é comum ouvir: "Como é que alguém consegue fazer mal a uma coisinha destas?".
(Não sei. Não entendo. Não dá para explicar. Fazer mal a uma bebé pequenina ou fazer-se mal a uma filha de dois anos e meio. De cada vez que a minha filha mais velha abre a boca, encanta-me. A idade é de descobertas, de fascínio, de aprendizagem. Não sei o que leva uma mãe a perder o controlo sobre a sua própria filha. Entristece-me imaginar a cabeça de uma criança debaixo da autoridade de um adulto desiquilibrado, descontrolado. E ninguém estar lá para a ajudar.)
E, geralmente, não respondo.