30 julho 2014
Cenas de um casamento
"Mas eles estão sempre a dar beijos porquê? Já deram uma vez!"
29 julho 2014
28 julho 2014
25 julho 2014
Sonhar com o outro lado da eternidade.
Então, ajoelho-me em lágrimas: "Estou no Céu! Este é Deus! Como é que aqui entrei? Eu não merecia estar aqui! Isto é um sonho!"
Depois acordo.
E lembro-me desta música:
24 julho 2014
23 julho 2014
Chuva de Verão
22 julho 2014
21 julho 2014
19 julho 2014
Entrámos na época oficial de acampamentos.
Chegou a Marta do acampamento de crianças e parte a Maria para os juniores. Os preparativos, as instruções, a expectativa dos amigos que se reencontram, os mais velhos que foram em tempos os campistas a cargo da minha geração e que assumem agora a liderança dos meus filhos. Ah...
17 julho 2014
Ufa.
Há uma série de dizeres cómicos sobre a maternidade que têm, na sua grande maioria, um fundo muito verdadeiro. Há um que diz que a melhor maneira de captarmos atenção dos nossos filhos é sentarmo-nos a descansar no sofá.
Ora eu sentia-me particularmente cansada, sem marido em casa, a ponto de me sentir mesmo fraca (um dia hei-de medir a tensão e ter mais do que 10-6) e por isso, enquanto brincavam ou liam, estiquei-me na cama. Bingo. Em menos de nada, um está a vasculhar na minha mesa de cabeceira e outro está ao meu lado a querer conversa. "Dói-te a cabeça? Queres dormir? Vamos dormir. Xiu, vamos fazer silêncio que a Mamã precisa descansar."
Uma meia hora depois, a tentar abstrair-me de cama a abanar, sussurrares intermináveis, remata com um: " Estás a dormir? Não? Queres ver como eu consigo segurar coisas com os dedos dos pés?"
Um dia talvez não esteja cansada. Mas provavelmente nesse dia também não precisarei de descansar.
15 julho 2014
A fragilidade resiliente
Basta parar um bocadinho pelas dunas para reparar na quantidade de plantas bonitas, mas tão frágeis que por lá se mantêm. Esta, em particular, não oferece nenhuma resistência quando a apanhamos. Fiquei a olhar para a raiz, enquanto sentia o vento daquele dia. Tão fininha, tão simples. Enquanto pensava nisto, imaginei logo uma amiga que entende destas coisas, a dizer-me: "Ó Rute, não percebes nada disso. Então não vês que é precisamente o vento que leva e amontoa a areia e que permite que a raíz fique mais sustentada?" ou algo parecido. A fragilidade que o vento parece trazer é, afinal, parte da força desta planta. E lembrei-me que, mais uma vez, é essencial que reconheçamos a nossa fragilidade para estarmos mais dependentes do Deus que nos pode sustentar. E se pelo meio nos lembrarmos de agradecer e interceder por alguém, como eu me lembrei desta querida amiga, melhor.
14 julho 2014
Não é um pardal nem uma andorinha
10 julho 2014
Elegante ou provocante?
Pus-me a pensar o porquê de, de cada vez mais, me custar uma ida à piscina. A primeira é que o cloro não me faz bem. Tive reacções estranhas na pele o ano passado que só a água do mar ajudou a cicatrizar. Depois, e tendo em conta que Cabanas é uma praia onde temos muito espaço (já quando vamos a Carcavelos a cena é diferente), a piscina torna-se um lugar de exposição que chega a ser constrangedor.
Chegamos aqui ao ponto delicado mas que me apetece falar: a forma como me apresento hoje num espaço balnear é muito diferente de há uns anos. E isto não tem nada que ver com a forma física pós 4 filhos mas com uma compreensão a que fui chegando sobre a facilidade com que passámos a ver como normal andar a exibir partes do corpo a desconhecidos. Ir à praia e à piscina é a confirmação disso. Há uma grande confusão entre elegante e provocante (podem até rimar, mas deve ser a única coisa que têm em comum). A discussão não passa pelo embaraçoso que é corpos gelatinosos a saltarem de biquinis (que há tantos, céus!) ou por se estar em forma e aquele modelo assentar na perfeição, mas por decidir o que mostro e a quem.
Compartimentamos demasiado as coisas, relativizamo-las demais. Confunde-se pudor com ser retrógrado. E acabo com um exemplo simples: é raro o caso de mulheres que amamentam em público sem nenhuma fralda ou avental a tapar que não seja condenado com olhares. Mas se for na praia, essa mesma (ou outra) parte do corpo já não tem problema. Estranhos tempos estes.
08 julho 2014
07 julho 2014
Cacela Velha
01 julho 2014
Julho, mês nº 7
A natureza que não comprova só que Deus existe
Salmos 121 na ponta da língua
. A escola começou e o vagar no sofá não é o mesmo. Mas seja a crochetar, a lavar a loiça, a tomar banho, a conduzir, há sempre oportuni...
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O Verão passado foi o primeiro da minha vida que não mergulhei no mar salgado. Hoje olhei-me ao espelho e descubro que estou como vim ao Mun...
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O pai da Maria escreve melhor que os outros todos (e nós temos muito orgulho)Pai à deriva Ter filhos é descer um degrau na escada da qualidade de vida. Talvez por isso as pessoas hoje, que são mais felizes que antigam...









































