Lisboa. Foi aqui que eu nasci e cresci. É aqui que dedico a minha vida, com a minha família. Servimos a cidade de Lisboa há 12 anos e queremos ver cada vez mais pessoas nesta cidade com amor por Jesus. Porque acreditamos que Deus trabalha de muitas maneiras e velocidades, nós permanecemos. Permanecer significa ficar, aguentar e amar - quando é maravilhoso e quando é penoso. Porque Deus é bom e será sempre bom; porque ele é fiel eu posso ser fiel.
Somos e existimos por causa de Jesus e do que ele fez por nós. Que Deus nos ajude.
- Manhã de nascer do sol, Páscoa, junto ao rio Tejo.
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25 abril 2019
20 setembro 2018
18 maio 2018
Muito mais. Muito menos.
Tenho muito mais do que alguma vez imaginei. Também tenho muito menos do que alguma vez imaginei.
Sempre imaginei ter uma família, com filhos. Mas duvidava seriamente que seria capaz de encontrar um marido ou sequer de manter uma vida a longo prazo (e isto tinha claramente a ver com a noção que eu tinha das minhas imperfeições). Se por um lado me assustava uma vida sozinha, por outro achava que me iria safar. Projectei muita coisa mas nada se concretizou como eu achava. Uma coisa tinha por garantida na minha cabeça: iria ser independente e, desde que me fosse dada saúde, sustento nunca me faltaria. Duvidava das minhas capacidades de conciliação amorosa, não duvidava do meu eventual mérito pelo resto da vida.
Uma confusão arrumar estas coisas todas. Deus deu-me, de facto, um marido. Que ao longo destes (quase) 16 anos, tem-me amado mais do que eu poderia imaginar ser possível. Que cuida de mim e acredita em mim mais do que eu, na maior parte das vezes. Deus deu-me filhos, mais do que a conta que eu fiz (na verdade, não havia contas na minha cabeça). Eles ensinam-me todos os dias que tenho mais do que mereço. Perdoam-me, também, todos os dias.
Tenho menos de mim do que projectei e mais do que Deus quer de mim. E isso é bom, ainda que seja tão imperfeito no presente. É melhor do que ontem e - pela fé - será melhor amanhã. Não porque é tudo bom, fácil ou harmonioso, mas porque é o que Deus tem para quem o ama.
(Foto tirada pelo Jónatas Luzia, na Igreja da Lapa, a 12 de Maio de 2018)
Sempre imaginei ter uma família, com filhos. Mas duvidava seriamente que seria capaz de encontrar um marido ou sequer de manter uma vida a longo prazo (e isto tinha claramente a ver com a noção que eu tinha das minhas imperfeições). Se por um lado me assustava uma vida sozinha, por outro achava que me iria safar. Projectei muita coisa mas nada se concretizou como eu achava. Uma coisa tinha por garantida na minha cabeça: iria ser independente e, desde que me fosse dada saúde, sustento nunca me faltaria. Duvidava das minhas capacidades de conciliação amorosa, não duvidava do meu eventual mérito pelo resto da vida.
Uma confusão arrumar estas coisas todas. Deus deu-me, de facto, um marido. Que ao longo destes (quase) 16 anos, tem-me amado mais do que eu poderia imaginar ser possível. Que cuida de mim e acredita em mim mais do que eu, na maior parte das vezes. Deus deu-me filhos, mais do que a conta que eu fiz (na verdade, não havia contas na minha cabeça). Eles ensinam-me todos os dias que tenho mais do que mereço. Perdoam-me, também, todos os dias.
Tenho menos de mim do que projectei e mais do que Deus quer de mim. E isso é bom, ainda que seja tão imperfeito no presente. É melhor do que ontem e - pela fé - será melhor amanhã. Não porque é tudo bom, fácil ou harmonioso, mas porque é o que Deus tem para quem o ama.
(Foto tirada pelo Jónatas Luzia, na Igreja da Lapa, a 12 de Maio de 2018)
01 abril 2018
Amanhecer com uma certeza: Jesus está vivo!
Madrugamos, tal como as mulheres que foram ao sepulcro, para podermos comemorar: Jesus não está mais morto! Ele vive! Aleluia!
07 março 2018
Família
Diz aquele cliché que casa é onde está o nosso coração. Digo eu que é mais: é onde estão os nossos (não existe coração sem amar alguém, certo?).
Se gosto muito de passear, gosto ainda mais de regressar. O aconchego do nosso lar em nada se compara ao conforto de muitos outros sítios. É o lugar onde desarrumamos e limpamos, nos encontramos e aborrecemos, onde adoecemos e ficamos bons.
No meu caso, é o lugar onde também me sinto segura, onde desejo ficar sem me preocupar com o que fazer ou dizer e onde vou dormir e tenho os pés quentes e um abraço. Ah, e onde acordo e não estou preocupo com a liberdade a que os meus caracóis se dão durante a noite.
Se gosto muito de passear, gosto ainda mais de regressar. O aconchego do nosso lar em nada se compara ao conforto de muitos outros sítios. É o lugar onde desarrumamos e limpamos, nos encontramos e aborrecemos, onde adoecemos e ficamos bons.
No meu caso, é o lugar onde também me sinto segura, onde desejo ficar sem me preocupar com o que fazer ou dizer e onde vou dormir e tenho os pés quentes e um abraço. Ah, e onde acordo e não estou preocupo com a liberdade a que os meus caracóis se dão durante a noite.
07 fevereiro 2018
Visita do tio Tiago
O
tio que anda pela casa de manhã a pregar sustos é o mesmo tio que de
seguida mostra a passagem do sermão em hebraico. O meu irmão continuará
do lado de lá do oceano por mais três anos, no entretanto temos sempre a
garantia que os níveis de açúcar em Portugal são mantidos e
ultrapassados. A par da teologia, claro!
The uncle who goes around giving kids a scare first thing in the morning is the same who right afterwards shows them the sermon in Hebrew. My brother will remain all the way across the ocean for another 3 years; in the meantime, we rest assured the sugar levels in Portugal meet and exceed all expected quotas. Along with theology, of course!
The uncle who goes around giving kids a scare first thing in the morning is the same who right afterwards shows them the sermon in Hebrew. My brother will remain all the way across the ocean for another 3 years; in the meantime, we rest assured the sugar levels in Portugal meet and exceed all expected quotas. Along with theology, of course!
26 janeiro 2018
Primaveeeeraaa...
A minha irmã sabe que eu tenho uma paixão por tulipas. Estão no meu top 5 de flores.Gosto muito da primavera, é a minha estação do ano favorita. Deve ser porque não sofro de alergias, dirão alguns amigos. Pois pode ser. Mas gosto dos dias maiores, do sol que dispensa sobretudos, das cores que começam a brotar.
Este ano há muitos bebés doentes, e este inverno está muito esquisito. Já não há estações como antigamente, dirão os mais velhos. Pois não. Mas ainda assim, anseio por este chegar de tempo novo, ainda que incerto,por vírus enviados para nenhures e por piqueniques. As tulipas que a minha irmã me ofereceu dizem o mesmo.
30 dezembro 2017
2017
Além disto, eu e o Tiago viajámos em trabalho, ora para Inglaterra, ora para os Estados Unidos. Foram oportunidades que Deus nos deu de partilhar o que fazemos em Portugal, mas também de ver o que acontece pelo mundo.
Deus é soberano, ele cuida disto tudo e está a fazer coisas fantásticas, seja através de sofrimento, seja através de alegria. Os registos que temos são muitos (eu continuo a não resistir e andar sempre com a minha Canon atrás), e por isso achei boa ideia fazer um calendário para oferecer aos que nos são queridos.
Além desses e outros passeios, temos a nossa Oeiras e Lisboa. Porque chegámos à conclusão de que, quanto mais viajamos, mais amamos o sítio que Deus nos deu para viver.
10 julho 2017
Aquashow
Tivesse eu de eleger uma das melhores recordações que tenho de verões passados, e no top 5 estavam certamente os parques aquáticos. Foram bastantes sábados a usufruir de convites para ser companhia de uma colega que era filha única, alguns escaldões, e muita diversão.
Nos últimos anos, sempre que nos cruzávamos à beira da estrada a caminho do Algarve, com os anúncios dos parques aquáticos, que prometíamos aos miúdos que iríamos quando todos tivessem idade para aproveitar (já que os bilhetes não são propriamente baratos). Foi este Verão. O nervoso miudinho que se apodera de mim para querer experimentar uma data deles, faz-me sentir novamente com 15 anos. Mas depressa me recordei que não os tinha quando, sozinha na fila para um deles, estou rodeada de rapazes no fim da adolescência e um deles toma a iniciativa, na hora de descer: "Deixa passar a senhora." E eu passei, claro, antes que me desse para desistir.
A seguir a mim veio um dos meus herdeiros, que a cada desafio queria mais um. Foi um dia tão divertido!
07 julho 2017
Férias
Voltar aos sítios onde encontramos memórias, algumas com décadas, é sempre uma boa ideia. Uma espécie de refúgio que nos ajuda a descansar, dormir, desligar. Os três d's destas férias: descansar, dormir, desligar. Fica o desafio de viver isto com equilíbrio o resto do ano.
O tempo estava maravilhoso, a temperatura do mar perfeita, o areal desimpedido. Junho é um mês bonito para rumar a sul.
Cabanas, Praia Verde e Cacela. Imprescindíveis.
O tempo estava maravilhoso, a temperatura do mar perfeita, o areal desimpedido. Junho é um mês bonito para rumar a sul.
Cabanas, Praia Verde e Cacela. Imprescindíveis.
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