a duas malas,
uma cama de viagem
e um cesto com comida
(sim, três coisinhas),
vamos de férias!
Ié.
30 junho 2007
29 junho 2007
Adeus, que me vou embora.
Com uma barriga de 17 semanas, uma filha de 7 meses ao colo, carreguei dois caixotes de coisas cheias em 7 anos deste lugar.
Eu sou muito mais do que o que faço. Eu vou ser quem Deus quer que eu seja.
Eu sou muito mais do que o que faço. Eu vou ser quem Deus quer que eu seja.
28 junho 2007
27 junho 2007
À terceira gravidez
até podia ter tido enjôos, mas nem tive tempo, com a Marta doente;
até posso ter sono, mas tenho duas filhas a gritar atenção;
até posso andar cansada, mas eu já estava cansada;
até posso ter fome, mas eu nunca páro quieta.
Há uma parte de todas as gravidezes que nasce na cabeça. E desta vez, não nasceu, apareceu. Habituo-me à ideia, aos poucos, dado que a maior parte do tempo me esqueço que estou efectivamente grávida, outra vez.
até posso ter sono, mas tenho duas filhas a gritar atenção;
até posso andar cansada, mas eu já estava cansada;
até posso ter fome, mas eu nunca páro quieta.
Há uma parte de todas as gravidezes que nasce na cabeça. E desta vez, não nasceu, apareceu. Habituo-me à ideia, aos poucos, dado que a maior parte do tempo me esqueço que estou efectivamente grávida, outra vez.
26 junho 2007
A filha mais velha
diz que quer uma mana mas que se fôr rapaz pode ser João e se fôr menina pode ser Matias.
(?)
(?)
25 junho 2007
Esquecemo-nos que crescem
A filha pequenina senta-se cada vez mais sem apoios, bebe o biberão sozinha, e hoje escondia a cara com uma fralda e reaparecia com gargalhadas, à espera de festa.
A filha crescida recusa-se a usar babete ("As duas Inês da Escola não usam e eu também não vou usar, mamã."), escolhe cuecas a condizer com os vestidos e quando vê os dvds que agora coleccionamos da Rua Sésamo, só se senta no sofá acompanhada dos respectivos livros e do Egas, o boneco.
Crescem depressa, crescem.
A filha crescida recusa-se a usar babete ("As duas Inês da Escola não usam e eu também não vou usar, mamã."), escolhe cuecas a condizer com os vestidos e quando vê os dvds que agora coleccionamos da Rua Sésamo, só se senta no sofá acompanhada dos respectivos livros e do Egas, o boneco.
Crescem depressa, crescem.
Momentos inesquecíveis do meu fim-de-semana (3)
A Maria a dançar no concerto do pai e a cantar com as letras todas:
"A Isabel é intelectual porque perdeu a virgindade na Feira do Livro".
"A Isabel é intelectual porque perdeu a virgindade na Feira do Livro".
Momentos inesquecíveis do meu fim-de-semana
A minha filha crescida no palco a cantar e dançar, vestida de havaiana.
24 junho 2007
Ao domingo cantamos juntos
As ânsias te darei
As cargas desta vida te entregarei.
E quando eu não souber o que fazer
Lançarei sobre Ti meu viver.
As cargas desta vida te entregarei.
E quando eu não souber o que fazer
Lançarei sobre Ti meu viver.
22 junho 2007
A partir de Dezembro,
pagamos a quota anual da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.
Acrescentámos uma barrinha lá em cima e não damos explicações sobre métodos contraceptivos.
Acrescentámos uma barrinha lá em cima e não damos explicações sobre métodos contraceptivos.
21 junho 2007
7 meses

Esta filha é uma riqueza. Não há bronquiolite que lhe tire a atitude feliz perante a vida, derrete-se só com o facto de ter companhia e nos ouvir conversar, entretém-se durante largos minutos a brincar, come bem, continua a dormir noites completas.Sinto-me a pessoa mais afortunada, com filhas assim.
Até podemos conhecer as urgências como muitos pais não conhecem, mas o dia-a-dia com elas é do melhor que se pode ter.
Até podemos conhecer as urgências como muitos pais não conhecem, mas o dia-a-dia com elas é do melhor que se pode ter.
20 junho 2007
Sentou-se na cadeirinha do carro
aos guinchinhos de excitação por idealizar o pai a acordar numa casa sem nós, que foi o que aconteceu hoje. Eu que nunca a levo à Escola, hoje fi-lo, numa casa em silêncio, com pai e outra filha a dormir.
Foi o caminho todo a contar-me o que via, como se eu por não fazer aquele caminho de manhã, não o conhecesse e despediu-se de mim na Escola a segredar-me ao ouvido:
"Ai, mamã, o papá vai pensar que nós fugimos."
Esta miúda é mesmo gira.
Foi o caminho todo a contar-me o que via, como se eu por não fazer aquele caminho de manhã, não o conhecesse e despediu-se de mim na Escola a segredar-me ao ouvido:
"Ai, mamã, o papá vai pensar que nós fugimos."
Esta miúda é mesmo gira.
19 junho 2007
18 junho 2007
Ontem
esqueci-me de levar a máquina para a Igreja e a música que gostava de ter filmado para colocar aqui hoje era esta:
Quer nas lutas, quer nas provas,
A Igreja segue caminhando.
Quer nas lutas, quer nas provas,
A Igreja segue caminhando,
segue caminhando,
segue caminhando.
Glória, Aleluia,
A Igreja segue caminhando,
Glória, Aleluia,
A Igreja segue caminhando,
segue caminhando,
segue caminhando.
Quer nas lutas, quer nas provas,
A Igreja segue caminhando.
Quer nas lutas, quer nas provas,
A Igreja segue caminhando,
segue caminhando,
segue caminhando.
Glória, Aleluia,
A Igreja segue caminhando,
Glória, Aleluia,
A Igreja segue caminhando,
segue caminhando,
segue caminhando.
Começámos
esta colecção da Rua Sésamo, no sábado.
-"Mamã, tu és o Gualter, o papá é o Egas, eu sou o Becas e a Martinha é o Poupas."
-"Mamã, tu és o Gualter, o papá é o Egas, eu sou o Becas e a Martinha é o Poupas."
A miúda ainda dá muitas calinadas no português
mas algumas são tão deliciosas que não sou capaz de a corrigir.
15 junho 2007
Sentada no chão.
Depois de trepar por mim acima mesmo com a irmã ao colo, simular comboios, aleijar-me mil vezes, pára, ajeita-me o cabelo, olha para mim, trinca a língua, aperta-me as bochechas:
"Que carinha mais boa, mamã!"
"Que carinha mais boa, mamã!"
Uma amiga
que costuma vir tomar o pequeno-almoço mesmo nas traseiras da minha casa, avisa-me que deve chegar pelas 10.30 e envia uma sms a avisar. E reforça a ideia, só para o caso de ainda estarmos a dormir.
Desconto Minipreço, em 58€ de compras:
6,91€
vamos lá, agora por extenso: seis euros e noventa e um cêntimos.
vamos lá, agora por extenso: seis euros e noventa e um cêntimos.
Os meus verdadeiros amigos
estão sempre.
Não é só para umas coisas.
Dizer que sou uma sortuda soa a banal.
Abençoada, é como me sinto.
Não é só para umas coisas.
Dizer que sou uma sortuda soa a banal.
Abençoada, é como me sinto.
Draft
Adoro esta funcionalidade do blogger que nos guarda automaticamente em draft tudo que começámos a escrever há segundos. Quantos posts perdi eu no passado, quantos?
14 junho 2007
À hora da refeição
há muito que a escala a inclui a ela, a filha crescida. É comum querer tomar a nossa vez para agradecer pelos alimentos. Ainda não lhe tinha dado para construir orações mais elaboradas, como esta:
"Senhor Jesus,
Como estás?
Obrigada pela comida,
Em nome de Jesus, Amén."
"Senhor Jesus,
Como estás?
Obrigada pela comida,
Em nome de Jesus, Amén."
A um feriado de amanhecer razoável
eu acordo cedo, preparo as minhas coisas, arranjo-me, adianto almoço e outras tarefas domésticas e aguardo pacientemente que a minha prole acorde para ir ao jardim.
11.30 a casa começa a ganhar som lentamente. O jardim fica para a tarde.
Almoço, sesta às 14.30, resigno-me novamente ao silêncio e adormeço pelas 15.30, à espera do acordar breve.
18.00, hora de novamente acordar. Pego na mais velha e corro em direcção ao jardim, antes que feche.
Muito se dorme nesta casa.
11.30 a casa começa a ganhar som lentamente. O jardim fica para a tarde.
Almoço, sesta às 14.30, resigno-me novamente ao silêncio e adormeço pelas 15.30, à espera do acordar breve.
18.00, hora de novamente acordar. Pego na mais velha e corro em direcção ao jardim, antes que feche.
Muito se dorme nesta casa.
12 junho 2007
Não estivesse eu habituada
a andar em recintos escolares e furar esquemas, e entregar hoje a candidatura da minha filha mais velha numa Sede de Agrupamento de uma Escola pública teria sido uma missão impossível.
O nosso país não existe.
(A melhor de todas foi a funcionária da papelaria ter descoberto que ia ter de se levantar para fotocopiar três papéis ao bloco em frente, porque se tinham acabado e me ter tentado convencer a desistir da candidatura: "Mas quer tentar mesmo? Sabe que têm prioridade os meninos de 5 e 4 anos? E os de necessidades educativas especiais? E os que já têm irmãos na Escola? É que é quase impossivel...Pronto, que chatice, é melhor sentar-se que eu vou ali tirar as cópias. Sabe que são 5 euros?".)
O nosso país não existe.
(A melhor de todas foi a funcionária da papelaria ter descoberto que ia ter de se levantar para fotocopiar três papéis ao bloco em frente, porque se tinham acabado e me ter tentado convencer a desistir da candidatura: "Mas quer tentar mesmo? Sabe que têm prioridade os meninos de 5 e 4 anos? E os de necessidades educativas especiais? E os que já têm irmãos na Escola? É que é quase impossivel...Pronto, que chatice, é melhor sentar-se que eu vou ali tirar as cópias. Sabe que são 5 euros?".)
10 junho 2007
Das músicas que sempre gostei de cantar
(e hoje me recordei que já não a canto há mesmo muito tempo)
E voltarão os resgatados do Senhor
e virão com júbilo a Sião
Alegria e gozo sobre eles haverão.
Paz e alegria alcançarão
Tristezas, gemidos, deles fugirão!
E voltarão os resgatados do Senhor
e virão com júbilo a Sião
Alegria e gozo sobre eles haverão.
E voltarão os resgatados do Senhor
e virão com júbilo a Sião
Alegria e gozo sobre eles haverão.
Paz e alegria alcançarão
Tristezas, gemidos, deles fugirão!
E voltarão os resgatados do Senhor
e virão com júbilo a Sião
Alegria e gozo sobre eles haverão.
08 junho 2007
Numa sala de espera
eu faço um puzzle com a Maria e uma miúda com ano e meio vem na nossa direcção e pega na Minnie e vai-se embora, com ar zangado.
A mãe, meio atrapalhada:
"Ó Beatriz, a tua Minnie está aqui na mala. Essa Minnie é da menina!"
Uma miúda com a mesma dependência de uma boneca igualzinha, comprada no mesmo sítio que a nossa. Surreal.
A mãe, meio atrapalhada:
"Ó Beatriz, a tua Minnie está aqui na mala. Essa Minnie é da menina!"
Uma miúda com a mesma dependência de uma boneca igualzinha, comprada no mesmo sítio que a nossa. Surreal.
07 junho 2007
06 junho 2007
Largar as fraldas, bacio e sanita.
(post a pedido de uma amiga)
Neste capítulo, tivémos sorte. Tal como tivemos com a questão do sono com a Maria e até com a Marta, embora no primeiro caso tenha sido com mês e meio e no segundo, por força das bronquiolites e não só, aos cinco meses.
Esforcei-me pouco no Verão passado. Ela já tinha dois anos, eu estava no início de gravidez e com pouca vontade de a andar a arrastar para um bacio e sanita. Ela não tinha vontade nenhuma e as nossas férias foram feitas de dias cheios, sem estar sempre no mesmo sítio. A única semana que nos calhou mais calma, foi-lhe indiferente. Para a miúda, fazer chichi pelas pernas abaixo não era humilhação nenhuma, era um desconforto que passava logo a seguir, com a muda de roupa.
Entrou na escola de fraldas e descubro que todos os miúdos (menos uma) também a tinham. Numa consulta de nefrologia, a médica desdramatiza a questão e diz-nos que não acha haver necessidade de se forçar a questão antes dos 2 anos e meio, 3 (*). Que os pais apressados por vezes conseguem os mesmos resultados que os outros, só que no entretanto, os que começam muito cedo, têm filhos de cuecas em casa meses a fio, com imensos descuidos e chichis no chão, e trabalheiras.
Avizinhava-se o nascimento da irmã e adiámos o assunto para a Primavera. Na Escola quiseram tentar em Janeiro e apesar de não ter pressa nenhuma, acedemos em colaborar. Uma semana. Foi o tempo que durou. Uma semaninha e a miúda deixou de usar fraldas lá. Em casa fomos preguiçosos e nem sempre a mantivemos de cuecas. Quando decidimos fazer, correu bem. Até hoje. Não sei quantas vezes limpei o chão, mas foram pouquíssimas.
A teoria da médica estava certa. Começou mais tarde mas quando interiorizou, conseguiu ter um controlo sobre o próprio corpo que provavelmente mais cedo não teria. Desde essa primeira semana que reside uma muda de roupa na escola e que nunca mais foi usada.
Às vezes, mais vale esperar.
(*) A acrescer o facto de, segundo a médica, as crianças com refluxo, poderem ter uma incontinência ligeira até mais tarde e que podiamos estar a pressioná-la a fazer algo que não estava debaixo do total controlo dela.
Neste capítulo, tivémos sorte. Tal como tivemos com a questão do sono com a Maria e até com a Marta, embora no primeiro caso tenha sido com mês e meio e no segundo, por força das bronquiolites e não só, aos cinco meses.
Esforcei-me pouco no Verão passado. Ela já tinha dois anos, eu estava no início de gravidez e com pouca vontade de a andar a arrastar para um bacio e sanita. Ela não tinha vontade nenhuma e as nossas férias foram feitas de dias cheios, sem estar sempre no mesmo sítio. A única semana que nos calhou mais calma, foi-lhe indiferente. Para a miúda, fazer chichi pelas pernas abaixo não era humilhação nenhuma, era um desconforto que passava logo a seguir, com a muda de roupa.
Entrou na escola de fraldas e descubro que todos os miúdos (menos uma) também a tinham. Numa consulta de nefrologia, a médica desdramatiza a questão e diz-nos que não acha haver necessidade de se forçar a questão antes dos 2 anos e meio, 3 (*). Que os pais apressados por vezes conseguem os mesmos resultados que os outros, só que no entretanto, os que começam muito cedo, têm filhos de cuecas em casa meses a fio, com imensos descuidos e chichis no chão, e trabalheiras.
Avizinhava-se o nascimento da irmã e adiámos o assunto para a Primavera. Na Escola quiseram tentar em Janeiro e apesar de não ter pressa nenhuma, acedemos em colaborar. Uma semana. Foi o tempo que durou. Uma semaninha e a miúda deixou de usar fraldas lá. Em casa fomos preguiçosos e nem sempre a mantivemos de cuecas. Quando decidimos fazer, correu bem. Até hoje. Não sei quantas vezes limpei o chão, mas foram pouquíssimas.
A teoria da médica estava certa. Começou mais tarde mas quando interiorizou, conseguiu ter um controlo sobre o próprio corpo que provavelmente mais cedo não teria. Desde essa primeira semana que reside uma muda de roupa na escola e que nunca mais foi usada.
Às vezes, mais vale esperar.
(*) A acrescer o facto de, segundo a médica, as crianças com refluxo, poderem ter uma incontinência ligeira até mais tarde e que podiamos estar a pressioná-la a fazer algo que não estava debaixo do total controlo dela.
05 junho 2007
03 junho 2007
01 junho 2007
Attached
Dia da criança
ouvi falar que na Escola, hoje, os miúdos não dormiam a sesta, que a comida ia ser preparada em parte por eles, achei engraçado.
Hoje de manhã, a desmancha prazeres cá de casa:
"Eu não quero ir para o dia da criança!"
Hoje de manhã, a desmancha prazeres cá de casa:
"Eu não quero ir para o dia da criança!"
Ontem, num dos raros momentos em que me sento no sofá e ligo a televisão,
(eu não sei ver televisão, eu nunca tive muita paciência, eu arranjo mil desculpas para interromper um filme e me levantar)
vou parar a este programa, transmitido a horas anormais. Está disponível aqui, para quem não viu e logo no início o tal filme "Então é assim!" que ali se discute.
Gostei do comentário da Rita, equilibrado. No que me toca a mim, ainda não chegou a minha hora, as minhas filhas são pequenas e quando chegar...logo se vê.
vou parar a este programa, transmitido a horas anormais. Está disponível aqui, para quem não viu e logo no início o tal filme "Então é assim!" que ali se discute.
Gostei do comentário da Rita, equilibrado. No que me toca a mim, ainda não chegou a minha hora, as minhas filhas são pequenas e quando chegar...logo se vê.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Salmos 121 na ponta da língua
. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...
-
O Verão passado foi o primeiro da minha vida que não mergulhei no mar salgado. Hoje olhei-me ao espelho e descubro que estou como vim ao Mun...
-
O pai da Maria escreve melhor que os outros todos (e nós temos muito orgulho)Pai à deriva Ter filhos é descer um degrau na escada da qualidade de vida. Talvez por isso as pessoas hoje, que são mais felizes que antigam...













Postman Pat













