eles deixaram de fabricar, que é em tecido impermeável e estampado. Recentemente, descobri que a La Redoute tem destas toalhas, com baínha e de todos os tamanhos. A qualidade confirma-se e a mesa fica bonita. No fim é só passar um pano e já está (ocasionalmente coloco-as na máquina a 40º). Vão por mim, vale a pena.
09 fevereiro 2011
Quase 7 anos
Maria: "O que eu gostava mesmo era de ter uma saia preta, com uma camisola preta e umas botas pretas!"
Eu: "Mas as crianças não se vestem todas de preto!"
Maria: "Pois não, vestem-se as adolescentes. E eu quero ser uma adolescente!"
Eu: "Mas as crianças não se vestem todas de preto!"
Maria: "Pois não, vestem-se as adolescentes. E eu quero ser uma adolescente!"
08 fevereiro 2011
07 fevereiro 2011
As nossas traseiras
Sem trânsito, sem preocupações com os miúdos, com sol, é assim todos os dias:
A nossa varanda é fácil de detectar: tem quase sempre muita roupa estendida.
Por isso, das janelas da nossa sala, é isto que se vê:
A nossa varanda é fácil de detectar: tem quase sempre muita roupa estendida.
Repetir isto nunca é demais: eu gosto muito muito muito de viver aqui.
04 fevereiro 2011
03 fevereiro 2011
30 anos
Esta mala foi-me oferecida pela tia São, que vive nos Estados Unidos desde antes de eu nascer. E que me trouxe, numa das vindas cá. Das poucas coisas que sobreviveu a quatro irmãos mais novos, e com que hoje as minhas miúdas brincam.
02 fevereiro 2011
Manias
Quando está aborrecido, e já não fica nem na espreguiçadeira, tapete ou cama dele, onde é que o Caleb gosta de estar? Na cama do Joaquim.
E muitas vezes, acaba por adormecer lá.
E muitas vezes, acaba por adormecer lá.
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